tumblr_n13ljslu2i1qjcbjio1_400Três “invasores” poderão destruir nossas vidas: referimos-nos à “depressão, ao ressentimento e à exaltação.” Tais circunstâncias se nos apresentam como o mal, a doença.

Benfeitores, entretanto, nos informam que para cada uma delas há remédios adequados:

Para a depressão, a oração é o grande (às vezes o único) remédio.

Para o ressentimento nos é indicado o raciocínio lógico de que nada devemos esperar dos outros. Como eles não esperam de nós.

E para a exaltação, a meditação nesses momentos de ‘braveza’: é como se fôssemos convidados a ‘contar até cem.’

* * *

Como vemos não estamos órfãos quando não o desejamos estar: para cada mal, um remédio!

(Sintonia com Momento Espírita, “Os três inimigos”) – (Outono de 2017).

facebook-novas-reacoes
Agora também estendidos aos comentários, “Curtir, Amei, Haha, Uau, Triste e Grr”, os botões de reação do Facebook, não se apresentam como totalmente ideais (pelo menos Cristãos). Não poderia ser diferente, pois nada, neste Planeta ainda imperfeito se nos apresentará como perfeito:

  1. Curtir – É a reação mais utilizada (Acreditamos que acima de 90%): quando desejamos ser simpáticos a alguém que afirmamos gostar, mesmo que não leiamos o texto ou não gostemos muito da imagem, nós o utilizamos. Uma ‘meia hipocrisia!’
  2. Amei – É o mais Cristão: é reação, literalmente, do coração. Prende-se muito a laços fortes de amizade; conhecemos e identificamo-nos com o postante e, na maioria das vezes, apreciamos, realmente o assunto veiculado.
  3. Haha – Às vezes parece deboche, pois postamos algo muito sério e lá vem um engraçadinho e o aplica…
  4. Uau – Idem ao terceiro… Quando deveria ser, na realidade, uma admiração por algo inusitado.
  5. Triste – Ninguém nos faz tristes: tristeza é um sentimento construído dentro de nós (ou deveria…). Mas, ainda imperfeitos, fatos tristes nos entristecem.
  6. Grr – Raiva não é a reação mais adequada. Como, nos dias atuais, possuímos motivos mil para tal, então estaríamos enraivecidos constantemente. Já teríamos desencarnado, pois raiva, ódio, indignação, matam!

* * *

E assim vamos nos utilizando deste instrumento que, como dissemos, não é perfeito; mas que, no momento, se apresenta como recurso de entretenimento, relação, amizade e até, se o desejarmos – desde que envolva tolerância, respeito e serviço – poderá se formatar como amor…

(Outono de 2017).

amorJovem, ávido(a) por respostas, expunha suas dúvidas e incertezas sobre coisas muito profundas ante as quais, infelizmente, naquele momento, não possuíamos todas as respostas.

Embora notássemos o esclarecimento daquele Espírito (em encarnação jovem), lamentamos não dar-lhe todas as respostas que pedia e necessitava, sobre a obra do Mestre, as tragédias do Mundo atual, nossas vidas, nossa morte (desencarne) e a Vida Futura, após aquele.

Mais tarde, recolhidos ao silêncio de nossas reflexões, constatamos que talvez (ou com certeza) não vale à pena, muitas vezes, buscarmos respostas rebuscadas para perguntas ‘de seleção’ e que a simplicidade do Rabi e sua sobriedade no falar e no agir nos replicaria que todas as respostas se resumem no respeitar, tolerar e servir ou no verbo amar, simplesmente, subentendido nos três, também verbos, acima:

  1. Obra, vida e feitos do Mestre foi só amar: ‘ele’ implantaria a Lei de Amor;
  2. As tragédias do Mundo atual só existem pela vacância da tolerância, do respeito e do serviço; ou estágios no orgulho e egoísmo;
  3. Nossas vidas deveriam ser regidas por aquela Lei;
  4. Nossa morte (desencarne) será o reflexo de nossos atos perante essa Lei; e
  5. Nossa Vida Futura (um retorno à Verdadeira) será, também, o efeito de nossas próprias causas. Como artífices das causas, somos herdeiros dos efeitos.

* * *

Amar, simplesmente, pode ser além de resposta para muitas perguntas complexas, a solução para esta nossa vida e as futuras; mesmo concordando com William Shakespeare que disse “haver mais coisas [ou mistérios] entre o Céu e a Terra do que possa imaginar nossa vã filosofia…”

(Outono de 2017).

img_290402_20150417Esclarece-nos o fragmento da questão 394 de O Livro dos Espíritos: “Para nos melhorarmos, dá-nos Deus exatamente o que nos é necessário e basta: a voz da consciência e os pendores instintivos. Priva-nos do que nos prejudicaria. (…) Se nos recordássemos dos nossos precedentes atos pessoais, igualmente nos recordaríamos dos [atos] dos outros homens, do que resultariam talvez os mais desastrosos efeitos para as relações sociais.”

Dessa forma, utilizando-nos de analogia social, véu do esquecimento é um grande baile de máscaras, promovido por nossa Divindade para que nele bailem ‘de par’ desafetos milenares. Priva Deus os dançarinos de se recordarem de algo de vidas pregressas que certamente “os prejudicaria.”

Fugindo à nossa analogia, o véu se aplicará nos diversos segmentos das sociedades; nas famílias principalmente, no trabalho, nos lazeres, etc. Nesses agrupamentos, onde bailas serão substituídas por fainas, “a voz da consciência e os pendores instintivos” nos exigirão que observemos os sinais; que levemos em conta as evidências…

* * *

Véu do esquecimento – ou baile de máscaras – é um dos mais apurados e racionais produtos do sexto atributo de nossa Divindade: Soberanamente Justo e Bom!

(Outono de 2017).

photo“O orgulho e o egoísmo têm a sua fonte num sentimento natural: o instinto de conservação. Todos os instintos têm sua razão de ser e sua utilidade, porque Deus nada pode fazer de inútil. Deus não criou o mal; foi o homem que o produziu pelo abuso que fez dos dons de Deus, em virtude de seu livre arbítrio. Esse sentimento, encerrado em seus justos limites, portanto, é bom em si; é o exagero que o torna mau e pernicioso…” (Allan Kardec, Obras Póstumas, 1ª Parte, O egoísmo e o orgulho, § 3º).

Passados 148 anos (no mínimo, pois Kardec escreveu isto ‘em vida’), conseguimos enxergar no texto uma linguagem atual. Não se trata de obra ‘ditada’ por Espíritos Superiores, mas de autoria da ‘anima’ do Codificador. E com isto conseguimos entender a sua também Superioridade.

Continuará o ilustre Lionês, na mesma obra: “… Ocorre o mesmo com todas as paixões que o homem, frequentemente, desvia de seu objetivo providencial. De nenhum modo Deus criou o homem egoísta e orgulhoso; criou-o simples e ignorante; foi o homem que se fez egoísta e orgulhoso, exagerando o instinto que Deus lhe deu para sua conservação. Os homens não podem ser felizes (…) se não estão animados de um sentimento de benevolência, de indulgência e de condescendência recíprocos, (…) enquanto procurarem esmagar uns aos outros…”

Entendemos que nosso orgulho, vaidade, inveja e até egoísmo, originalmente tinham (e têm) ‘pitadas’ de bons (ou de úteis). Desenvolvemos nossa inteligência e utilizando nossa liberdade os transformamos em ‘picaretagem’; passamos, com esta, a nos “esmagar uns aos outros!”

* * *

Por entendermos que: Espíritos Superiores se manifestam em uma mesma linguagem, também superior; esses Iluminados não se contradizem; alguém seria ‘escolhido’ pelo Espírito de Verdade para ombrear a codificação; e que o ‘predileto’, para a época seria Allan Kardec… somos obrigados, não a reconhecer, mas a testemunharmos sua Superioridade de Espírito.

(Outono de 2017).

Side view of a beautiful blond shielding eyes at beach

“… Não és tu quem espera pela divina Luz. É a divina Luz, força do Céu ao teu lado, que permanece esperando por ti.” (Emmanuel).

* * *

O termo “esperar”, do Orientador, sugere-nos expectativas e estas se apresentam como via de mão dupla:

Ao buscarmos a divina Luz (entendamos as influências dos Iluminados) em determinado credo, numa contramão priorizaremos proveito, consolações e vantagens, pois vivemos n’um Planeta ainda governado por nosso ‘eu’. Desejamos, comodamente, usufruir das benesses do Sagrado; e

Em harmonia com os Desígnios sagrados, – na ‘mão’ certa – quem mantém expectativas a nosso respeito é a divina Luz, força do Céu ao nosso lado: quando ‘parecer’ que estamos no prejuízo; perdendo sob aflições em zonas de desconforto; em inferior desvantagem; e supostamente ‘perdendo para ganhar’, na concepção das bem-aventuranças…

… Então aquela “religião” na qual depositávamos ‘nossas’ expectativas, transformar-se-á na “religiosidade” do respeito, tolerância e serviço, compreendidos nas aflições, perdas, prejuízos, desconfortos e inferioridades.

* * *

Enquanto que esperarmos pela divina Luz pressupõe comodismo, atender às expectativas dessa Luz sugere-nos a fuga da zona de conforto.

(Sintonia: Fonte viva, de Francisco Cândido Xavier, ditado por Emmanuel, em seu Cap. 87 Recebeste a Luz? 1ª edição da FEB) – (Outono de 2017).

36-3O crime de insubmissão, preconizado no Art. 183 do CPM, acontece quando “deixar de apresentar-se o convocado à incorporação dentro do prazo que lhe foi marcado ou, apresentando-se, ausentar-se antes do ato oficial da incorporação.”

“… Pedes o socorro de médicos humanos ou de benfeitores espirituais, mas, ao surgirem as primeiras melhoras, abandonas o remédio ou o conselho salutar e voltas aos mesmos abusos que te conduziram à enfermidade…” (Emmanuel).

* * *

Socorrer-nos de médicos e de Benfeitores Espirituais, simultaneamente, é ótimo: significa alistar-nos na cura real; de dentro para fora… Tal qual alistar-nos no exército do Cristo.

Entretanto, cólera, desânimo, desalento, maledicência, inutilidade e até a indignação… segundo Emmanuel, nos tornam insubmissos do serviço ao Cristo e à nossa evolução:

Cólera é uma indignação que se torna cascurrenta; desânimo é o desequilíbrio (afrouxamento, deserção) entre o nosso potencial e os Planos que Deus tem para nós; desalento é uma inconformidade, filha de nosso orgulho; e brutalidade é a instintiva primitividade. Exclamamos: ‘não sou viciado, pois não bebo, não fumo, não jogo!’ Mas somos linguarudos: é a maledicência! E a inutilidade nos fará desperdiçar a preciosidade das horas!

O mesmo Benfeitor nos ensinará que há como reparar nosso ‘crime’ de insubmissão ao Cristo: desculpando, ajudando, compreendendo, humilhando-nos, harmonizando-nos, meditando, estudando. São antídotos que nos fazem retornar à ‘caserna’ do Mestre: humilhar-se, desculpar e compreender, é domar nosso ‘eu’; daí surge a harmonia, favorecendo ajudas; e meditar, estudar, ensinar… são introspecções que favorecem o progresso intelectual.

* * *

Medicações e conselhos superiores solicitam-nos perseverança: esta nos conduz à cura. Permanecer constante nas fileiras do Cristo é perseguir a cura!

Cristo: ou lhe damos as costas; ou nos tatuamos com seus atos!…

(Sintonia: Fonte viva, de Francisco Cândido Xavier, ditado por Emmanuel, em seu Cap. 86 Estás doente? 1ª edição da FEB) – (Outono de 2017).

abelha (1)“Se se sentir espoliado (lesado), desatendido, você tem o direito de questionar, de se indispor, de pleitear. Contudo, verifique a importância de você poder não só pleitear direitos, mas também de dar boa conta dos seus deveres. (…) Ainda que a sua ocupação não seja das mais agradáveis, das mais apreciadas ou das mais procuradas, não se esqueça de que ‘toda ocupação útil é trabalho’”. (Joanes/Raul Teixeira).

Neste 1º de maio quando, tristes, vemos nosso País parado já pelo quarto dia consecutivo, precisamos refletir sobre o trabalho, listado por nosso codificador, não por acaso, como uma das dez Leis Naturais.

Nosso Orientador de hoje aponta-nos para o assunto, não só direitos e deveres, naturais nas circunstâncias trabalhistas, mas conveniências do trabalho que se nos apresentam tal qual “vade-mécum”; afirma ele que o trabalho é:

  1. Arrimo moral – Estarmos empregados (ou aposentados, desenvolvermos atividade) escora-nos a moral. O desemprego (ou o ócio) abate-nos a moral.
  2. Fortaleza social“Do trabalho do operário nasce a grandeza das Nações”, escreveu o Papa Leão XIII: o labor, pensado, organizado, esmerado, estabelece a fortaleza de uma sociedade.
  3. Defesa do mal e do crime – Se “cérebro parado é oficina do diabo”, o contrário é profilaxia: trabalho é vacina contra o mal e o crime. E
  4. Valorização da existência humana – São João Bosco diria que ai de quem trabalhe esperando os louvores do mundo; o mundo é um mau pagador…” Que o trabalho nos valorize a condição humana, vendo-o como “uma consequência de nossa natureza corpórea!”

* * *

A todos nós, ativos ou inativos que desenvolvemos, ainda, diversas atividades, um FELIZ DIA DO TRABALHADOR!

(Sintonia: Para uso diário, de Raul Teixeira/Joanes, Cap. 9, Sobre o seu trabalho, 6ª edição da Fráter; e questões 675/6 de O Livro dos Espíritos) – (1º de maio; outono de 2017).

bom_samaritanoA reflexão de hoje não é sobre a prática da Doutrina Católica versando sobre perdão parcial ou total das faltas, fora dos sacramentos (em parte da história havia até quem as vendesse, os chamados ‘perdoadores’ – ou ‘quaestores’, em latim).

Falamos, sim, da virtude indulgência, com capacidades, segundo o Espírito José, de “atrair, acalmar e erguer” contrapondo-se à rigidez que “desanima, afasta e irrita.” (ESE, X, 16).

Desejando, através da 2ª Revelação, implantar a Lei de Amor, Jesus foi generoso em abundar sua Boa Nova de episódios reais ou parabólicos abordando a indulgência; alguns deles, considerados expoentes:

Foi assim com Maria de Magdala: sem deixar de fazer a predicação aos anciãos do povo, Ele ergue (moral e material, literalmente) a ‘pecadora’, não a condena, e concita-a a não mais se equivocar. Na parábola do Bom Samaritano, este não fica orando ao lado do assaltado: toma atitudes também materiais, socorro físico, que lhe custaria dinheiro; verifique-se, no caso, o anonimato do socorro. Na questão do perdão, deixando o aramaico de lado, fala em ‘linguagem aritmética’ (“70 vezes 7 vezes”), para que o ensinamento calcificasse.

* * *

Se não, vejamos os ‘milagres’ computados à indulgência: ‘atrai’ as partes para uma conciliação; as ‘acalma’, pois ambas carecem de pacificação; e as ‘ergue’, pois as duas estão caídas. Muito diferente do que se elas (as partes), continuassem ‘desanimadas, afastadas e irritadas.’

Indulgência é um zíper sob o qual se encerra um fato, nossas opiniões e as considerações alheias…

(Evangelho no Lar; 17 de abril; outono de 2017).

garrinchaCaneta, elástico, da vaca, chapéu, lambreta… são todos dribles ou artimanhas que jogadores de futebol se servem para, desvencilhando-se do adversário, possam se aproximar da meta adversária ou colocar um atacante na ‘cara do gol…’

* * *

Tal qual o adversário, que aqui é o obstáculo, Emmanuel enumera uma série de impedimentos que embaraçam o indivíduo na sua chegada às metas Cristãs. Entre eles se salientam:

A frieza e incompreensão dos parentes – São os adversários com os quais ‘dormimos.’ Nosso lar é um celeiro deles: por ser este um agrupamento principalmente de ajustes, possivelmente na família estejam reunidos nossos maiores desafetos. Não duvidemos que seu ‘troco’ seja friezas e incompreensões.

A indiferença (secura dos corações) – Expressamos-nos, comumente: ‘Bate-me, mas não me seja indiferente!’ Verdadeira a expressão, pois a indiferença se nos apresenta como um dos mais angustiantes empecilhos em nossas vidas comuns e nas lides Cristãs. Quando há contestação, polêmica, contradição, estas podem, ainda, ser construtivas. A indiferença, destrutiva, deixa-nos sem chão.

Ilhas de repouso – Cristãos tiram férias? Já ouvimos tal pergunta inúmeras vezes nas searas Espíritas. Responderíamos que das tarefas, possivelmente; mas de Cristo não! E tivemos certa vez nossas experiências e por julgarmos estar em ilha de repouso, tivemos nossas frustrações: depois de férias prolongadas do Centro Espírita, chegamos à conclusão que o estrago foi inevitável e que não poderíamos mais ‘premiar-nos’ com tal luxo.

Ódios – Alguns gratuitos, outros nem tanto, são todos os ódios afilhados de nosso orgulho: nosso ‘eu’ não podendo ser maculado, passa a desgostar tanto de quem o fere que esse desgosto fica encascurrado. Compreendemos que o ódio é um desgostar que fica casmurrento.

Maldades – São as infelizes escolhas. O Orbe Terra as possui a mancheias, pois enquanto não fizermos a Regeneração, o mal será o ingrediente principal do Planeta. Pode isso nos servir de acomodação? Não, porque nós somos os artífices da transição – Regeneração! Os regenerados precisam dar o primeiro passo no processo. E Regenerados são todos os que conseguem driblar os impedimentos que obstaculam a Lei de amor.

A discórdia – A discórdia é fruto de uma intolerância; e também esta é filha bastarda de nosso orgulho. Não tenhamos dúvidas que driblados intolerância, desrespeito e desserviço, a paz, – a verdadeira – equilíbrio entre o nosso potencial e os Desígnios de Deus para conosco, começaremos a chegar muito perto da meta da Regeneração. Se ainda somos um Planeta com Espíritos de diferentes evoluções, tolerar é preciso para o nivelamento das almas.

* * *

É possível que cada drible diário, que precisamos dar nessas e n’outras circunstâncias impeditivas, representem para nós, não só a aproximação da meta, mas o alcance de um título: o de Cristão verdadeiro! Aquele que já serve, tolera, respeita e se utiliza da compaixão como astúcia, o grande drible e pressuposto quase que único da Lei de amor, passa a fazer parte dos planos do maior Treinador de todos os tempos.

(Sintonia: Fonte viva, ditado por Emmanuel a Chico Xavier, Cap. 85 Impedimentos; 1ª edição da FEB) – (Outono de 2017).