Archive for setembro, 2015

foto-rosa-brnaca-05É muito antiga a tradição de se encomendarem ‘ofícios’ pelos mortos: Ainda hoje missas (de réquiem) de corpo presente, de sétimo dia, mês e ano de falecimento são celebradas a pedido de familiares. Autoridades paroquiais às vezes cobram por isso…

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A tal respeito, entretanto, Emmanuel nos informa que as cooperações post mortem a um Espírito bem amado que [nos antecedeu] na jornada do túmulo, se limitarão:

Às nossas orações: A esse respeito o Benfeitor nos dirá que a oração coopera eficazmente em favor do que partiu, muitas vezes com o Espírito emaranhado na rede das ilusões da existência material. Enviar a nossos amados que nos antecederam no desencarne, excelentes emanações, será importante pelo fato de que esse Espírito, que teve a morte do corpo físico decretada, poderá, de imediato, não desejar desligar-se das ilusões materiais. Nossas preces amorosas cooperarão sobremaneira para ajudá-lo a livrar-se de tais liames densos.

Nos momentos de repouso do corpo, quando poderemos nos encontrar com esses bem amados, nos será possível:

  • Despertar-lhe a vontade no cumprimento do dever: A evolução sempre dependerá da vontade de cada um. Evolução, pois, é individual. Não somente em encarnações benfeitoras, evoluímos; temos deveres a cumprir também como desencarnados…
  • Orientá-lo sobre a sua realidade nova: Se ainda materializados, nossos amados pensarão estarem encarnados… ‘Sacudi-los’, nesses momentos, lembrando-os que não mais pertencem ao plano físico e que precisarão seguir adiante, será a nossa grande cooperação.

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A morte do corpo físico não separa Espíritos; o intercâmbio, por meio de vibrações ou visitas sonambúlicas é incessante; auxílios, portanto, serão incessantes; as cooperações espíritas deverão ser menos ordinárias, grosseiras, ingênuas e mais efetivas, pois…

… Afinal de contas, Espíritos bem amados precisarão sentir nossa cooperação, também e principalmente em tais situações. Quer seja uma prece, um incentivo ou orientação, será sempre a rosa cândida que lhes ofertaremos a título de sufrágio…

(Sintonia com a questão 330 de O Consolador, ditado por Emmanuel a Chico Xavier, 29ª edição da FEB) – (Inverno de 2015).

perdao-casalNa Lei Divina, há perdão sem arrependimento?

Nas considerações feitas sobre a Magnanimidade da Lei, ou a forma justa e bondosa como Deus rege os seres e as coisas da sua criação, desfeitear as questões sobre o perdão, seria uma ininteligência.

Para desenvolvermos nosso raciocínio, imaginemos que um dia, por infeliz infortúnio tenhamos subtraído a vida física de inocente filho de uma família.

Em tal caso, todo o processo do perdão passará, inevitavelmente, pelo ajuste das partes envolvidas e se débitos lhes restarem, a Infinita Justiça Divina, mais cedo ou mais tarde, entrará em ação.Vejamos:

  1. Ajuste das partes envolvidas – Todo o processo inicia-se com o arrependimento do faltoso, passa pelo perdão ofertado pelo ofendido e culmina com uma reparação. Falamos aqui de um processo ainda nesta vida.
  • Arrependimento: mais do que dizer, mostraremos aos que choram a falta do inocente que estamos profundamente arrependidos de nosso equívoco;
  • Perdão: à parte ofendida caberá a nobreza do perdão, até por dever considerar que tal ato infame é, e tão somente, efeito de uma causa anterior, possivelmente também infame, mas que as partes desconhecem; e
  • Reparação: aqui a parte mais importante e delicada. Repor uma vida? Não é impossível! Poderemos, se o desejarmos, repor não só uma, mas muitas. Quantos inocentes, à deriva no mar bravio da sociedade, que poderão ser colocados na rota do mar calmo por esse infrator? Não é fácil, mas nem por isso impossível!
  1. Ação da Infinita Justiça Divina – Se as partes não se entenderem nesta vida e se a reparação não for completa, a reencarnação [será] a sagrada oportunidade [como] uma nova experiência [que] já significa, em si, o perdão ou a Magnanimidade da Lei.

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Não equacionarmos questões de perdão será desejarmos escapar à Lei Divina – que se fará ‘aqui’ ou ‘acolá’ – sendo que ela é a única capaz de cicatrizar nossas feridas, por mais complexas que sejam.

Ainda nesta vida, onde ofensor e ofendido precisarão ficar curados, arrepender-se, perdoar e reparar, é sarar!

(Sintonia com a questão 333 de O Consolador, ditado por Emmanuel a Chico Xavier, 29ª edição da FEB) – (Inverno de 2015).

perdãoDespesas empenhadas (dadas em garantia), mas não pagas em um exercício financeiro, são chamadas de restos a pagar. Deverão ser distinguidas as despesas processadas (liquidadas), das não processadas (não liquidadas) – (Wikipédia).

Se perdoarmos nosso irmão, (aquele de sangue, mesmo) o estaremos absolvendo? E se não o perdoarmos o estaremos condenando? (Desenvolvimento da questão 332, de O Consolador).

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Utilizamos hoje a analogia ‘restos a pagar’ comparando-a a perdões que teimamos em deixar pendentes. O Mestre das misericórdias aconselha-nos a “reconciliarmo-nos com nosso irmão – todos, não só os de sangue – enquanto estamos a caminho” (Mateus, 5, 25), pois quando uma das partes já não estiver ‘mais a caminho’ (estiver desencarnada), a situação ficará ‘osca’, transferindo-se o ajuste para o ‘exercício seguinte’, que significará a necessidade de nova reencarnação.

Tais quais alunos repetentes, nos submeteremos a encarnações e mais encarnações até que ‘passemos de ano’ ou ajustemos nossas ‘contas.’

O livro caixa divino é muito bem conduzido: Sobra bondade, mas a Divindade não é ímproba na justiça. Dessa forma esse Deus Justo e Bom jamais nos condenará a um inferno mitológico, entretanto nos solicitará que em nosso plano reencarnatório requeiramos a permissão para nos reunirmos a todos aqueles irmãos com os quais as questões perdão ficaram pendentes.

Respondendo à questão inicial, proposta por Emmanuel, não haverá nem absolvição, nem condenação, simplesmente um saldo ou o fechamento ou não das contas de um exercício e…

… Se houver saldo positivo, poderemos nos reunir em ‘sistema financeiro’ mais aprazível, para que, em escalas mais elevadas aprendamos outros amores. Se houverem débitos – restos a pagar – seremos convidados a revivermos por aqui mesmo.

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Que se faz ao mau devedor, a quem já se tolerou muitas vezes? Não havendo mais solução (…) esse homem é obrigado a pagar! É o que se verifica com as almas humanas (…) cujos débitos são resgatados nas [sucessivas] reencarnações!…

(Sintonia com a questão 332 de O Consolador, ditado por Emmanuel a Chico Xavier, 29ª edição da FEB) – (Inverno de 2015).

alma-gemea-470x313É corrente a linguagem de homens e mulheres de nosso Planeta: ‘Se meu casamento nesta vida foi muito satisfatório, quando ficar viúvo/a não casarei novamente com receio de errar.’ Já ‘se minha união foi muito infeliz, não desejarei repeti-la…’

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Como já lhes dissemos, conviver e reviver com nossa alma gêmea, sempre será sagradas experiências ou exaustivos ensaios.

Vivermos um primeiro matrimônio com determinado cônjuge poderá não ser, necessariamente, experienciarmos com nossa alma gêmea. Esse sagrado treinamento ou parceria poderá estar no segundo, terceiro… consórcio, ou em nenhum, se nosso amado preferido estiver em plano diferente.

Enquanto que a convivência com a alma gêmea, em quaisquer vivências, será sempre laços sublimes”, laços temporários e válidos como provações ou expiações, serão todos os demais.

Emmanuel sintetiza-nos o assunto afirmando que a Terra ainda é uma escola de lutas regeneradoras ou expiatórias, onde o homem pode consorciar-se várias vezes, sem que a sua união matrimonial se efetue com a alma gêmea da sua, muitas vezes distante da esfera material. Até que se espiritualize para a compreensão desses laços sublimes, a criatura está submetida a tais experiências…

Dá-nos o Benfeitor a entender também que nossa alma gêmea, se de nós separada, por imposição do desencarne, ‘de lá’ faculta-nos a máxima dedicação de maneira que tiremos o máximo aproveitamento de experiências segundas, terceiras…

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Optarmos por segundas ou terceiras núpcias ou pela ‘viuvez celibatária’, não será o mais importante. Importa, sim, o saldo de merecimentos que reunirmos em tais experiências e que nos capacite, na hora oportuna, aconchegarmo-nos, novamente, no convívio de nossos amados.

(Sintonia com a questão 328 de O Consolador, ditado por Emmanuel a Chico Xavier, 29ª edição da FEB) – (Inverno de 2015).

pegasus_LARGE_t_1581_106268182Todas as fontes (nascentes) darão origem a regatos, arroios, riachos, rios que um dia se lançarão no grande mar. Fontes, regatos, arroios, riachos, rios, são todos os ensaios que as grandes águas que habitam os oceanos fizeram um dia…

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O amor das almas gêmeas não pode efetuar restrição ao amor universal (…) porquanto, atingida a culminância evolutiva, todas as expressões afetivas se irmanam na conquista do amor divino.

Amor universal ou amor divino é o grande mar em que todas as almas anseiam em se lançar um dia; almas gêmeas estão aí inclusas. Todo o percurso que realizam é um grande ensaio. Todas as dificuldades de percurso lhes proporcionarão experiências.

O percurso das almas gêmeas, que nem sempre será florido e nem sempre parecerá geminado, tal qual o caminho das águas, com curvas, precipitações e ações contrárias ao curso, foram, todos, o grande ensaio para atingirem algo maior.

Tudo! Todos os grandes sobressaltos, até atingirem o amor universal, será um grande ensaio!

Todo esse grande ensaio resultará num grande encontro: O encontro com o grande mar – aquele de nossa analogia – ou com o amor universal ou divino.

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Não estamos aqui falando de “metades eternas.” Espíritos serão sempre inteiros. Referimo-nos a Espíritos que precisam ser diferentes, para melhor se encaixarem: Qual o côncavo e o convexo, cavado e elevado, saliente e reentrante…

Simples rascunhos, passando por exaustivos ensaios, até atingirem esboços quase que perfeitos do amor divino: Essas as almas gêmeas!

(Imagem: Romeu e Julieta, britânico, 2013, drama… De exaustivos ensaios ao filme. Sintonia com a questão 326 de O Consolador, ditado por Emmanuel a Chico Xavier, 29ª edição da FEB) – (Inverno de 2015).

Jesus_Akiane_KramarikTeve Jesus uma esposa? E filhos? Outros irmãos? Possuía Jesus olhos escuros ou claros? Seus cabelo e barba, como eram? Tinha posses materiais? Quem era a alma gêmea de Jesus Cristo?

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Emmanuel nos dirá hoje, com superior assertividade, que não julgamos acertado trazer a figura do Cristo para condicioná-la aos meios humanos, num paralelismo injustificável [pois] nele cessaram todos os processos (…) representando para nós outros a síntese do amor divino

Somente quem ainda não consegue ver em Jesus o “Guia e Modelo que Deus nos tem dado em todos os tempos” se engajará no profanismo às características sagradas do Mestre.

Já dissemos aqui que almas gêmeas serão sempre as sagradas ferramentas ou alavancas que disporão as almas que estão na estrada da evolução realizando exaustivos ensaios visando atingirem o topo da montanha…

… E este não era o caso de Jesus de Nazaré, pois quando chega a seu corpo físico (a um biótipo incerto, não sabido e também irrelevante), seu Espírito já atingira o topo da Perfeição ou nele [já haviam cessado] todos os processos, sendo aqui o paralelismo aos meios humanos injustificáveis.

Deus em sua onipotente sapiência, e em se verificando a qualidade de sua missão, não prescindiria de tais requisitos ao Espírito de Jesus.

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Quanto à sua figura ou aspecto humano – biótipo, casta, requisitos sociais, estado civil… todos estes seriam secundários perante à necessidade de Deus que fosse a síntese do amor divino.

Examinado alguns “trabalhadores da última hora”, ícones não só da doutrina como de outros credos, – e houve inúmeros celibatários – perceberemos que tais Espíritos já não precisaram – não na última encarnação – da ferramenta de auxílio alma gêmea. Precisaram em outras? Certamente! Mas nesta vieram já muito próximos do amor divino ou universal…

(Imagem: Jesus de Akiane Kramarik, exibido no filme O céu existe mesmo. Sintonia com a questão 327 de O Consolador, ditado por Emmanuel a Chico Xavier, 29ª edição da FEB) – (Inverno de 2015).

GAUCHO 58“É preciso olhar o mundo com olhar de vaqueano: Ser gaúcho é mais profundo que ser campeiro ou urbano. (…). O pago não se divide entre o campo e o concreto; na querência onde se vive o mesmo céu cobre o teto. A querência nos habita; viaja junto com a gente…” (Cancioneiro gaúcho. Desconheço autor e intérprete).

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Uma composição certamente inspirada… Sobre ela, algumas considerações ora ‘profanas’, ora ‘sagradas’, todas, porém, filosofadas entre um mate e outro:

Somos cidadãos de uma Pátria – querência – bem mais extensa do que nossa vista imagine alcançar. É possível que os limites dessa Pátria não fiquem, necessariamente, circunscritos.

Nossos problemas, e junto com eles as raízes das soluções, estarão conosco em quaisquer querências. Relembrando nosso poeta, cantador e payador maior, Jayme Caetano Braun, “por longe que o homem vá, jamais fugirá de si.”

Nossas inter-relações se farão aqui e acolá, visto sermos cidadãos desse extenso mundo. Todos já ‘cruzamos’, embora disso não tenhamos lembranças muito vivas.

Se nos ativermos mais às crenças, os credos terão importância relativa. Explicando: Nossas crenças deveriam ancorar-se no Guia e Modelo colocado à nossa disposição em todos os tempos; naquilo que revelou com atos e palavras. Credos poderão ser temporais; a crença é atemporal. Mensagens e Mensageiros desse Guia e Modelo são atemporais.

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Temporal é o chão onde pisamos. Atemporal é o nosso Destino (com D grande…). Atemporais são todas as almas que reencontrarmos nos diversos chãos; atemporais serão todas as afeições, estreitadas ou retomadas em querências diversas…

(23 de agosto, em ‘outra’ querência…) – (Inverno de 2015).

jesuscarregandosuacruz2Saco de cimento de 50 kg não possui alças. Entretanto profissionais da construção civil possuem uma técnica toda especial em carregá-los: Os mais ousados carregam-nos na cabeça; os mais experientes e sensatos, até para evitarem lesões graves, o fazem juntando-os ao tórax, abraçando-o…

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Carregamos, ao longo de nossas encarnações, cruzes muito mais pesadas que o nosso aludido saco de cimento. Verifiquemos que nenhuma delas possui, também, alças. Possuem, sim, uma forquilha resultante da intersecção do lenho maior com o menor; uma espécie de encaixe perfeito e apropriado ao cavado de nosso ombro.

Como nossas cruzes, não possuem alças de transporte ou argolas para serem arrastadas, a melhor maneira de transportá-las, será abraçá-las. O melhor exemplo ainda é o de nosso Guia e Modelo o qual não tendo nada a expiar, mas submetido a toda espécie de provas e também à da cruz material o fez com ‘técnica’ impecável.

Compreendermos os porquês de nossas cruzes, à luz do pilar espírita reencarnação, ainda é a melhor técnica para transportarmos nossas cruzes. Reencarnação – a nossa que não é missionária – sempre pressupõe reparos morais e tais ajustes advirão da técnica resignada de abraçarmos nossas cruzes ao invés de arrastá-las.

Compreendermos a necessidade e a intenção Divina através de nossas reencarnações, sempre será a melhor motivação e a melhor técnica para abraçarmos nossas cruzes.

Cirineus aparecerão ao longo de nosso caminho que poderão até tornar nossos pesos mais leves, todavia a responsabilidade final sempre será nossa. E nossa técnica, ou a compreensão dos porquês de nossas cruzes, sempre será fundamental para o sucesso do transporte.

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É Carla, já imaginastes se nossas cruzes tivessem alças e rodinhas, que barbada seria?! Mas assim não o são! São, exatamente, os efeitos de nossas próprias causas e como tal deverão ser abraçados, para que se não tornem tão pesados.

(Ensaio feito a partir da exposição de Carla Fabres, em 24 de agosto de 2015, tendo como tema Nossas Cruzes, um capítulo de Horizontes da vida, ditado pelo Espírito Miramez a João Nunes Maia).

fotonoticia_20131028125656_800Comer juntos é – ou deveria ser – uma celebração. Alimentar nossos corpos, pois ainda são nossos instrumentos densos, deveria ser sempre o momento propício à alimentação de nossos Espíritos. Se comer é um ato extremamente delicioso, por que não fazermos desse momento o grande motivo de confraria, aliança, convívio, congregação… junto àqueles que amamos?

Contam-nos as Sagradas Escrituras que antes de sua hora derradeira, Jesus desejou confraternizar com os doze: Serviu-lhes pão e vinho, os frutos mais tradicionais da Judéia de então, com vocações agro-pastoris.

Longe de desejar simplesmente cear com os seus amados, a despedida revestia-se do reconhecimento ou homologação da fraternidade que os houvera unido durante os últimos três anos e da ação de graças ao Pai por haverem perseverado no trabalho de iluminação de seus sentimentos e dos sentimentos do povo ao qual Jesus estava predestinado a pregar.

Se eucaristia, em sua origem grega deseja exatamente significar reconhecimento e ação de graças, a verdadeira eucaristia evangélica, segundo Emmanuel, não é a do pão e do vinho materiais, (…) mas a identificação legítima e total do discípulo com Jesus.

Naquele “primeiro dia dos Ázimos” – a sexta feira – por força da tradição judaica Jesus e os seus comeriam a última ceia, e durante esta falariam de muitas coisas, da traição de Judas, de como “o Seu tempo estaria próximo”, da Nova Aliança e do futuro reencontro de todos para confraternizarem na Pátria Celeste. (Mateus 26, 17 a 29).

Estabelecia-se naquela sexta feira, o novo pacto entre Deus e os filhos de Abraão. Jesus era o grande fiador desse pacto ou Nova Aliança. O Mestre era a cara da Nova Lei, a do amor, que abolia o dente por dente, o olho por olho e onde a compaixão deveria dar lugar a todo o tipo de intolerância.

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Que comer juntos seja para todos nós também o grande momento de aprendizado das nossas almas. Que compreendamos que Espíritos reunidos à mesa, apenas ocupando corpos mais ou menos idosos, todos possuem experiências a repassar a todos. Que seja nosso comer aquele momento do respeito e do reconhecimento de nossas fraquezas e de nossas virtudes e que todos aprendamos com elas.

(Sintonia: Questão 318 de O Consolador, de Emmanuel e Francisco Cândido Xavier, 29ª edição da FEB) – (Inverno de 2015).