Archive for janeiro, 2012

Quem caminha diariamente em nossa praia e transpõe, na orla, o esgoto da rua Rio de Janeiro, se depara com o mau cheiro deste que é o mais central de nosso Balneário; aliás, não me recordo de que os

demais sejam tão fétidos. Isto posto, far-lhes-ei duas perguntas:

  • Os moradores dessa rua ou da própria área central do Cassino e que depositam seus dejetos no esgoto da Rio de Janeiro – recentemente coberto -, veraneiam nessas imediações?
  • Os veranistas vindos da cidade ou de outros bairros e que utilizam coletivos veraneiam nesse local?

Para a primeira pergunta tomo a liberdade de lhes responder que não! Não veraneiam naquele local porque seus sentidos – mormente o olfato – de pessoas educadas e sensíveis não lhes permitiriam, tão pouco a seus filhos respirarem aquele ar. Embarcarão certamente em seus carros e irão aproveitar a orla longe do próprio esgoto.

Para a segunda pergunta, lhes respondo automaticamente que sim! Já estressados com a viagem de Rio Grande até a Praia e a pé, portando bolsas, água, esteira e outros pertences, conformar-se-ão em ficar por ali mesmo.

Recentemente nossas autoridades, com esforços hercúleos, resolveram alguns problemas de saneamento e pavimentação de nossas ruas, principalmente na área central. Inclusive o esgoto da Rio de Janeiro foi coberto… Só até a Av. Beira Mar, poupando o nariz de seus moradores. Mas e os veranistas? Particularmente os mais humildes, que andam de ônibus, mas que também pagam seus impostos?

Saliento ainda, que no local não há nenhuma placa das autoridades de saúde/IBAMA, informando da propriedade/impropriedade daquelas águas. O ar a gente tem absoluta certeza ser impróprio para o nariz.

Como crítica por crítica não resolve nada, realizei um pequeno esboço, muito simples com uma sugestão que entregarei ao Sr. Secretário: Trata-se de um tanque de decantação a ser construído logo após a Av. Beira Mar; nesse tanque seriam colocados organismos vivos (plantas e animais) que saneassem o esgoto ali depositado; dariam, assim, o primeiro combate nos dejetos desse esgoto. A parir daí, a água já mais purificada, seguiria, mas de forma canalizada e ‘coberta’, para as águas do mar. Como no Cassino tudo se realiza aos poucos – vejam o caso do calçamento da Av. Atlântica -, far-se-ia essa experiência primeiro na Rio de Janeiro, posteriormente nos demais esgotos.

Se em minha comunidade eu servir para resolver o problema dos outros, os meus estarão resolvidos.

Fotos: 1. A praia que ‘eu’ quero – verão 2010/11; 2. O esgoto que não quero; e 3. O esgoto saneado que quero ter. (Verão de 2011/12).

Há exatos 529 anos, Tomás de Torquemada, um frade da ordem dos dominicanos, era nomeado pelo Papa Sixto IV, inquisidor-geral de Espanha. O assombroso número de 2.200 autos-de-fé foi promovido por este inquisidor. Um auto-de-fé compreendia castigos a ditos hereges judeus e muçulmanos e poderia constar de um simples desfile com o tabardo – túnica usada por campesinos – até a imolação na fogueira.

É exatamente sobre este inquisidor que Carlos Baccelli e Dr. Inácio Ferreira se reportam na obra Sob as cinzas do tempo. Em período de férias – que luxo, férias de aposentado! – me aplico em ler um ou dois romances… Pois este valeu à pena cada página. Personagens importantes como Maria Modesto Cravo, Inácio Ferreira, Manoel Roberto, Bittencourt Sampaio, Dr. Odilon Fernandes, Chico Xavier, Dr. Bezerra de Menezes,  D. Querubina – benzedeira – e o próprio Torquemada estão incluídos na saga em apreço.

Encanta-me a honestidade, a franqueza e até a exposição de nosso querido autor espiritual. Separei alguns fragmentos, a título de tira gosto, de passagens até hilárias de Dr. Inácio Ferreira, quando à frente de seu Hospital Psiquiátrico em Uberaba. Divirtam-se!

  • “… Eu era muito mais um espírita médico do que um médico espírita…” (pg. 76);
  • “O segredo para combater a depressão era não perder o senso de humor – eu galhofava o dia inteiro -. Curei muitos perturbados, mostrando-me mais perturbado que eles.” (pg. 95);
  • “… O apoio da família na recuperação de um doente psiquiátrico deveria ser um capítulo à parte na medicina.” (pg. 116);
  • “No espiritismo quem não foi padre ou freira, foi francês…” (pg. 135);
  • “Como dizia minha tataravó: ‘viúvo é quem morre’… Sempre fui contra… esse negócio de luto eterno… Senhoras, ainda jovens, trajadas de negro cultuando uma saudade de maridos que, com certeza, deveriam estar aprontando no Além – vivos ou mortos, os homens eram sempre os mesmos…” (pg. 204);
  • “Chegaram trazendo ovos e queijos e para mim, em especial, um rolo de fumo de corda tal, que, para qualquer outro fumante inveterado, daria para fumar uma vida inteira, mas para mim não.” (pg. 228);
  • “Lamento os companheiros médicos – lamento profundamente – que memorizam certos medicamentos e se põem a exercer a psiquiatria com uma caneta e um bloco…” (pg. 241).

Como vemos Dr. Inácio está aqui, também nesta obra exposto, fumante inveterado, encrenqueiro, mas realizando todo o bem possível; brabo, mas também bravo e misericordioso…

Quanto ao final… Leiam o romance: Forte, emocionante, surpreendente!

(Verão de 2011/12).

A afirmação é do Cardeal Morlot, François-Nicolas-Madeleine e data da época da Codificação: “A felicidade não é deste mundo”, dizendo ser uma máxima do Eclesiastes, livro do antigo testamento, cheio delas, mas de origem autoral incerta. Confesso que gastei todos os meus cliques e quase um mouse inteiro e não achei a frase ipsis litteris no aludido livro.

Também percorrendo os cap. 5, 6 e 7 de São Mateus – o evangelista que discorre sobre o Sermão da Montanha inteirinho -, em nenhum momento verifiquei esta máxima. Muito pelo contrário, o Mestre neste que é o resumo de sua Missão Messiânica – dizem que só o Sermão da Montanha bastaria como preceitos para a humanidade -, deixa as fórmulas que me evidenciam que posso, sim – e devo! -, conquistar a felicidade ainda neste mundo. Quando o Messias me diz que serão Bem aventurados os mansos, os misericordiosos e os puros de coração, – entre tantos outros – verifico estar exatamente aí o caminho. Dir-me-ão vocês: Mas isso não é fácil! Claro que não é! Mas é o caminho das possibilidades.

Mais do que convicção da possível felicidade tenho sérias restrições à infelicidade. Reuni alguns pensamentos sobre o assunto e gostaria de compartilhar com vocês:

  • Persigo sempre a felicidade; dificilmente adaptar-me-ei à infelicidade;
  • Não me taxem de pretensioso, mas se a felicidade não é deste mundo, e se já vivi na alternância de outros, devo ter trazido na mala um pouquinho dela de lá;
  • Se eu não tiver a compreensão sobre os motivos de meus momentos infelizes, tão pouco entenderei a ufania de meus momentos felizes;
  • A maior certeza: A felicidade passa, necessária e inevitavelmente pela prática do bem;
  • Dependendo de minhas atitudes, na mais completa infelicidade poderei estar feliz;
  • Quando mensuro – quando meço! – os motivos de minha felicidade ou de minha infelicidade, chego à conclusão que todos eles são relativos…
  • Fazendo um trocadilho, estar feliz é uma grande felicidade; estar infeliz, além de salutar pode não ser tão mau;
  • Muitos palhaços – curto-os! – administram a sua infelicidade fazendo a felicidade e a alegria de seu público; e
  • Concluindo com um novo trocadilho, quando não estou feliz, procuro entender a feliz mensagem que essa infelicidade temporária deseja me transmitir.

É, meus amigos, o caminho da felicidade está nitidamente delineado. Não acreditem ser fácil; mas também não tenham a menor dúvida, pois, se “o homem é quase sempre o obreiro da sua própria infelicidade…” – questão 921 de O Livro dos Espíritos -, por que não poderá sê-lo de sua felicidade… E ainda neste mundo? Eu a estou perseguindo – ou campeando -, como diz o gaúcho!

(Verão de 20112).

Meus amigos: Não tenho a pretensão que estas curtas sejam pérolas… Se forem pétalas e conseguirem iluminar o dia de umzinho só, dar-me-ei por satisfeito. Um abraço!

Amar, servir… – Dr. Inácio Ferreira fumou muito, mas amou e serviu muito mais. Menos mal!

Amor – Entendo o amor como gratuito. O amor comprado, cobrado, mendigado, enfim, o não correspondido, sempre abalará minha fé na humanidade.

Amor, desamor… – Se o amor ultrapassa crenças, ideologias, convenções, o desamor desconsidera a todas!

Astúcia – Não persigo somente o bem… Persigo, também, a astúcia dos que estão no encalço do mal.

Defesa – Se, em minha defesa vierem meus próximos… Ótimo! Mas não me iludo; confio em meu livre arbítrio para me defender e em minha consciência para arbitrar.

Defesa (2) – Dispor-se a arbitrar em favor de alguém poderá ser desgastante; a isenção é mais cômoda.

Desamor – Sendo o cigarro prejudicial ao perispírito, imagina o dano que o desamor provoca no espírito.

Desamor (2) – Não fumo, mas me policio para que o desamor não me torne um impotente afetivo ou que cause um câncer em minha sensibilidade.

(Verão de 2011/12).

Meus amigos: Não tenho a pretensão que estas curtas sejam pérolas… Se forem pétalas e conseguirem iluminar o dia de umzinho só, dar-me-ei por satisfeito. Um abraço!

Loucos, certos… – Não subestimo os loucos – palavra em desuso -; tão pouco superestimo os certos!

O bem – Iluminar o dia de alguém: Bem ao alcance de minha mão e tão na contramão deste terceiro milênio.

O bem (2) – O bem campeia solto por aí… Hay, entretanto, quem não tenha interesse em divulgá-lo.

O bem (3) – O bem – tal qual o mal – não necessita de articulações, de artimanhas. O bem se sustenta em sua simplicidade, na ingenuidade e até na simploriedade.

O bem (4) – Espero o bem das pessoas simples; também o espero das importantes, só que… sentado!

O mal – Os articuladores do mal não são bons, porém são sábios.

Perdão – Em matéria de perdão, meu consolo é ele ser difícil para todos.

Sábios e sábios… – O sábio do mal trama, articula, engendra; o sábio do bem simplesmente… Ama!

Vida leve – Para tornar minha vida mais leve, evitarei o clássico, o requintado, o refinado e me reportarei ao simples, ao compreensível, ao acessível… E isto é válido ao externar minhas idéias.

Vida leve (2) – Constatar as coisas faz parte de minha astúcia… Valorizá-las ou não, da vida que quero levar.

Vida Leve (3) – Se eu te convidar para tomar uma cerveja, uma taça de vinho, um sorvete, comer um chocolate… Calma; não te preocupa! Não estou te convidando para pecar!

(Verão de 2011/12).

Para tornar minha vida mais leve, confiarei sempre o necessário, compreendendo-a como virtude imprescindível a uma progressão emparelhada.

Valorizarei médicos, benzedores, conselheiros, pretos velhos… Procurarei despir-me de preconceitos vãos quanto a batinas, hábitos, terno e gravatas, rebanhos, cleros, pastores… Procurarei extrair de cada um deles a simplicidade, a franqueza e a pureza de seus propósitos, pois, afinal, como desvendar com minha ‘vã filosofia’ os mistérios existentes entre os Planos em que vivo em alternância?

Constatarei, sim, as coisas sem, entretanto, valorizá-las em demasia a ponto que me machuquem.

Falarei muito menos, ouvirei muito mais, oferecendo minha atenção de ouvinte ante a necessidade dos falantes.

Finalmente, para tornar minha vida mais leve, permitir-me-ei  cair, levantar, retroceder, avançar, sem entretanto nunca desanimar.

Se acredito, meu amigo, que tais propósitos serão bons para mim, não posso afirmar que o serão para ti, mas, se quiseres tentar… Um bom proveito!

 (Verão de 2011/12).

Para tornar minha vida mais leve, nivelar-me-ei aos pequeninos, indagarei de seus gostos, perguntarei sobre sua escola e seus amiguinhos. Dir-lhes-ei pieguices como, por exemplo, se têm namorados, a despeito de suas tenras idades… Dirão que sim e então morrerei de rir deles e eles rirão de mim.

Exercitarei novamente o perdão, e novamente, novamente… Se precisar, todas as horas de todos os dias numa luta frenética e incessante; e quando a julgar inglória, me esforçarei em recomeçar tudo novamente.

Procurarei abandonar meus fanatismos, considerando que as lições do Mestre, a Mensagem do Criador e as orientações dos Bons Espíritos não estão tão somente no Evangelho ou em literaturas sérias, mas nos fatos simples da vida, nas mensagens da Natureza, dos seres menores, nos ciclos renovadores…

Acreditarei que o amor sempre cobrirá a multidão de minhas mazelas e que somente o ‘desamor’ não será coberto por meu amor.

Raciocinarei, finalmente, sempre com um amor gratuito, procurando despir-me de cobranças e indagações que poderão abalar minha fé na humanidade.

Se acredito, meu amigo, que tais propósitos serão bons para mim, não posso afirmar que o serão para ti, mas, se quiseres tentar… Um bom proveito!

(Verão de 2011/12).

“O dever é a obrigação moral da criatura para consigo mesma, primeiro, e, em seguida, para com os outros… Quero aqui falar apenas do dever moral e não do dever que as profissões impõem… Na ordem dos sentimentos, o dever é muito difícil de cumprir-se, por se achar em antagonismo com as atrações do interesse e do coração… O dever é o resumo prático de todas as especulações morais; é uma bravura da alma que enfrenta as angústias da luta; é austero e brando…” Lázaro. (Paris, 1863.)
Negritos por minha conta, tocou-me este pequeno trecho do ESE, cap. XVII, item 7. Fiquei a me perguntar como cumprir meu dever e ao mesmo tempo conviver com as críticas que inevitavelmente originar-se-ão dele? Como me atirar à austeridade de meu dever conciliando-o com a brandura que devo ter em vivendo junto a compatriotas de uma Família Universal?
Certamente a busca do equilíbrio entre estas duas virtudes – austeridade e brandura – seja o melhor caminho; e aqui copio uma receita, mas não adiantará somente copiá-la… Precisarei executá-la na cozinha de meu dia-a-dia!
Falando de equilíbrio a coisa poderá ficar muito vaga; precisarei dar um nome a esse boi: E seu nome é a fuga do fanatismo, pois este sim deverá minimizar minha austeridade e elevar a minha brandura.
Não poderei me iludir, visto que avassalados os há em todos os ‘rebanhos’ e viver com meus pés plantados neste Planeta – que, temporariamente, é o meu! – me ajudará a controlar fanatismos.
O dever, portanto, é uma dupla bravura d’alma: Não poderei negligenciar a austeridade do Evangelho, mas, por vezes, precisarei largá-lo, colocar meus pés em meu Planeta e exercer a descontração e a brandura em meu complicado, denso, porém útil Orbe.
(Verão de 20112).

Tem o homem o poder de paralisar a marcha do progresso? “Não, mas tem às vezes o de embaraçá-la.”

Trata-se, aqui, da questão 781 de O Livro dos Espíritos. Mas o que teria a ver a P-55 com a presente questão, aliás, muito lacônica e incisiva; diria até, numa linguagem mais chula: Curta e grossa?

Pois bem vou lhes explicar direitinho a minha linha de raciocínio: Numa operação exemplar, deu entrada hoje, precisamente às 11:00 AM, a tão esperada P-55, que irá gerar, entre diretos e indiretos, milhares de empregos; multipliquemos isso por 3 ou 4 e haverá um número expressivo de bocas alimentadas. A manhã estava divina; não

tinha visto, ainda, neste veraneio um dia tão lindo. Pensei comigo: Os caras são cobrões; estudaram para isso! Registrei o que pude nas limitações de minha câmera e outro tanto nas retinas. Na verdade eu estava ali, nos molhes da Barra, virado num perfeito bairrista e extasiado com tanto progresso, tanta tecnologia e mais: Antevendo minha querida cidade salvando a pátria da metade sul do Estado.

Trabalho feito, voltei às pressas para casa para tentar ver imagens na TV da operação gigantesca que havia presenciado… Mas qual o que! A mídia do centro do país – Canais abertos e pagos – só falava de um tal de transatlântico Costa Concórdia que havia naufragado na costa italiana fruto de uma barbeiragem de seu motorista. Notícia daquelas

requentadas de interesses escusos e sensacionalistas de emissoras inescrupulosas. Não estou aqui me referindo à agonia dos ricos familiares dos 16 gaúchos que estavam no cruzeiro, até porque, rico também se agonia!

Refiro-me, sim, justamente ao termo “embaraçar” que sabiamente os Espíritos usaram na resposta em questão. Socorrendo-me de Dom Aurélio, percebi que embaraçar significa estorvar, pôr impedimento… Aí, meus amigos eu matei a charada! Quem se omite, também estorva, põe impedimento. A metade sul e mais precisamente a nossa região precisa de gente que, se não ajudar, ao menos não estorve.

Se a operação foi fantástica, se os ventos e a maré ajudaram, se o dia era apropriado, quem foi impróprio e não ajudou em nada – só estorvou veiculando notícias requentadas –, foi a mídia do centro do País.

Fotos: 1. Entrada na ‘boca’ da Barra; 2. Muito povo e carros; 3. O estaleiro ‘preparado’; e 4. A P-55.

(Dia lindo e ‘promissor’ – Verão de 2011/12).

Alegrias e dores – As alegrias e as dores de minha alma estão diretamente relacionadas ao grau de parentesco e… Meu parente mais próximo sou eu mesmo!

Fanatismo – Não me iludo: Avassalados os há em todos os ‘rebanhos’!

Fanatismo (2) – Concebo fé e médicos na dose exata. Quem disse que os dois são incompatíveis?

Livre-arbítrio – Meu livre-arbítrio não é bom nem mau; só uma liberdade para realizar coisas boas ou más.

Obsessão – Nos outros é uma coisa esquisita, quase hilária; em mim sempre será uma injustiça a me vitimar.

Preconceito religioso – Se, na década de 70 eu mudava de calçada quando avistava um espírita, hoje consigo imaginar as dificuldades de Kardec, Chico, Bezerra, Eurípedes, Inácio Ferreira… em tempos anteriores e ‘mais bicudos’.

Vícios – O fato da preferência de Jesus pelos ‘viciados’ não me autoriza a não abandonar os meus.

Vocação – Às vezes me assusto com certas empreitadas e acho que são para pessoas vocacionadas.

(Verão de 2011/12).