Archive for março, 2016

Pope Francis gives his thumb up as he leaves at the end of his weekly general audience in St. Peter's square at the Vatican, Wednesday, Sept. 4, 2013. (AP Photo/Riccardo De Luca)

“Quando o discípulo se distancia da confiança no Mestre e se esquiva à ação nas linhas do exemplo que o seu divino apostolado nos legou (…), cava, sem perceber, largos abismos de destruição e miséria por onde passa.” (Emmanuel).

Quando alguém realiza turismo por Roma ou pelo Peru e nem vê o papa ou nem sobe até Machu Picchu, consideramos que esse alguém possui falta de inteligência ou se distanciou de lugares considerados importantes em tais passeios.

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Dentro de nossa citação profana, poderemos deixar de ‘visitar o papa’ ou ‘subir até Machu Picchu’ por preguiça de realizá-lo; por uma negação de que isso seja importante; por atos viciosos que no passeio consideremos mais importantes que tal figura ou lugar; com a esperança de vermos lugares ‘melhores’; por considerarmos tais atos uma perda de tempo; por falta de determinação; porque não estávamos de bom humor; ou, finalmente, porque tais visitas são consideradas pelos sãos como um bem, e do bem estamos fugindo…

ATTRACTIONS0615-machu-picchuDa mesma forma, se analisarmos a citação sagrada de Emmanuel, em desprezando Jesus que nos é ofertado por Deus como “melhor Guia e Modelo”, também chegaremos à conclusão de que, possivelmente, o ócio esteja nos tomando conta; poderemos estar negando a esse Cristo, tal qual procedeu seu basilar apóstolo Pedro; a desesperança nos tenha feito morada; é possível que o tenhamos substituído por ‘outros’ ídolos, depositando nestes nossas expectativas; que as ‘coisas do Cristo’ sejam uma perda de tempo; que nossa determinação ainda não seja suficiente; porque as lides Crísticas não melhoram nosso bom humor; e, finalmente, porque Cristo representa o equilíbrio, o bem, a sanidade e a tudo isso estejamos fugindo.

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Acalmemo-nos! Tudo tem solução: Ininteligência e distanciamento são só o início de uma evolução ou o ainda desejo de evoluirmos menos rapidamente! Cristo não se distancia de nós; nós o fazemos! E Pedro que o negou três vezes não se constituiu em pedra básica de sua Boa Nova?

Consideremos, entretanto, que evolução sem Cristo não se dá! Assim como Roma e Peru sem ver o papa e subir até a cidade sagrada dos Incas não têm muita graça!

(Sintonia: Fonte viva, Cap. 27 Destruição e miséria, ditado por Emmanuel a Chico Xavier, 1ª edição da FEB) – (Outono de 2016).

tirando-as-duvidas“Não te concentres na fé sem obras (…), todavia não te consagres à ação, sem fé no Poder divino e em teu próprio esforço.” (Emmanuel).

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Dá-nos a entender Emmanuel que nossas obras são uma espécie de vitrine de nossa fé; que fé e obras estabelecem entre si uma dependência. Em analogia simples são como para os mineiros, queijo e goiabada ou para nós gaúchos churrasco e chimarrão, juntos…

Em dias bicudos que vivemos, mormente em solo pátrio, parece-nos que o devotamento individual às boas causas é abandonado; se não temos fé nas causas, desertamos delas, pois nem acreditamos em melhoras nem cumprimos nossa parte.

Desejamos os benefícios de nosso credo, esperando dele o esclarecimento e o consolo, mas quando temos o primeiro e o segundo não vem, colocamos dúvidas na doutrina da terceira revelação.

Indisciplinamo-nos após assumir compromissos com o movimento e com os nele inseridos: trabalhos, reuniões, regras, horários, parecem-nos ditaduras criadas por sonhadores, quando deveríamos entender que somos ‘funcionários’ dum Mestre abnegado, nosso Guia e Modelo.

Por vezes fazemos tudo ‘mais ou menos’: assim dirigimos, coordenamos, facilitamos; e com obras mais ou menos, nossa fé se torna mais ou menos.

Entusiasmo e ação em pequenas ou grandes tarefas são sinais evidentes de fé verdadeira na causa e no Porvir. E que tais feitos não nos elevem o orgulho; e que tais tarefas venturosas não nos alcem a criadores, mas a simples instrumentos de serviço.

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Paradoxalmente, só nos tornaremos grandes na fé, através da perseverança nas pequenas tarefas. Que nossas obras sejam a vitrine de nossa fé; o mostruário mais razoável que irá autenticá-la como verdadeira.

Que acreditemos no Poder divino, mas que também acreditemos no potencial a nós conferido por esse mesmo Poder. Que acreditemos pelas obras e obremos pela crença!

(Sintonia: Fonte viva, Cap. 26 Obreiro sem fé, ditado por Emmanuel a Chico Xavier, 1ª edição da FEB) – (Outono de 2016).

porcentagem“… As virtudes do Cristo [são] progressivas em cada um de nós. Daí a razão de a graça divina ocupar a existência humana ou crescer dentro dela, à medida que os dons de Jesus, incipientes, reduzidos, regulares ou enormes nela se possam expressar.” (Emmanuel).

Mesclando o profano ao sagrado, numa época em que aqueles discutem seus percentuais de ‘anjo e vagabundo’ e sem imiscuir-nos em tais catalogações, consideramos aqui tão somente as classificações sagradas ou quanto por cento os dons de Jesuspossam em nós se expressar…

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Atribuindo para incipientes, reduzidos, regulares ou enormes valores relativos entre 0, 25, 50 e 75%, respectivamente, é possível avaliarmos o quanto já estamos engajados aos dons desse Mestre que não só anunciou seus postulados amorosos, mas que os praticou e nos convocou – a todos! – a que o seguíssemos e, a partir de simples e ignorantes, perseguíssemos os percentuais maiores da transformação.

Tudo o que temos realizado nos possíveis milênios de nossas alternâncias entre a vida espiritual e corpos de carne adequados a novas experiências é sem dúvidas a perseguição dessa meta: Expressarmos em nossa vida, parcelada pelas revivências, os sagrados dons do Mestre e Governador que esteve a nos inspirar antes da manjedoura, através dos profetas antigos; ‘pessoalmente’, durante sua encarnação missionária; e novamente em Espírito e em Verdade, após o Gólgota, através de todos os novos profetas e com o advento dele próprio, o Espírito de Verdade.

É incessante a busca de um percentual satisfatório; ou índices de evolução dos indivíduos: Se nalguns ele ainda se mostra incipiente ou reduzido, noutros se mostrará regular ou enorme, pois possuem as criaturas a liberdade de evoluírem lenta ou rapidamente.

“Pois que tem a liberdade de pensar, tem também o homem a liberdade de obrar”, reza a questão 841 de O Livro dos Espíritos, nos lembrando que nossa alma imortal, Espírito milenar, não só nestes dois milênios de Cristianismo, mas possivelmente antes do Cristo encarnado, sempre se digladiou consciencialmente entre o bem e o mal ou, entre estes dois, pensou e obrou dentro de infinitas possibilidades, ora avançando mais ou menos rápido, ora estacionando, pois que entre o bem e o mal está o meio-bem que não nos permite adiantar-nos…

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Quanto por cento, então… 25, 50, 75%? O aproveitamento dos dons do Cristo nos revelará o quanto que já estamos de posse da graça divina. Que não tenha nossa evolução sobressaltos, pois milênios de velhos cacoetes morais precisam ser corrigidos lentamente. Emmanuel nos recomenda tomarmos nosso lado bom e moldá-lo às perfeições do Mestre, gradualmente e sem intervalos na determinação, para podermos de consciência pura responder à questão não em números, mas com simplicidade, responsabilidade e honestidade: ‘Tudo o quanto nos foi possível, até agora!’

(Sintonia: Fonte viva, Cap. 25 Nos dons do Cristo, ditado por Emmanuel a Chico Xavier, 1ª edição da FEB) – (Verão de 2016).

sophia“O homem comum está rodeado de glórias na Terra, entretanto, considera-se num campo de vulgaridades, incapaz de valorizar as riquezas que o cercam.” (Emmanuel).

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Comumente…

… Observamos a fantástica fauna de nosso Planeta sem atentarmos aos seus detalhes. Animais selvagens, aves, animais domésticos… nos parecem bichos; tão somente bichos! Não nos damos conta do quanto o Criador os trabalhou nestes milênios. Quantos ensinamentos valiosos estes princípios inteligentes tem-nos oferecido. O Sagrado os tem aprimorado, do início da criação até o presente.

… Observamos a diversidade da flora e tudo nos parece comum; ainda não nos sensibilizamos nem com a flor minúscula, tão pouco com a sequóia-gigante ou o nosso Jatobá majestoso. Possuindo esses princípios vitais aproveitamentos peculiares, custa-nos observar as utilidades dos chás; a nobreza das sombras; suas influências nos climas; uma vegetação dominante (bioma); as florestas renováveis; o acolhimento às aves; o cílio às nascentes, riachos e rios.

… A pedra para nós é somente uma pedra! Não possui vida! Proclamamos isso, mas não nos damos de conta que suas estruturas ainda inertes servem de alicerces às grandes e belas formações; emolduram cenários paradisíacos, em perfeita harmonia com florestas e águas. Suas utilidades e diversidades não tem conta!

… Ao apreciarmos o hominal, a mesquinhez de tal análise os vê pequenos e grandes, gordos e magros, bonitos e feios… Porém, essa obra prima do Criador, que acolhe nossos Espíritos em alternância entre a Pátria Espiritual e as necessidades reencarnatórias, vem recebendo aperfeiçoamento ao longo dos milênios, para que, com a evolução da espécie seja cada vez o melhor vaso e parceiro de nosso Espírito imortal. Quantos séculos terá empregado a Paciência do Céu na estruturação complexa da máquina orgânica em que o Espírito encarnado se manifesta?

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Essa mesma Paciência do Céu ao longo dos tempos trabalhou a semente minúscula capaz de produzir cem por um. A bactéria microscópica, a larva e miríades de insetos já foram causa de catástrofes educadoras, como as co relacionadas às pragas do antigo Egito e o atual Aedes aegypti, de estreitas ligações. Os colossais animais por aqui já estiveram, extinguiram-se e nos deixaram lembranças e aprendizados. A Natureza rebelou-se, realizou e desfez formações. O homem, dominador absoluto de tudo isso, comumente não se extasia com tais espetáculos e deles não tira os devidos ensinamentos. Acha-os comuns!

Não [suponhamos] comum o que Deus purificou e engrandeceu!…

(Sintonia: Fonte viva, Cap. 23 Ante o sublime, ditado por Emmanuel a Chico Xavier, 1ª edição da FEB) – (Verão de 2016).

Chico-XavierBusquemos as criaturas, acima de tudo, pelas obras com que beneficiam o tempo e o espaço em que nos movimentamos porque (…) o melhor raramente é aquele que concorda conosco, mas é sempre aquele que concorda com o Senhor. (Emmanuel)

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Se o Senhor ao qual se refere Emmanuel é o Criador incessante, ótimo; se for seu Emissário maior, nosso Governador planetário, também fará sentido dado à unidade de nosso Gerente maior com o Pai.

Concordar com o Senhor significa ser do ‘time dele’, ‘partidário dele’ ou estar em consonância com seus divinos propósitos.

Quando analisamos as Divinas Leis, ou Leis Naturais, verificamos conforme a questão 648 de O Livro dos Espíritos que a décima Lei, a de Justiça amor e caridade, rege todas as demais; não teremos sucesso em todas as outras se não alicerçados pela última.

Estarmos em consonância com o Senhor significará:

  • Mantermo-nos sobre os trilhos dessa Lei, exatamente dentro de um equilíbrio que nos permita escorregões, mas não instabilidades costumeiras;
  • Acercarmo-nos de pessoas com obras edificantes e na direção do Senhor, ou que beneficiam o tempo e o espaço em que nos movimentamos e no qual se movimentam os nossos irmãos;
  • Que o melhor não precisa ser, necessariamente do nosso partido, do nosso clube, de nossa agremiação, mas do partido, clube ou agremiação desse mesmo Senhor;
  • Se somos Espíritos (encarnados), se nossa alma é uma essência imortal, se pertencemos a uma verdadeira Pátria que é a espiritual, por que não nos acercarmos daqueles Espíritos (desencarnados) que realmente tem valor e estão a serviço desse mesmo Senhor? E
  • O mundo carnal existe por uma benevolência do Criador e conforme o mesmo O Livro dos Espíritos, somente o Mundo Espiritual bastaria: Envolver-nos com esta questão, levá-la a sério, para o bem de nossas vidas e as dos outros, será estar em consonância com o Senhor.

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“Por suas obras os conhecereis”; por nossas obras seremos conhecidos; pelas obras que beneficiam, que servem, que se importam, seremos conhecidos como partidários do Senhor ou em consonância com Ele, respirando, ouvindo e nos deliciando com todos os sons que Dele emanam.

Considerado o maior brasileiro de todos os tempos, (com 71% dos votos e sobrepondo-se a Santos Dumont e à Princesa Isabel), Francisco Cândido Xavier (imagem), esteve e está sempre em consonância com o Senhor… Praticamente!

(Sintonia: Fonte viva, Cap. 24 Pelas obras, ditado por Emmanuel a Chico Xavier, 1ª edição da FEB) – (Verão de 2016).

Francesco De Vito 2Pedro, o apóstolo sobre o qual Jesus ergue a fortaleza de sua Boa Nova, era um homem extremamente rude: Diríamos hoje, em linguagem menos rebuscada, que num só momento, esse pescador de fé poderia ‘descer do céu ao inferno…’

Citando alguns de seus equívocos, numa ordem mais ou menos cronológica, perguntaria ele certa vez ao Mestre: “E nós, que deixamos tudo e te seguimos, que receberemos?” Por ocasião da prisão do Rabi, negaria ao seu amigo por três vezes, antes mesmo que o galo cantasse; e na hora derradeira, confunde-se, toma da espada e corta a orelha do soldado Malco, o que lhe vale séria reprimenda do Cristo. Mas…

… Este o amava! Tanto que a casa do apóstolo, em Cafarnaum, às plácidas margens do Mar da Galiléia era seu refúgio favorito, além de ficar bem afastada (aproximadamente 150 km) dos perigosos ‘desafetos’ de Jerusalém. Na casa do amigo, realizaria memoráveis reuniões de orações e aí se desenvolveria a fraternidade. É bem possível que aí tenham sido realizados os primeiros Evangelhos no Lar…

Mas Pedro era tosco! E alternando petruscadas equívocos, vacilos, claudicânciascom manifestações de fé, Simão Pedro ia conquistando o coração do Mestre e se preparando para a liderança de sua igreja, para um futuro em que não mais estivesse encarnado.

– Simão, lhe diria certa vez o Mestre, “tu és Pedro e sobre esta pedra – petrus – edificarei a minha igreja; e as portas do inferno não prevalecerão contra ela!”

Que consolo para nós, que queremos estar perto do Mestre, servi-lo, divulgá-lo, mas ainda nos equivocamos constantemente!

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Simão, Pedro, Cefas (pedra em aramaico), Petra (pedra em grego), Petrus (pedra em latim), príncipe dos apóstolos, pescador de homens, primeiro bispo de Roma, primeiro papa… todos nomes e títulos dedicados a este Espírito de muita fé, mas que, de quando em vez cometia suas petruscadas!

O Mestre não nos deseja trabalhadores perfeitos; só dedicados!

Em ato de humildade, aos ser martirizado, Pedro pediria e seria atendido na graça de ser crucificado de cabeça para baixo, em sinal de total submissão ao Mestre e Amigo de Cafarnaum.

(Sintonia: Fonte viva, Cap. 22 A retribuição, ditado por Emmanuel a Chico Xavier, 1ª edição da FEB) – (Verão de 2016).

1314232254[Há] diferença entre crer em Deus e fazer-lhe a sublime vontade (…). O único sinal que te revelará a condição mais nobre estará impresso na ação que desenvolveres na vida.

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Os grandes gênios do bem creram muito e serviram muito; os grandes gênios do mal, também creram, alguns até muito, mas nada serviram…

E servir, aqui, significa servir aos desígnios do Eterno ou os que co-criam numa escala menor e adequada à sua evolução. Há os que nenhuma contribuição dão à Divindade em sua criação continuada.

Mas o que significa servir aos desígnios do Eterno? Como cidadãos ainda imperfeitos temos tal possibilidade? Jesus, o Cristo, o Governador Planetário, não só afirmou que sim, mas convocou-nos a essa tarefa através das expressões:

“A messe é grande, mas poucos os ceifeiros”; “vem e segue-me!” “Pedro, apascenta as minhas ovelhas!” “Ide e pregai!” “Eis que vos mando…” “Resplandeça a vossa Luz!”

Não teria feito tais convocações se não nos quisesse como servidores aos desígnios do Pai.

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Indivíduos, em todas as épocas, mesmo não se dizendo ateus, crentes, pois, em muito pouco contribuíram com os desígnios divinos…

… Entretanto, todos os que se dispuseram a essa contribuição, não só creram, como serviram.

Emmanuel, ainda em outra citação – que ouvimos em algum lugar – nos perguntará: “Sabes?” “E fazes?”

Acreditamos mais nos ininteligentes e incrédulos que já servem do que nos inteligentes e crentes que ainda não servem…

(Sintonia: Fonte viva, Cap. 20 Diferença, ditado por Emmanuel a Chico Xavier, 1ª edição da FEB) – (Cassino, verão de 2016).

1086457826529_040606Prestes a retornar à Pátria Espiritual, Jesus solicita a Pedro que “apascente as suas ovelhas.” Utilizando-se de figuras de linguagem milimétricas – quase cirúrgicas – o Gerente e Pastor do Pai não pede ao apóstolo que pastoreie seus bodes ou cabritos, pois estes representavam figuras mais fortes e tais quais ovelhas o rebanho era ainda, frágil e incauto, como o é ainda hoje…

O Mestre não pediria nada de heróico ou extremado a Pedro, mas utiliza e tão somente o verbo ‘apascentar’, ou conduzir à Paz, à calmaria e à tranqüilidade, todos nós, representados naquela época por um povo que não compreendia muito bem a que tipo de pastoreio viera.

Jesus é o Bom Pastor de todos os tempos e aqui podemos nos utilizar de duas analogias para melhor compreensão: Deus é o Senhor do Rebanho; Jesus o Pastor e nós suas ovelhas. E Deus é o grande empregador, nós os operários; Jesus gerencia-nos.

Não há, pois, nada de surpreendente ou superfantástico no pedido do Rabi ao pescador da Galiléia e hoje aos já mais comprometidos: Pede-lhe e a quem o queira fazê-lo, tolerância aos mais necessitados; compreensão, bondade e mansidão em vez de vergasta (chicote); fidelidade no ensino; e muita, mas muita exigência para conosco próprios.

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O rebanho a Deus pertence. O Pastor pede-nos paciência, pois somente a Deus pertence, na forma de tempo, para que tal rebanho seja cem por cento pacificado e recolhido ao redil.

Emmanuel nos alerta que o irmão sempre possui uma parte boa que devemos alimentar. Suas partes ainda equivocadas correm por conta do Senhor do rebanho, que fará o resto.

No rebanho de Deus é assim!

(Sintonia: Fonte viva, Cap. 19 Apascenta, ditado por Emmanuel a Chico Xavier, 1ª edição da FEB) – (Cassino, verão de 2016).