Archive for fevereiro, 2012

Acordo reencarnatório é o nome mais apropriado para aquilo que chamam de destino ou fatalidade. Tal acordo que um dia foi mediado entre o Plano Espiritual e minha consciência teve suas cláusulas pautadas na vida pregressa do cliente, no caso eu. De volta ao plano físico o véu do esquecimento encobre o meu contrato; precisarei então trabalhar com as evidências.

Quando chego de ‘mala e cuia’ neste Planeta, os problemas que se apresentarão para mim na família, sociedade, trabalho, comunidade são justamente as evidências do acordo feito a despeito do favorecimento do esquecimento. O filho problemático, o colega que me enlouquece, a cunhada que me inferniza… O casamento que me realiza, o prazer de uma amizade, são tudo evidências. Se eu perceber e administrar bem todas essas manifestações eu terei mais facilidade de cumprir com sucesso as cláusulas de meu acordo.

Cumprir essas cláusulas todas faz parte de meu amadurecimento, como diz Francisco do Espírito Santo Neto/Hammed à pag. 38 de As dores da Alma “o amadurecimento do ser humano inicia-se quando cessam suas acusações ao mundo”. Os autores se referem aqui ao meu amadurecimento moral que se dá quando eu deixar de acusar a deus e a todo o mundo e compreender que tenho, sim, pendências com meu filho, com meu colega, com minha cunhada… e contratei confraternizar com minha esposa e com o amigo querido.

Cumprindo, ainda, todas as cláusulas acordadas, estarei mais maduro e auto-financiando meu próximo contrato, mais light considerando o saneamento moral.

É elucidativa a questão 851 de O livro dos Espíritos quando diz que “todos os acontecimentos são pré-determinados… pela escolha que o Espírito fez, ao encarnar, desta ou daquela prova para sofrer. Escolhendo-a, institui para si uma espécie de destino…”

(Finalzinho do verão de 2011/12).

Releio com gosto e sempre garimpando coisas novas, As dores da alma. Em abertura de junho de 1998, Hammed dá uma roupagem espírita aos sete pecados capitais instituídos pela ortodoxia da igreja os quais incluo na “indústria” da culpa.

Nos fragmentos abaixo o amigo espiritual, dentro de sua humildade tão sujeita a enganos como qualquer outro, mas com a responsabilidade de uma alma que leva ao alto o archote iluminado que Jesus Cristo, por compaixão [lhe] concedeu carregar, pincela a visão doutrinária ante mais essa aberração “industriaria”:

  • Orgulho, preguiça, raiva, inveja, gula, luxúria e avareza são apenas desajustes, neuroses ou desequilíbrios íntimos. Esses “pecados” precisam mais de auto-análise, reparação e tratamento do que condenação, repressão ou castigo;
  • As “dores da alma” são fases naturais da evolução terrena, nas quais estagiam todos os seres em crescimento espiritual;
  • Quem compreendeu as divinas intenções do Poder da Vida sabe que, na nossa existência, nada pode estar acontecendo de errado, pois a obra da Natureza tem a maravilhosa capacidade de sempre estar promovendo a todos, mesmo quando tudo nos pareça perda ou destruição;
  • Limitemo-nos – e aqui está um convite à discrição, tolerância e complacência – unicamente a olhar e observar os vários níveis da experiência humana sem contestarmos ou indagarmos se poderiam ou não ser de outra forma;
  • Todos somos alunos, não malfeitores na escola da vida; as “dores da alma” são as educadoras particulares que a Harmonia da Vida nos concedeu.

Que tudo o que aqui foi pincelado não me sirva se pretexto à acomodação… Convenço-me, cada vez mais, que sou o enfermeiro de minhas feridas, o cirurgião plástico de minhas seqüelas e que cada encarnação é uma mesa para a auto-cirurgia.

(As expressões em itáliconegritos por minha conta – são da introdução do livro As dores da alma, de Francisco do Espírito Santo Neto/Hammed, Ed. Boa Nova) – (Final do verão de 2011/12).   

Uma pequena reflexão sobre culpa em apenas dois itens: A culpa em sua naturalidade e a “indústria” da culpa:

1. Peregrino que sou neste Planeta de Provas e Expiações, encaro a culpa como sendo um efeito natural de todos os equívocos que cometi, cometo ou cometerei; ou seja se estou ‘por aqui’ é porque tenho ‘culpa no cartório’. O Bondoso e Justo Pai deu-me inteira liberdade para arbitrar entre o bem e o mal e fazer minhas escolhas. Todas as vezes que optei pelo mal, acumulei culpas; as vezes que enveredei pelo bem realizei, digamos, uma ‘pequena

plástica’ nos estigmas – cicatrizes – que trouxe de passadas vidas ou que adquiri nesta. É assim que funciona a questão culpa – a verdadeira – dentro da causa e efeito. Sou eu mesmo o meu ‘cirurgião plástico’ e cada reencarnação é o meu ‘bloco ambulatorial’. É assim que me responde a questão 631 de O Livro dos Espíritos: “… Deus [me] deu a inteligência para distinguir um do outro.” (O que é bem do que é mal).

2. Mas nem sempre foi assim; em tempos mais bicudos – e ainda hoje -, e a fim de estabelecer dependência religiosa, produzir temor nos fiéis, determinar comportamentos e posturas convenientes às suas “nobres causas missionárias”, religiosos ortodoxos criaram a “indústria” da culpa. Como ovelhas acuadas os cristãos apresentam-se ante seu confessor para serem absolvidos através do ‘sacramento da confissão’ ou ‘confiteor’ ficando, a partir daí, isentos de suas culpas e sem nenhum ressarcimento; fácil, não?! Chamo de “indústria” porque dessa forma os incautos continuarão no cabresto de alguns, com medo do ‘fogo eterno’. Aliás, na questão 974-a, quando a Espiritualidade é perguntada se “o temor desse fogo não produzirá bons resultados”, a primeira parte da resposta é categórica: “Vede se serve de freio, mesmo entre os que o ensinam…”

Abomino aqui a “indústria” da culpa. Fico com meu livre arbítrio, tentando distinguir entre o bem e o mal. E quando me sentir culpado, serei meu próprio ‘cirurgião plástico’, esticando daqui, puxando dali, tentando reparar acolá…

Ou quem sabe, juntando meus caquinhos não construa um belo mosaico.

(As expressões em itálico são do cap. Culpa do livro As dores da alma, de Francisco do Espírito Santo Neto/Hammed, Ed. Boa Nova) – (Final do verão de 2011/12).

Na tentativa de abordar assunto com título tão desgastado, resolvo fazê-lo em três itens:

1. Herói, no sentido mais tradicional, é o homem – ou a mulher – notável por suas qualidades extraordinárias. Neste panteão, coloco governantes iluminados, filósofos, pensadores, líderes de resistência, cientistas dedicados… Até aqui, não falei nenhuma novidade, pois esses homens sempre foram considerados modelos a serem seguidos. Chamá-los-ia, simplesmente de… heróis, se é que ser herói é uma coisa simples!

2. Vivendo momentos de extrema turbulência no quesito herói, a humanidade vem questionando valores e rejeitando-os sem muita análise. A liberdade sem responsabilidade faz com que surjam personagens exóticos, facilmente alçados à condição de heróis. Dessa forma, modifica-se drasticamente o perfil dos ‘novos’ heróis, reverenciados por fãs inconseqüentes e irrefletidos:

  • ‘Reality Shows’ apresentados por cronistas inteligentíssimos – e isto é inegável! – apresentam bizarros e exóticos ‘heróis’ inescrupulosos. A rotina de suas ‘tarefas’ apresentará intrigas, brigas, antagonismos e libertinagens. Mas o público fã, em seu frenesi os manterá no ar porque a emissora estará vendendo… Nem que seja a alma para o ‘diabo’!
  • Artistas muito belos, mas desequilibrados, são mostrados pela mídia em seu apogeu e no seu declínio, este, na maioria das vezes lamentável, mas mesmo assim noticiado, ‘renoticiado’, em reportagens requentadas que a mim me dão asco!
  • Atletas regiamente remunerados, mas com padrão de comportamento pouco elogiável. Muitas vezes a mídia evidencia mais seu comportamento do que suas habilidades: O ‘topete’ é mais importante que o futebol.

3. Há, entretanto, uma terceira categoria de heróis. Anônimos eles contribuem para a construção de um mundo melhor:

  • O jovem que diz não às drogas e à promiscuidade;
  • O estudante atento a seus deveres e que não ‘cola’, mesmo tendo oportunidade;
  • O filho que cuida dos pais idosos ou enfermos;
  • O professor que leciona com dedicação, mesmo quando mal remunerado;
  • O empresário honesto, que não sonega tributos e nem lesa seus clientes.

Vejam amigos leitores que há heróis e ‘heróis’… Lamentavelmente os tradicionais são esquecidos, os anônimos não ‘vendem’ e ainda são chamados de ‘trouxas’ e os exóticos são endeusados.

‘Hay’ que virar este jogo!

(Todas as expressões em itálico, foram retiradas do cap. Os verdadeiros heróis, do livro Momento Espírita, vol. 7, editora FEP) – (Verão de 2011/12).

Meus amigos: Uma edição de ‘mínimas e curtas…’ um pouco mais leve e alegre. Alegrias sem excessos! Será o meu lema neste período. Poderá ser, também, o teu. UM FELIZ CARNAVAL!

  • ‘Borracho’ – Não é só o que bebe, mas também o que segura o copo do amigo no carnaval.
  • Carnaval – Onde estiver o meu carnaval, aí estará também o meu coração.
  • Carnaval (2)– Se o vício circunscreve-se ao excesso, meu carnaval poderá não ser vicioso.
  • Engano “Atrás do trio elétrico só não vai quem já morreu…” Eles que pensam!

Fantasia‘Tô’ gordo! Acho que minha fantasia não caberá…

Fofoqueiro (Definição) – Homem: Analista crítico do comportamento alheio. Mulher: Fofoqueira, mesmo!

Máscaras – Ainda estou escolhendo uma entre as minhas tantas, para este carnaval.

Máscaras (2) – Quando abro meu baú carnavalesco encontro fantasias, brilhos, acessórios; o que mais há, porém, são máscaras.

Máscaras (3) – Não sei se confecciono novas ou se retiro todas as que tenho guardado em meu baú.

(Verão de 2011/12).

“Quem de vós – pergunta-nos Jesus, através de Mateus, 6,21 -, poderá acrescentar um côvado à sua altura?” O Mestre, nesta alegoria, nos falava das vãs preocupações: O que vestir, o que comer, o dia de amanhã e… A riqueza!

Primeiramente, é necessário que lhes informe o significado do termo: O côvado judaico possuía aproximadamente 44,7 cm – o comprimento de um antebraço – e aqui está a dimensão do folclore utilizado por Jesus, que, talvez quisesse nos dizer que nas coisas que são do poder da natureza, nossas preocupações com o comer, vestir, o posteriore e, principalmente, a riqueza se tornarão questionamentos vãos.

Em Momento Espírita, Vol. 7 – Ed. FEP -, no Cap. De pobres e de ricos, encontrei algo apropriado; transcrevo-lhes os fragmentos mais adequados:

“A maioria dos seres humanos deseja ser rico. É um sonho generalizado. O doente acredita que o dinheiro vai lhe dar tratamento ‘vip’. O saudável sonha com viagens, jantares em restaurantes sofisticados. Os idealistas, sonhadores e ‘santos’ querem dinheiro, sonham em melhorar o mundo, construir hospitais e abrigos. Mas há alguns aspectos da vida que não estão acessíveis à influência do dinheiro… Nas coisas sutis – que são de domínio exclusivo da Divindade – o dinheiro é inútil:

  • Ele pode tornar ‘mais belos’ os filhos dos ricos?
  • Nem a maior fortuna do mundo compra consolo para a mãe que perde o filho;
  • Quem pode evitar a morte, a velhice ou o sofrimento, por mais dinheiro que tenha acumulado?
  • Crescemos – mendigos e milionários – contemplando o mesmo sol, tendo a mesma lua como testemunha silenciosa de nossas vidas;
  • A morte, um dia chegará para todos. Encontrará alguns em nobres leitos… A outros surpreenderá solitários e maltrapilhos. Mas ela virá para todos;
  • O preço do caixão, a imponência do túmulo, serão diferenças ‘externas’. No interior das sepulturas, a lei da decomposição alcançará aos corpos dos magnatas e pobrezinhos; e
  • Passadas algumas décadas, quem poderá dizer quais daqueles brancos ossos era dono de mais dinheiro?”

Agora, já com uma idéia da medida em questão, face o exposto e não desconsiderando, é lógico, a Lei de Progresso e o livre-arbítrio concedido a todos, me faço a pergunta e os convido a todos a se questionarem:  Em quantos “côvados” desejo aumentar a minha riqueza? Nas coisas sutis – que são de domínio exclusivo da Divindade – o dinheiro [me será útil]”?

Convido-os à questão!

 (Verão de 2011/12).

O período carnavalesco, esse que adentrará em breve é como aquele baú do tesouro do qual fala Jesus em Mateus 6, 21 “porque, onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração”.

Neste período, abrirei então o meu baú carnavalesco e retirarei dele o que bem desejar: Poderão ser alegria, confraternização, reencontros agradáveis ou, numa segunda alternativa – e macabra -, dissimulação, falsidade, disfarces, engodo…

  • Na primeira hipótese, estarei direcionando minhas folias para um rumo sadio, ou seja, dentro de minha ética, para uma direção na qual não estarei machucando – ofendendo, afrontando, provocando – a mim mesmo e tão pouco aos outros. O mais gratificante, no meu caso, é que se trata de um período que reencontro pessoas muito queridas que muitas vezes só as vejo nesta época; dessa forma, meu folguedo será curtir essas pessoas.
  • O que não desejo é abrir o meu baú e daí retirar fantasias, adereços, acessórios e – o que há de mais perigoso nesse baú de carnaval – as minhas máscaras. Estaria, dessa forma, me travestindo com fantasias para não ser reconhecido em meus atos de afrontas. Dissimularia meu rosto com todas as máscaras possíveis a fim de machucar e provocar sem ser reconhecido. Engalanar-me-ia com os engodos de complementos e adereços para seduzir a quem? De mais a mais estes nada têm a ver com a simplicidade que vivo apregoando.

É! Meus amigos, onde estiver o meu carnaval, aí estará o meu coração… Digo-lhes, com sinceridade, que desejo para mim e para todos os que amo o carnaval da primeira hipótese!

Pensem nisso!

(Verão de 2011/12).

Meus amigos: Não tenho a pretensão que estas curtas sejam pérolas… Se forem pétalas e conseguirem iluminar o dia de umzinho só, dar-me-ei por satisfeito. Um abraço!

Bancos – De bancos não espero graças; milagres, nem pensar! Com muito boa vontade, favores;

Bonzinhos, bons… – Os bonzinhos só me dirão coisas doces; já os bons, as necessárias;

Dinheiro – Carrego pouco… Ladrão que pegar minha carteira só vai levar cagaço; ou… ‘cagarça’;

Loucos – Louco rico é excêntrico; pobre é louco mesmo!

Máximo, mínimo – Se eu ligar para o banco, o máximo que poderei obter serão favores; se ligar para a Espiritualidade favores será o mínimo que conseguirei;

Poetas – Poeta certinho, certinho… Não é poeta; e

Sintonia – A harmonia do meio ambiente, a freqüência e a sintonia sempre influenciarão na captação da mensagem.

(Verão de 2011/12).

Frescobol, bocha, castelos de areia, são as diversões preferidas da gurizada e de algumas pessoas mais maduras em ‘minha’ praia… Serão? Assim admitia até o dia de hoje! Surpreendi-me com duas – eu disse duas e não dois – adolescentes jogando bolinhas de gude. Admirado, parei e dirigindo-me à mãe – suponho – das duas exclamei: Mas isto ainda existe?! Na verdade, naquele momento passou um filme em minha cabeça e comecei a me lembrar de minha infância quando, à época do internato nos Salesianos essa diversão era muito comum.

Lembro-me que os mais velhos – entre eles Francisco Figueiredo, Adão e Pedro Soca – preferiam o futebol na cancha arenosa do Leão XIII. Os menores – e aqui me incluo, juntamente com o

Alglacir Bispo Cáceres – preferiam bolinhas de gude. Forcei, então, naquele momento minha memória, e comecei a rebuscar uma série de termos que eram utilizados nessa atividade lúdica que não sei se ainda o são nos dias atuais:

  • Imba – Era um pequeno buraco feito no chão onde a bolinha de gude deveria entrar;
  • Raia (ou risca) – Risco paralelo ao campo de jogo… Quem mais aproximasse sua joga da raia, iniciaria o jogo junto ao imba, ultimamente não mais um buraco, mas um círculo onde cada competidor casaria as bolinhas a serem disputadas; poderia ser uma, duas, quatro… a serem
  • casadas por competidor;
  • Joga – Era a bolinha utilizada por cada competidor para realizar a expulsão das bolinhas casadas no imba ou nicar o adversário que, no caso, seria morto;
  • Matar – Matar era nicar o adversário, excluindo-o da competição;
  • Morrer – O jogador nicado era considerado morto;
  • Às vera – O jogo poderia ser amistoso ou às vera; neste caso as bolinhas conquistadas trocariam de propriedade;
  • Às brinca – Era o contrário: Um jogo amistoso;
  • Olhinho – Eram bolinhas menores, muito bem elaboradas que despertavam uma especial cobiça;
  • Bolão – Bolas maiores que em certas ocasiões eram utilizadas como joga e que tinham a capacidade de maior abrangência em retirar as bolas casadas no imba;
  • Esfera – Como o nome revela eram bolas de aço que consideradas assassinas, na maioria das vezes eram vetadas na competição;
  • Rapa-luz – A partir do momento em que o sino batia – o do Leão XIII era de médio porte e ficava próximo à livraria -, sinalizando o início ou reinício das aulas o rapa-luz estaria autorizado. Ou seja, corvos de plantão e que estavam ali só para isso ficavam no entorno do imba para executar a colheita.
  •  C… de galinha – Era o sujeito que não tinha muita habilidade em manejar sua joga; e
  • Nhaque – Era o movimento que se imprimia à bolinha; o impulso dado a ela para sair da mão do jogador; a bolinha de gude também era chamada de bolinha de nhaque.

Bons tempos, meus amigos! Estudar, divertir, divertir… Todos estavam com as preocupações muito distantes. Família, responsabilidades, impostos, incomodações… Apareceriam bem mais tarde!

Qualquer dia lhes falo de piões, ioiôs, pandorgas… Como as bolinhas de gude – ou de nhaque – todos fora da virtualidade!

(Verão de 2011/12).

Meus amigos: Não tenho a pretensão que estas curtas sejam pérolas… Se forem pétalas e conseguirem iluminar o dia de umzinho só, dar-me-ei por satisfeito. Um abraço!

Comércio – Se, de pequeno, iniciei meu filho no comércio – comprei-o com brinquedos, tênis, roupa, carro -, é muito provável que, em minha velhice, ele tome gosto e me abandone a uma enfermeira cara.

Dinheiro – Se quiseres garoupas, não as procura em minha carteira… Vai até os molhes da Barra!

Felicidade, infelicidade – Quando a infelicidade me visita dentro dos domínios de meus recursos, talvez esteja querendo me informar que a felicidade está fora deles.

Internet – Gosto de uma página de relacionamento: Ela descobre parentes meus que estavam ‘escondidinhos’.

Internet (2) – Uma página de relacionamento é avanço tecnológico, é ciência… Saber usufruí-la poderá ser religião.

Intuição – Na reflexão, meus ouvidos poderão receber excelentes idéias dos desencarnados. Já em sociedade os encarnados invadirão todos os meus sentidos.

Trocadilho mediúnico – Numa reunião mediúnica até os pequenos são médios(uns)!

Preço do milho – Quanto custa um milho em minha praia? Dois reais – ou uma tartaruguinha! -, um sorriso, uma boa conversa e ficamos quite, o carroceiro e eu…

Prevenção – “Cautela, caldo de galinha” e arroz de Beneficência Portuguesa, “não fazem mal a ninguém”!

Sociedade – Um momento de silêncio, de reflexão é importante. O burburinho da sociedade é essencial ao meu aprendizado e, convenhamos… ao meu blog!

(Verão de 2011/12).