Archive for abril, 2012

Se for bem verdade que pessoas de mesma sintonia vibracional compartilham de mesmas verdades, também não é mentira que essas verdades evoluem de tempos em tempos; o que é verdade hoje poderá não sê-lo mais amanhã. O ovo que era vilão passa a ser mocinho; a carne vermelha consumida com equilíbrio poderá ser salutar…

Minha mediunidade nasceu comigo, a de Chico com Chico, a de Hitler com Hitler, a de Kardec com Kardec, a de João Bosco com João Bosco… O que difere em cada um é o ‘momento’ de sua afloração e o ‘emprego’ que cada um dará a ela.

Sendo muito particular também ela será original e cada um irá desenvolvê-la à sua maneira. Se existirem regras para isso, vislumbro, tão somente, desejar ardentemente o bem, ser natural e considerar-se médium 24 horas por dia.

Partindo do pressuposto que “o ser humano torna-se original apenas quando percebe o toque da inspiração divina em si mesmo”, minha mediunidade será fruto daquele toque ‘particular’, dado ‘originalmente’ a mim. A partir daí eu terei a minha maneira muito própria de receber mensagens, ‘peneirá-las’, decodificá-las e ‘publicá-las’.

Ao toque particular, original e, principalmente natural, estarei apto a utilizar “pupilas invisíveis”, “ver sem valer-me dos olhos” e “saber antes de tomar conhecimento dos fatos”.

(Sintonia e expressões em itálico são do capítulo Harpa silenciosa, pg. 41 de Conviver e melhorar de Francisco do Espírito Santo Neto/Lourdes Catherine, Ed. Boa Nova) – (Outono de 2012).

Vive-se hoje a época das máquinas de café e dos solúveis… Sou do tempo da ‘essência’ – chamada também de ‘tintura’. Minha mãe ou as avós colocavam na mesa a essência do café, às vezes novinha, cheirosa, na maioria das vezes nem tanto; e ainda alertavam elas, em ‘tempos bicudos’: A tintura ‘hoje está forte’! – Que era para não ser consumida muito…

Toda minha atuação vivencial, para ser autêntica, não poderá fugir de minha essência, ou daquilo que tenho de mais espontâneo dentro de mim.

Voltando à analogia da essência – tintura -, meu grande cuidado deverá ser para que a ‘minha’ essência se conserve sempre ‘renovada’, cheirosa e forte.

Na natureza há os melhores exemplos de essência, espontaneidade e atuação:

Rosas não exalam perfume de jasmins; bem-te-vis não cantam como corruíras – a alma de gato, matreira é que, por necessidade, imita outros pássaros -; e de uma goiabeira não se colhem pitangas…

Seguindo o ritmo da natureza, manter minha essência renovada, forte e cheirosa, significa ajustá-la aos Divinos Propósitos.

Sempre que eu atuar consoante minha autêntica essência Divina, estarei sendo o Eco de Deus. Não importará o tamanho que o meu lume tenha adquirido… Ele estará sempre alumiando.

Minha atuação, portanto, dependerá de minha espontaneidade e esta de minha essência. Não posso ser mais ‘borra’ do que essência!

(A sintonia é do capítulo O dom de expressão, pg. 33 de Conviver e melhorar de Francisco do Espírito Santo Neto/Lourdes Catherine, Ed. Boa Nova) – (Outono de 2012; dia em que a essência do Dorival sobrepujou a do Luxemburgo!)

Volto ao assunto ‘felicidade’… Se eu acreditar que “a felicidade não é deste mundo” (Item 20 do Cap. V do ESE), não estarei sabendo decodificar a codificação…

Nos primórdios, quando só exteriorizado, estabeleci alguns padrões e chavões para a felicidade: ‘Ter dinheiro, ter influência, ter importância… ’ Voltando-me ao meu interior ‘comecei a começar’ o entendimento da máxima codificada, pois é ao mundo da fama, do dinheiro, do interessante e do fátuo que ela está dirigida.

Com esse entendimento, começo a particularizar minha felicidade e o mundo exterior só me servirá para me ‘dar os toques’ necessários em me dizendo que a felicidade, de tão simples chega a ser simplória… Os pequeninos são simples e até simplórios! Essa ‘pequenez’ me mostra, então, que ela poderá estar:

  • Na chuvinha mansa que cai, emprenhando a terra seca e lhe dando um aroma ímpar…
  • Na incondicionalidade do amor de meus animaizinhos;
  • Na alegria estampada na cara de crianças pobres ao receber guloseimas, quando eu achava que só as ricas delas gostavam…
  • Na satisfação do guardador de meu carro, quando converso com ele paralelamente ao ‘pagamento’ devido;
  • Ao ver flores se abrindo, pássaros retornando, estações se alternando, folhas ora caindo… Ora brotando; 
  • Meu vizinho saudando, a gurizada brincando, o transeunte anônimo sorrindo, o amigo chorando e suas lágrimas eu secando…
  • O abraço maduro dos cônjuges envelhecendo, lutando, avançando…  Doando-se e amando!
  • Ao formular, expressar e compartilhar idéias. Entender o sentido de minha dor, perceber a alheia e confortá-la de perto de longe, ‘in loco’ ou virtualmente, amorosamente…

“Encontra-se a felicidade em forma de Toque Divino em toda parte [pois] a felicidade é o perfume de Deus”.

Como, então, não entender a felicidade como uma ventura muito particular?

(Sintonia e citação são do capítulo Perfume de Deus, pg. 23 de Conviver e melhorar de Francisco do Espírito Santo Neto/Lourdes Catherine, Ed. Boa Nova) – (Outono de 2012; chuvinha mansa!)

Segundo Dom Aurélio, “espirituoso” é aquele que tem graça, vivacidade. Hammed me esclarece que “espirituosos se utilizam de ‘seu’ espírito (alma) para agir”.

O exemplo mais límpido de “espirituoso” é o nosso querido palhaço. Sabe o palhaço profissional?! Sua alma poderá estar despedaçada, mas ele saberá filtrar, ou seja, apartar de seu âmago aquilo que não lhe é tão bom no momento e somente me entreter com aquilo que possui de nobre.

Por ainda viver em degrau evolutivo de uma faixa própria a este Planeta, não estou – ainda – em contato somente com Entidades Ótimas… Volta e meia me deixo ‘infiltrar’ por pensamentos de medianos a ruins. Minha alma, desta forma, recebe boas e ruins informações.

Filtrar esses pensamentos significa, segundo Hammed, eu receber todas essas ‘informações’, saber processá-las, retirando-lhes o bom segundo a ‘minha’  consciência e bem agir com elas perante mim e ‘meu público’. Segundo Aurélio Buarque, de posse desses bons sentimentos eu agirei, perante aqueles que convivo, com ‘graça’ e ‘vivacidade’.

Se eu não souber processar essas ‘mensagens’ recebidas, poderei estar espalhando à minha platéia, “ecos [de um] mundo” um tanto obscuro, que não serão, em hipótese nenhuma, o ‘meu’ lado “espirituoso”. Serão elas, além de não muito boas, impressões de ‘outras’ entidades.

‘Respeitável público’, com vocês, portanto, o palhaço, ‘gracioso’, ‘vivaz’, “espirituoso”!

(Para minha amada ‘velhinha’, que, como eu, adora palhaços!)

(Sintonia e expressões em itálico são do capítulo Ecos do mundo, pg. 99 de A imensidão dos sentidos de Francisco do Espírito Santo Neto/Hammed, Ed. Boa Nova) – (Outono de 2012).

Descobrir o próprio talento, ou vocação é tal qual à pessoa que recebe lindo presente embrulhado… Para que o agraciado “desenvolva”- ou descubra – o conteúdo do mimo, “o invólucro precisará ser desenrolado e aberto”.

O talento não é algo que se adquire no supermercado, farmácia, padaria… É inato, ou seja, a pessoa o traz consigo quando por aqui chega, neste Planeta, de ‘mala e cuia’. Talento também não é coisa de uma só vida: O dom acompanha o peregrino em suas reencarnações sucessivas.

Para descobrir o talento, cada um precisará “desembrulhar” o pacote e para fazê-lo, será necessário “ouvir a voz da própria alma”. Está claro, então que vocação é o eco da alma.

Vocação, talento, precisará ser algo prazeroso. Mas vocação não é algo para se ganhar dinheiro? Também! Mas ganhar dinheiro, ganhar a vida com prazer é muito mais salutar.

Importante não esquecer a parábola dos talentos, contada por Jesus: Talentos não podem ser ‘enterrados’…  Porque enterrar é antagônico a descobrir, desembrulhar…

… Depois de desembrulhado esse pacote, o presente precisa frutificar em favor da pessoa, de sua família, de seu trabalho, de seus amigos, da comunidade em que labora!

Convém finalmente não esquecer: É nobre ‘emprestar’ – desinteressadamente –, o inato e gratuito talento recebido!

(Sintonia e expressões em itálico são do capítulo Vocação, não obrigação, pg. 95 de A imensidão dos sentidos de Francisco do Espírito Santo Neto/Hammed, Ed. Boa Nova) – (Outono de 2012).

Conta o livro do Gênesis (2, 16 e 17), de uma forma muito fantasiosa, que o Pai Eterno colocou nossos ‘primeiros pais’ num paraíso de delícias, onde havia a árvore da ciência do bem e do mal; proibiu que lhe provassem os frutos e caso isso acontecesse, ‘morreriam’. O devaneio do livro não é quanto ao bem/mal, mas quanto ao tolhimento da liberdade…

Na questão número 120 de O Livro dos Espíritos Kardec me clarifica que, não precisaria o homem “passar pela fieira do mal para alcançar o bem, mas pela da [santa…] ignorância”. Ou seja, criado simples e ignorante, ‘mas’ possuidor da centelha de Deus, portanto ‘liberto’, tal qual He-Man possuindo o poder de ‘Grayskull’, me arvorei a bradar em alto e bom tom: “Eu tenho a força”!

Mas à proporção que me sentia com força – ou herdeiro dela –, me apercebia também falível… E aí estava estabelecido o paradoxo – contradição – que eu precisaria decifrar; quem sabe a luta de He-Man contra esqueleto ou a ‘coragem’ de ‘Adão e Eva’ me ajudariam. Usar minha liberdade e transformar meus instintos em pensamentos, idéias, sentimentos… A ‘fieira’ de Kardec significa ‘experiências’, e quantas já não passei, passo e passarei nesse meu roteiro constante?

Tomando uma em cada mão, dei de rédeas na liberdade e em meu germe perfectível, e nunca ignorando minha falibilidade atravessei milênios – e ainda o faço -, tentando reverter a ignorância para ciência, minha insensatez para acertos e desassossegos para equilíbrio.

Os ‘esqueletos’ estão por aí… Preciso “recorrer à sabedoria de iluminados que vivem em [minha] época, que vieram antes de [mim, mas e, sobretudo], tomar posse da força espiritual que há em [meu] interior”.

Preciso ter a força!

(Sintonia e expressões em itálico são do capítulo Falibilidade, pg. 89 de A imensidão dos sentidos de Francisco do Espírito Santo Neto/Hammed, Ed. Boa Nova) – (Outono de 2012; muito frio!)

As coisas que vejo são exatamente do tamanho e da cor de meus olhos… Quando afirmo isto, me refiro ao meu ‘estado de ilusão’, ou fascinação; de não querer, ainda, ou não poder ver, ouvir, falar, tocar, andar, perceber coisas que ‘meu estado’ orgulhoso, fascinado, vaidoso, egoísta, ainda não me permite. Ou seja, minha atual evolução ainda vive ‘num estado’ orgulhoso, fascinado…  Quando digo ‘estado de’, significa que, apesar de tudo isso, fui criado perfectível; possuo o germe da perfeição.

Jesus, ao proferir a sentença do título, talvez quisesse ser mais amplo:

  • Não desejo ver porque tenho interesses em verificar coisas somente ao redor de meu umbigo. Quando fico mouco a verdades benfazejas que ecoam à minha volta;
  • Não quero ouvir porque somente a voz de minha razão impera;
  • Por que falarei se as pessoas não estão no meu patamar?
  • Não quero afagar as pessoas porque é perda de tempo e, de mais a mais, algumas me dão asco!
  • Não quero andar porque a paralisação de minha acomodação é mais confortável;
  • Não quero perceber – e aí a coisa pega! – porque a sensibilidade de meu coração ainda é ‘primária’; não galgou o ‘ginasial’.

Considero-me ‘meio’ cego quando não quero ver (ver, ouvir, falar, tocar, andar…) e cego ‘inteiro’ quando abandono a percepção, ou o olhar do coração.

Grandes personagens da história desejaram ardentemente ver: Zaqueu postou-se no camarote do sicômoro para ver o Mestre; a prostituta desejou o toque de Jesus; Tomé queria ver para acreditar; Chico de tanto querer ver, lastimou os olhos; João Bosco percebia a aflição de seus pequeninos abandonados; Kardec queria ardentemente ver e sentir o que os Amigos Espirituais lhe revelavam para que a posteridade também visse, andasse, falasse, ouvisse e ‘se tocasse’ a respeito de uma nova mensagem. Nenhum deles era ‘santo’, mas porque quiseram, ‘se tornaram’…

 Pois é, meus amigos, “o pior cego é o que não quer ver”, ouvir, falar, tocar, andar, perceber… Mas estou na luta. ‘Vamo’ nessa?!

(A sintonia é do capítulo Ilusão e realidade, pg. 83 de A imensidão dos sentidos de Francisco do Espírito Santo Neto/Hammed, Ed. Boa Nova) – (Outono de 2012; frio!)

Domino muito pouco a questão sonhos. No capítulo sub-mencionado, está claro que estes episódios oníricos – relativos a sonho – poderão ser de quatro ordens:

“Visão atual de coisas presentes ou ausentes; uma visão retrospectiva do passado; [excepcionalmente] um pressentimento do futuro; [e] freqüentemente, painéis alegóricos que os Espíritos fazem passar sob nossos olhos para nos dar úteis advertências e salutares conselhos”.

Negrito o último, pois se adéqua ao assunto: Sendo Deus Soberanamente Justo e Bom, entre os outros cinco atributos principais, Se utiliza, também, de meus sonhos para ‘contribuir’ com minha progressão. Sabendo o Pai Eterno que meu roteiro inicia com o erro, mas jamais terminará ao meu acerto, ou seja, sou destinado à perfeição, sonhos às vezes por mim julgados fantasiosos, poderão – e aí cabe a minha interpretação – estar me puxando as orelhas.

Acometido por um desses, e impossibilitado de interpretá-lo corretamente, minha posição deverá ser de humildade, de desconfiança em mim e de confiança na Vida Plena.

Se, por exemplo, ainda teimo em viver em meu ‘estado orgulhoso’ – ninguém o será para sempre… -, a Espiritualidade poderá me enviar recados amorosos através de uma imagem ‘aparentemente’ incompreensível. Haverá nele sempre entrelinhas, mas deverei fazer um esforço para tirar dele o maior aproveitamento possível para controlar ‘esse’ tipo de vício, pois, afinal…

…Poderá ser esse sonho, o meu Divino “conselheiro”!

(Sintonia e citações em itálico são do capítulo O simbolismo dos sonhos, pg. 73 de A imensidão dos sentidos de Francisco do Espírito Santo Neto/Hammed, Ed. Boa Nova) – (Outono de 2012; já frio!)

“Cogito, ergo sum”, penso, logo existo. Quando René Descartes (1596-1650), afirmou isto, evidenciou a mim e ao mundo que: Primeiro – Este ‘corpinho lindo’ que possuo, por si só não se sustenta; que a alma não é um mito. Segundo – Que meu pensamento, inevitavelmente, me transformará em obra de arte ou num monstro… Senão, vejam:

  • Meu time ainda nem embarcou para o palco do jogo e eu estou roendo as unhas porque sei que o adversário é difícil… Ante o frenesi e a inquietação provocados por meu pensamento, me torno visivelmente distraído e inquieto. É meu corpo tomando a ‘forma do temor’.
  • O medo de ladrões provocará rugas em minha testa e modificações drásticas em minha casa. Meu corpo e minha casa tomarão as ‘formas do pavor’.
  • Quando me sinto pequeno ante a imensa Bondade Espiritual, em me transmitir mensagens, meus olhos verterão… Meu corpo toma a ‘forma da gratidão’.
  • Após dar o primeiro passo na direção do perdão e ficar aliviado, meu corpo ficará ‘relaxado e liberto’.
  • Crianças pobres gostam de bombons que nem as ricas… Quando consigo levar-lhes guloseimas, meu corpo ficará em ‘forma de pluma’…
  • Ante o provável fracasso da ilusão de meu time, numa só temporada, sagrar-se campeão Gaúcho, da ‘Libertadores’ e nacional, meu corpo poderá ‘se entorpecer’.
  • Se acometido de culpas ante minha rigidez, poderei ‘desenvolver gastrites’.
  • Pensamentos preocupantes poderão ‘esculturar’ um ‘corpo paralisado’.

A “escultura” que o pensamento provocará em meu corpo será boa ou má. No ateliê, para revertê-la, consertá-la, reformá-la, o artesão mor serei eu!

Eu, corpo e alma, ‘ipsis litteris’ – fielmente -, sou exatamente o produto de meus pensamentos, crenças e idéias.

“Burro que corre por conta não cansa”: A metáfora popular me dá a liberdade de fazer as ‘asneiras’ que quiser… Arcarei, porém, com a responsabilidade no uso dessa desopressão.

“Crenças são pensamentos ou idéias que aceitamos como verdade e que criam harmonia ou deformidade em nosso veículo fisiológico”.

(Sintonia e citações em itálico são do capítulo Capacidade ignorada, pg. 51 de A imensidão dos sentidos de Francisco do Espírito Santo Neto/Hammed, Ed. Boa Nova) – (Outono de 2012; frio!)

Quando a mídia veicula em comerciais ou programas carentes de audiência:

  • Que somente tal sabonete me livrará de todos os germens;
  • Que o creme dental ‘x’ me resolverá todos os doze problemas bucais;
  • Que ora o ovo ora a carne vermelha me farão mal ou bem; e
  • Que a margarina ‘y’ – e aí põem nos displays 20 marcas delas – salvará meu coração…

…Essa mídia estará se prevalecendo de pequenos transtornos, manias, cacoetes, extravagâncias ou esquisitices em pequeno, médio ou grande grau que eu possa ter desenvolvido; ou seja, excentricidades que possam ter um dia me deixado sob o jugo do TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo).

Outono. Época que caem folhas; época, portanto, de juntar folhas: Após juntar 100% de folhas caídas, inevitavelmente cairão mais algumas… Se eu for obsessivo compulsivo em qualquer grau, entrarei noite adentro juntando folhas… 

Sabão ‘marmorizado Lang’, ou Gaúcho, Limpol, Lux, Palmolive, farão o mesmo efeito que o ‘especial sabonete’. Kolynos branco sempre ‘areou’ bem os dentes de antigamente. A margarina Sanrig – aquela do tabletinho de 100g – era tão gostosinha! Ovo, carne vermelha, carne de porco, dentro do equilíbrio, naturalmente e necessariamente, farão bem.

O TOC, sendo uma doença da alma, evidencia que o enfermo poderá estar sob o jugo – subjugado – de algum irmãozinho ainda não tão agradável que queira impedi-lo de ser feliz e progredir. Tal compulsão, como já disse se revela em diversos graus e em manias que desenvolvo como perfeccionismo, trabalho em demasia em detrimento do lazer, inflexibilidade, pré-ocupação, conceitos antiquados…

Em sendo uma doença da alma, os auxílios espíritas e dos psicólogos aí estarão para me ajudar. As Casas Espíritas começarão esse processo com uma boa conversa onde uma pessoa ‘de bom coração’ e habilitada saberá me indicar a melhor ‘direção’.

Finalizando, “as pessoas e as coisas não são integralmente corretas ou erradas, nem inteiramente boas ou más”.

(A sintonia e as citações em itálico são do capítulo Compulsão obsessiva, pg. 45 de A imensidão dos sentidos de Francisco do Espírito Santo Neto/Hammed, Ed. Boa Nova) – (Outono de 2012, esfriando…)