Archive for novembro, 2011

Convivo, freqüentemente, com pessoas – amigos, conhecidos – totalmente fóbicos a povo; se defendem alegando não desejarem se comprometer ante os perigos que a sociedade possa lhes oferecer: Pertencem essas pessoas ao ostracismo – de ostra, fechados.

Convivo, também, com pessoas que gostam de se relacionar; sentem-se bem entreveradas à sociedade, visto esta não lhes causar repulsa: Pertencem essas pessoas ao grupo das sociáveis.

O Mestre – e por isso é O Mestre – é sempre o melhor roteiro: No ostracismo até os 30 anos, a partir daí utilizou o povo como sua ferramenta principal, ou seja, sentia-se bem em sociedade, trabalhava em cima dela. Junto ao povo, não fazia distinções, todos eram suas ovelhas.

Onde estou querendo chegar?

Não considero o ostracismo saudável… Existem, é lógico, aqueles momentos de silêncio, de reflexão, de conversa com meus pensamentos: Nesses momentos a Espiritualidade – e verifiquem que aqui a coloco com E maiúsculo – poderá me intuir com idéias saudáveis, resultando daí máximas, admoestações, conselhos úteis que, lógico, possuo o dever de passá-los adiante.

Mas é em sociedade que as idéias irão explodir: Aqueles com os quais convivo sempre me proporcionarão ‘deixas’ e essas gerarão assuntos. Ou seja, meu interlocutor dirá uma palavra ou uma frase que poderão gerar uma matéria inteira. Um fato, uma situação vivida num determinado grupo poderá descortinar uma história interessante. E contar histórias é uma de minhas missões.

Recolhimento, reflexão – quase ostracismo -, de quando em vez é bom… Sociedade é muito melhor: O campo das idéias, aqui, é por excelência! 

(Primavera, quente, de 2011).

Casamento – Casamento, mais que uma honraria, é uma incumbência.

Cautela – A isca pode ser boa, mas o anzol é ruim e… O mar calmo poderá ter redes!

Equilíbrio – Sendo Deus e a Natureza equilibrados, é natural que a Sua Providencial Bondade assim me deseje.

Hobby – Sanhaços, sebinhos, bem-te-vis, corruíras, beija-flores e calhandras não semeiam nem ceifam, mas o Pai do Céu me delega o privilegiado hobby de cuidá-los.

Ídolos – Torno-me responsável pela escolha de meus ídolos (ou meus carrascos?) e pelo tipo de satisfação que me proporcionarão.

Livros – Cada vicissitude requer um tipo de socorro; cada livro, cada autor, poderá ser um socorrista diferente.

Livros (2) –  Livros não têm mouse, utiliza-se o dedo; suas páginas não se minimizam, utilizam-se marcadores.

Paciência – ‘A caridade começa em casa’, a paciência, para comigo mesmo, também!

Palavra sincera – Palavra sincera é que nem Essência Olina… Amarga mas necessária.

Pedi e recebereis – Peço sempre à Espiritualidade que me ‘ature’, que não desista de mim… Aliás, foi o Governador que mandou!

Sensibilidade – Inteirar-me das dificuldades e das necessidades de meu irmão implica em largar: O livro que estiver lendo, meu hobby favorito ou até… Meu catecismo, minha oração ou meu evangelho.

Teoria x prática – A teoria me deixa só… teórico; a prática poderá me iniciar na beneficência.

Teoria x prática (2) – Teóricos e filósofos são parceiros; os práticos e os verdadeiros religiosos, também!

TV – O perigo não está só na TV, mas… também na poltrona que fica na frente dela.

Zelo do Criador – A fidelidade ou a infidelidade das criaturas não é um condicionante para as reações do Criador.

(Primavera de 2011).

Quando Jesus expulsou os vendilhões do templo com um relho ou quando se referia aos escribas e fariseus de uma forma um tanto arrenegada, estaria Ele encolerizado ou indignado?

Quando repudiamos atitudes alheias que possam ferir alguém ou contrapomo-nos radicalmente a idéias que não acrescentem nada ao bem comum ou, quando, finalmente, nos contrariamos com tarefas mal realizadas por nós mesmos ou por obreiros de nossa confiança, estaríamos encolerizados ou indignados?

No Evangelho do lar de hoje (30 Nov 2010), estudamos um pouco sobre cólera e chegamos à conclusão que não nos encolerizarmos, nos dias atuais, é algo hercúleo, ou, entrando na mão direita, ser manso é Divino.

O Espírito Protetor que nos auxilia no presente estudo é categórico em afirmar-nos que “… A origem desses acessos de demência passageira, que vos assemelham aos brutos… é, quase sempre, o orgulho ferido.” Continua o iluminador: “Em suma, a cólera… impede que se faça muito bem e pode levar à prática de muito mal. Conclui o Protetor: “A cólera é contrária à caridade e à humildade cristãs.”

Quando, dirigindo o meu carrão, (Quem me dera!) me deparo com o condutor de um fusquinha ou o de um ‘147’ embromando o “meu trânsito” e aí cometo qualquer desatino, estou sendo colérico! Neste caso e em muitos outros, a minha vaidade sobrepõe-se e “me induz a me julgar mais do que sou e a não suportar uma comparação que me possa rebaixar.”

Mas, se, por um lado, a cólera é filhote de nossa vaidade, a indignação é fruto de nossa autoridade. E porque a indignação seria fruto de nossa autoridade? Sigamos os passos do Mestre:

Cristo, quando no Gólgota, não Se encolerizou com sua imolação porque estava imbuído de autoridade: O Pai lhe conferira uma missão sublime demais para que uma atitude colérica Lhe coubesse!

Vamos, pois, nos possibilitar indignar; encolerizar-nos, jamais!

(Subsídio: ESE, cap. IX, item 9) – (Evangelho no Lar, em 30 Nov 2010).

1. Não trabalho (na comunidade, movimento, Doutrina Espírita…), porque sou santo; pelo contrário, busco a santidade através do trabalho.

2. Meu homem novo é lento e frágil para o bem; mas não me importo… Meu homem velho era rápido e forte para o mal!

3.  Desejo, na maioria das vezes, continuar vicioso, colérico, alegando ser viajor de um Planeta de Provas e Expiações… O contrário, porém deveria ocorrer: Aproveitar essa passagem para aplainar minhas arestas e as do Planeta.

4. O mais salutar presente que o hoje pode me propiciar é zerar – saldar, liquidaro homem velho que fui nesta ou em encarnações pretéritas.

5. Se ao homem novo está à disposição o hoje, ao de ontem – o homem velho – foi dado o benefício do esquecimento.

6.  O Planeta confia que me firme no bem, pois esta é a real parceria no caminho de Sua transformação.

(Primavera linda de 2011).

1.     Dentre uma maioria, me aproximei, um dia, de uma Casa Espírita, devido à minha prodigalidade.

2.     Foram os braços abertos e os beijos da prece, do estudo e do trabalho que, certamente, encorajaram, um dia, o meu repatriamento. Não ambicionei ser chamado de filho, novamente, mas e daí se o amor do Pai é incondicional!?

3.     Também eu, um dia, ao engajar-me na Casa Espírita, me reencontrei e revivi ante a túnica da proteção, o anel da responsabilidade e as sandálias da segurança.

4.     Retornei à fartura da Casa do Pai, pela dor das feridas e da fome, mas  engrenando a charrua, precisarei prosseguir, progredir e fazer jus à confiança que o Pai me devolveu.

(Primavera, já quente de 2011).

Quando completei meus 15 anos – e isso lá vai bastante tempo! -, estando ainda no seminário dos Salesianos, internato rigoroso, resolvi escrever uma mensagem atrás de uns santinhos para dar de lembrança a alguém… Mas para quem daria, visto que eu era meio solito no mundo? Uma dessas lembrancinhas acabou me acompanhando até o tempo em que conheci minha amada. Ela e eu nunca esquecemos da mensagem que estava escrita no verso do pequeno papel – talvez uma graciosa imagem de Nossa Senhora -… Dizia assim: Devemos ter um coração aberto para sentir o que se passa com nosso irmão e o que o faz chorar à noite.

Não tenho a menor idéia do autor de verdade tão verdadeira, mas o fato é que a máxima ficou em minha memória e, mais ainda, na memória de minha velhinha.

Sem a sensibilidade, jamais acionarei essa carga principal que deflagra o amor, a caridade, a fraternidade. E esta última tag – a fraternidade – é extremamente caprichosa e estabelece exigências tais quais sejam: Me aperceber da ausência de um confrade do meio onde ombreio; em me apercebendo, ligar para esse amigo procurando inteirar-me do ocorrido; saber se sua dor é física ou moral. Essa fraterna curiosidade deverá tomar conta de mim, mesmo que, para isso tenha que largar o livro que esteja lendo, meu hobby favorito ou até… Meu evangelho. Em fim, procurar saber o que se passa com meu irmão… Talvez ele esteja chorando à noite! (Primavera, já quente de 2011).

“‘Zaqueu, desce depressa, porque é preciso que eu fique hoje em tua casa. ’ Ele desceu a toda a pressa e recebeu-o alegremente. Vendo isto, todos murmuravam e diziam: ‘Ele vai hospedar-se em casa de um pecador… ’”1

No episódio de Zaqueu – e aqui o evangelho não nos fala através de alegorias, mas de um fato histórico -, nosso Divino Socialista nos dá uma demonstração inequívoca de sua isenção.

O publicano em questão instalara-se em cima de um sicômoro – visto que era de baixa estatura – para melhor socorrer-se e render-se ao Mestre que, passando por Jericó dirigir-se-ia para Jerusalém. Ora, o que pegou é que publicano era persona não grata na Judéia, por serem consideradas pessoas de má vida além de cobradores corruptos de impostos; e nosso personagem era nada mais, nada menos que o chefe deles.

Mas por que Jesus se entreveraria, inúmeras vezes, a essas pessoas consideradas à margem? Na verdade o Mestre das Multidões sentia-se bem com quaisquer tipos de pessoas, até porque público era a sua ferramenta; fazia parte de seu ofício. Idéias pré-concebidas não faziam parte de seu discurso; tão pouco havia atitudes preconceituosas em seu proceder. Como já dissera em outra ocasião, Ele não viera para os sãos; estes não precisariam de sua assistência médica; os doentes, sim.

Aqui a hipocrisia local falou mais alto – apesar de ter sussurrado – e a história do pequeno Zaqueu passou a confundir-se com preconceito, intolerância, racismo.

Como somos sábios em se tratando de indiciar! Em julgamentos e opiniões sobre religião, cor, classe social, somos rápidos, cruéis, contundentes, implacáveis e ilimitadamente radicais. Esquecemo-nos que o Mestre das Misericórdias vivia suave e indulgentemente infiltrado entre cobradores de impostos – que era o caso de Zaqueu -, prostitutas e leprosos… O povo, do mais diverso matiz era seu palco, como já salientamos.

Não estamos, aqui, fazendo uma apologia à promiscuidade e sim tentando nos revestir da mesma compaixão do Divino Amigo e nos inserir em seu Programa Social que vem dando certo há dois mil anos. De forma nenhuma nos sintamos confusos nessa luta, mas consciente, disponível e humildemente integrados a ela.

Hammed nos orienta que “Jesus de Nazaré combateu sistematicamente os ‘espinhos da opressão’ na pessoa daqueles que observavam com rigor, rituais e determinações das leis, em detrimento da pureza interior. Dessa forma, Ele desqualificou todo espírito [todo o sentido] de casta entre as criaturas de sua época.”2

Quantos eruditos havia no secretariado de Jesus? Um ou outro! O Mestre não estava preocupado em reunir auxiliares pertencentes a castas, mas homens castificados a partir de suas boas vontades.

A própria mediunidade, sexto sentido concedido a todos nós, de boas ou más vidas, abomina predileções, racismo e não está circunscrita aos mais agraciados uma vez que – este dom natural – está à disposição dos mais diversos credos, de todas as nacionalidades, de todos os padrões sociais e das mentes mais intelectivas às mais tacanhas.

O Socorro que vem dos Céus, não chega particularizado para brancos, negros ou amarelos, nem para arianos ou judeus, tampouco para as diversas opções de sexos, muito menos para ortodoxos ou céticos; esse auxílio chega indiscriminadamente e a mancheias. Aliás, essa assertiva ficou explícita na Parábola do Bom Samaritano onde a assistência ao infeliz possuía, tão somente, a cor do socorro e a identidade do socorrista possuía, exclusivamente, o RG da compaixão.

O Pecado, ou a má vida – porque transitórios – poderão não estabelecer uma identidade; o amor, a tolerância, o atenuante, o consolo, o perdão, a desculpa – porque incontestáveis -… Poderão!

 (Bibliografia: 1. Lucas, 19, 5-7; 2. Hammed/Francisco do Espírito Santo Neto – Renovando Atitudes, Pg. 67).

(Final do verão de 2010/11) – (Pub. ‘O Clarim’, Set 2011).

Aflições – A dor, as vicissitudes, os percalços, poderão ser antídoto eficiente ante minha rotina bolorenta.

Altruísmo – A dessemelhança de nossos talentos é proporcional à diversidade das necessidades de nosso próximo.

Confiança ‘de Deus’ – As esperanças – ou a confiança – depositada em mim faz parte de um Plano de Resgate Perfeito e – sobretudo -, de Planos de um Deus infinitamente Justo e Bom.

Desencarne – Não concordo, hoje, com o ditado popular ‘só a morte não tem volta…’ Só ela é a volta!

Deus – Um provedor zeloso e um intendente perfeito e atento.

Dever x Obrigação – O Dever me liberta, ao contrário da obrigação que me aprisiona; o primeiro me dá asas a segunda as tolhe.

Hipocrisia – Fariseu é um hipócrita ‘honesto’, porque intencional. Já o seareiro (trabalhador, militante) hipócrita é um fariseu ‘desonesto’, porque dissimulado.

Ídolos – Fazendo uso de meu livre-arbítrio, com qualquer intensidade, em qualquer tempo e seja na direção que for, elejo meus ídolos e os mensuro. Conforme minha vontade, eles facilitarão meu repouso e minha paz ou me cansarão e atormentarão o meu sono.

Internet e Livros – Se por um lado, a internet me oferece muitas idéias prontas, os livros me dão a oportunidade de aprontar idéias.

Prática – As letras miúdas do evangelho deveriam levar minhas mãos a atitudes graúdas.

Preconceito/Racismo/Intolerância – Apesar da felicidade não ser deste mundo, vivo numa incessante busca de minha Pátria Interior Feliz, que se constrói amealhando uma série de virtudes… Pois bem, o preconceito, o racismo e a intolerância de qualquer ordem, destroem esta Pátria, visto que sua prática me arremessa na mais absoluta infelicidade.

Recomposição – Toda vez que estou buscando uma recomposição, na verdade estou voltando a um estudo que, por algum motivo abandonei porque me aborreceu. Estou novamente me matriculando numa escola e tentando recuperar matérias que um dia deixei para trás.

Solidariedade – Quando solidário, privilegio a uma série de pessoas… Sobretudo, a mim mesmo!

(Primavera, já com menos vento, de 2011).

A vida, além de um imbróglio é um embrulho… Recebemos o pacote que poderá estar com um papel muito dourado ou enrolado num papel de jornal! Esquecemos, mas a verdade é que a escolha do papel foi nossa. Então nós apalpamos, apalpamos o pacote, tentando adivinhar seu conteúdo. A surpresa está dentro… Hay que vivir!

“Olhai as aves do céu: não semeiam nem ceifam, nem recolhem nos celeiros e vosso Pai celeste as alimenta. Não valeis vós mais que elas?” 1

Mateus, através desta citação evangélica, concita-nos a refletir sobre a incondicionalidade do Amor de Deus e Seu zelo para com todas as suas criaturas:

Mesmo que, ao acordarmos ou ao deitar-nos não nos lembremos d’Ele ou de seus Emissários, a Sua Divina Providência continua operando. A fidelidade ou a infidelidade das criaturas não é um condicionante para as reações do Criador.

Diariamente, o sol se levanta, sobre bons e maus2 independente das suas percepções, assim como também, diariamente, esse mesmo sol se põe, cambiando-se por miríades de estrelas que nos cobrem tal qual um manto… E nem sempre as admiramos… Ou sequer as percebemos!

As benesses de Seu Universo presenteiam-nos, diariamente, embora não lhes prestemos atenção, ou seja, continuam a obrar apesar de nosso descaso: O sol, o vento, as estações, a chuva, as marés, a própria estiagem ou os tufões “corretivos”, em fim, a Natureza abrangente e atuante mostra aos humanos, supostamente inteligentes e atentos, os cíclicos trabalhos do Cosmos e dos seres menores da criação:

  • As uvas, maduras e perfumadas e os figos inchados anunciam a sabiás, calhandras e bem te vis que chegou a hora de fartarem a si e aos seus filhotes.
  • O artesão que enfileirou os grãos de milho na espiga e os coloriu de amarelo ouro, certamente impressionaria a Niemayer e a Van Gogh.
  • As alamandas – flores de um amarelo intenso – não se importam com sua efemeridade; sabem que irão encantar os transeuntes por apenas algumas horas, mas que novos botões se preparam para substituir-lhes, amanhã, a mesma beleza.
  • As formigas, tal qual soldados disciplinados, desenvolvem serviço de intendência exemplar, pois o agora e o hoje serão questão de futura sobrevivência; de suas marchas diárias resulta a provisão de seus paióis.
  • As lagartas e taturanas, umas simpáticas outras nem tanto, precisarão fartar-se de toda a folha verde possível e necessária a uma época em que viverão hibernadas no casulo, rumo à metamorfose.
  • O mar diuturnamente irá murmurar ou rumorejar, independente de o percebermos ou isso nos satisfazer.
  • As dunas, não obstante nossos gostos estarão, quase sempre, num movimento aleatório e frenético.
  • A Terra em sua rotação diária dá-nos uma falsa impressão elíptica do sol que, invariavelmente, parecerá nascer e se por e poderá ter um brilho mais ou menos intenso ou… Nenhum.

Dr. Bezerra de Menezes, o “Médico dos Pobres” nos afirma que “Se Deus ajuda as criaturas através das próprias criaturas, será justo pensar que, quando nos dispomos a socorrer alguém em suas aflições físicas ou morais, o socorro de Deus passará primeiramente por nós mesmos” 3.

Quanto “valemos”, pois, para o Pai? Não há como negar que a Criação, no seu todo, conspira em nosso favor lecionando-nos Divinamente. Nosso ilustre e abnegado doutor cearense nos mostra, na citação acima, a dimensão de nossa valia perante o Criador, a ponto de esse Divino Zelador delegar-nos socorro, guarda, recuperação e salvação recíprocos. 

(Bibliografia: 1. e 2. Mateus 5, 45 e 6, 26; 3. Dr. Bezerra de Menezes/De Luca – Recados do meu Coração, Pg. 27).

Foto: Sanhaço papa-laranja, alimentado solto em meu quintal – (Verão 2010/11, 35 graus e seca intensa; época de figos e uvas maduras, alamandas radiantes e taturanas perigosas, empanturrando-se nos plátanos)(Pub em ‘O Clarim’, Abr 2011).