Archive for março, 2017

17457549_1666242993391392_6524891417270392109_n… Nada, que seja plantado de bom na Lavoura do Pai, ficará sem frutificar. Às vezes os frutos não são visíveis a nossos olhos, ávidos do reconhecimento dos homens e ainda embaçados com as remelas do orgulho e da vaidade.

Sutilmente, porém, esses frutos começam a aparecer, para nos provar que Deus está atento a fatos de sua Criação, e que alguém, de alguma forma, se beneficia com aquilo bom que estamos tentando plantar. A perspicácia Divina age, então, para alavancar nossa perseverança nas lides do bem.

Convém lembrarmos, também, que a lavoura do Planeta Terra ainda é muito árida, pedregosa e sem o húmus beneficente de Orbes mais sutis.

O Pai é o dono da lavoura; Ele é o ceifeiro e pomicultor. Cabe-nos esperar a colheita; a Ele dedicar; e averbar em nossos Espíritos avanços que da boa plantação e colheita possa resultar.

No Universo do Pai tudo é ordem; tudo é serviço; tudo harmonia! Nada se perde; tudo colabora: vento, sol, plantas; animais, desde o verme menor à miríade de insetos, num anonimato formidável cooperam com o Criador para implantar seus Desígnios.

Se com os seres menores ou inanimados acontece, e nada se perde no cômputo do Pai, por que não orçaria Ele nossos bons feitos em prol do aperfeiçoamento do Planeta no qual vivemos?

Que nossas soberba e vã presunção não nos impeçam de enxergarmos tais verdades que, diariamente, nos são sutilmente apontadas na lavoura do Universo do Criador!

(Cassino; verão de 2017).

images (1)“Ninguém acende a candeia e a coloca debaixo do alqueire, mas no velador, e assim alumia a todos os que estão em casa.” (Mateus, 5:15).

De origem árabe, alqueire, originalmente, significava a cesta ou bolsa usada sobre o dorso de animais de carga, para transporte de cereais. Normalmente continham de 13 a 17 litros.

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Interpretando de forma magnífica o ensino alegórico de Jesus, Emmanuel nos adverte que a candeia viva da iluminação espiritual é a perfeita imagem de nós mesmos. E que, devemos gastar, para isso, o óleo da nossa boa vontade, na renúncia e no sacrifício, e a nossa vida, em Cristo, passará realmente a brilhar.

Brilho real, que o mesmo Emmanuel, n’outro estudo, chamará paz verdadeira, ou equilibrar nossos desejos com os Propósitos do Pai a nosso respeito.

Tais propósitos, – porque o Pai nos conhece – baseiam-se no potencial que possuímos: a quantidade de luz que possuímos será a nossa capacidade de iluminar. Como se tivéssemos um gerador capacitado a atender só do A ao G; não pretenderíamos que atendesse do A ao Z!

O ‘pecado’, segundo o Orientador, será possuirmos a capacidade de atendermos a uma demanda e não fazê-lo; encobrirmos com um ‘cesto’ (alqueire) – no dizer do Mestre – nosso talento de luz.

Muitas vezes, segundo o Orientador, nos será cobrado boa vontade, renúncia e sacrifício na distribuição dessa luz: significa subirmos com uma escadinha – a da coragem – até o velador e lá colocarmos a nossa luz…

… Então nossas vidas terão brilho real! Seremos candeias vivas!

(Sintonia : Xavier, Francisco Cândido, ditado por Emmanuel, Fonte viva, Cap. 81 A candeia viva; 1ª edição da FEB) – (Verão de 2017).

Shrek-eo-Burro-Shrek-Forever-After-e1393431469822[Incontestável] lei de trabalho rege o Universo. O movimento e a ordem, na constância dos benefícios, constituem-lhe as características essenciais. Há, porém, milhões de pessoas que se sentem [destituídas] da glória de servir.” (Emmanuel).

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Começaremos nossas considerações pelo final: criados simples e ignorantes, nossos Espíritos atingiram considerável grau de progresso intelectual; isto não significa que o progresso moral o tenha acompanhado. Como, em nenhum momento, o Pai subtraiu de nossos Espíritos a liberdade das escolhas, à medida que fomos evoluindo intelectualmente, arbitramos livremente em destituir-nos da glória de servir. Entre a tolerância, o respeito e o serviço, optamos pela inflexibilidade, desdém e o desamparo…

Esquecemos, dessa forma, lições dos seres e objetos considerados ininteligentes – será que o são?! – de Seu Universo: observantes fiéis de movimento e ordem, sol, verme, aragem, água, árvore, animal… esses ‘ininteligentes’ cumprem funções específicas no Planeta Terra, a serviço de todos os homens, indistintamente; aos que servem ou não.

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Pergunta: Estamos, então, perante um absurdo, pois seres inteligentes são descompromissados e os ditos ininteligentes, abnegados servidores?

Resposta: Não e sim! Porque inteligentes e ininteligentes são regidos pelo sexto atributo de Deus, Soberanamente bom que nos dá, além do livre arbítrio, o concurso dos seres menores; temos a liberdade de servir ou não. Mas, também, e antes, Soberanamente Justo; e as Leis ordenadas de Seu Universo cobrarão de nossas consciências, a conta do desserviço, da intolerância e do desdém.

(Sintonia : Xavier, Francisco Cândido, ditado por Emmanuel, Fonte viva, Cap. 80 Corações cevados; 1ª edição da FEB) – (Verão de 2017).

caminho do meio balança“… A paz legítima resulta do equilíbrio entre os nossos desejos e os propósitos do Senhor, na posição em que nos encontramos.” (Emmanuel).

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Como em dois pratos de balança (das antigas), o equilíbrio se firmará quando nossos desejos e os propósitos do Senhor a nosso respeito estiverem com pesos idênticos. Equilíbrio que gera a paz – a verdadeira!

Para obtê-la, fruto do equilíbrio dos pratos, convém fazermos considerações:

Nossos desejos – Possuímos, neste pobre Orbe, desejos diversos; inúmeras influências; aliás, influímos e influenciam-nos; temos bons e maus desejos; diante destes venceremos arrastamentos ou sucumbiremos; nossos pensamentos fermentam os desejos; e nossa liberdade arbitrará por quais optaremos, transformando-os em falas e realizações.

Propósitos do Senhor – O Criador, ao nos gerar Espíritos simples, mas fadados à angelitude, mantém expectativas a nosso respeito: Sim! Pois Ele tem seus desígnios; é esperançoso sobre o que criou. Não esperaria de nós?!

Nossa posição – Esse Pai-nosso respeita nossa vontade e nosso patamar evolutivo: possuindo caprichoso ‘sistema de informações’, tem ciência de nossa exata posição; de nossas possibilidades; ou do quanto podemos produzir em serviço, respeito e compreensão às demais criaturas.

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Se já entendemos que alguém só dá o que tem, quanto mais, nosso Pai dos Céus, tem desígnios ajustados a cada degrau. Tudo é natural e razoável no Seu Universo.

Valorizar oportunidades é render-nos às Suas expectativas. A paz é proporcional a esse equilíbrio; ou, proporcional ao bom uso de nosso potencial.

(Sintonia : Xavier, Francisco Cândido, ditado por Emmanuel, Fonte viva, Cap. 79 Sigamos a paz; 1ª edição da FEB) – (Verão de 2017).

2014-04-16_21-18-15_1“Se não permanecerem na incredulidade, serão enxertados; porque poderoso é Deus para torná-los a enxertar.” (Romanos, 11:3).

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Missionários fantásticos, como o divino Rabi e Paulo de Tarso, utilizaram-se da linguagem parabólica agropastoril/pesqueira, para exemplificar suas exortações. Não poderia ser diferente, pois a Palestina do Jesus encarnado era vocacionada à pesca e atividades pastoris/agrícolas.

Emmanuel, neste estudo, que intitulamos linguagem de campo, usará a mancheias os termos semeador/pomicultor, enxertia, sementeira, adubação, germinação, floração, frutificação, colheita, seiva, árvore consciente. Alegoricamente, colocará uma pitada de ensinos em cada um dos termos:

O divino Semeador/pomicultor é o Mestre das searas e dos pomares: elo entre a Divindade e a complexidade do ‘arvoredo’ sob seus cuidados, através de suas palavras e, principalmente, de seus feitos, se nos anuncia como o mais diligente “Guia e Modelo.”

Somos Espíritos criados por Deus; Suas enxertia e seiva. Apesar de criados simples e ignorantes, temos o potencial da perfectibilidade. Se somos irmãos do Governador e este nos prometeu, por ocasião das despedidas de sua encarnação redentora que “depois de ir e vos preparar um lugar, voltarei e tomar-vos-ei comigo, para que, onde  eu estou, também vós estejais” (João 14:3), é isto a ratificação da promessa de angelitude, pois só poderemos lhe fazer costado, atingido o topo da evolução.

A sementeira é o início de um processo; o começo da trajetória espiritual: simples e ignorantes significa que inicialmente somos só sementes. Mas sementes com potencial, como já dito.

Plantada a semente, ela receberá todos os cuidados do Pomicultor. Zeloso, em todos os tempos, designou profetas, antigos e novos, para que fôssemos adubados com palavras e exemplos. Conforme se adiantava o juízo da humanidade, designava reveladores, para que fôssemos sendo atualizados quanto aos desígnios amorosos do Pai.

Germinar significa o aproveitamento que tivemos das revelações. Significa a maneira como nos aplicamos nas diversas encarnações; ou que não desistimos de nós mesmos e crescemos um pouquinho em cada uma, até que um dia…

… Florescêssemos! O maior e mais natural indício que desejaríamos, logo adiante, frutificar.

E para que frutificássemos, precisou que nossa flor se metamorfoseasse e dela se desencasulassem frutos de amor, respeito, tolerância e serviço, necessários à renovação Planetária.

Então surge a colheita como resultado de árvores conscientes, com vontade própria e liberdade: boa semeadura, com a perseverança do processo restante, boa colheita! Mas como muitos interrompemos o ciclo proposto por Deus, colheremos igualmente, mas os equívocos.

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Interessante compreendermos que “colheita obrigatória” sempre nos permitirá reflexões: se boa colheita, pertence ela ao Semeador/pomicultor, o dono do campo, mas com créditos ao Espírito exitoso. Se má colheita – a ‘quebra de safra’ – nos caberá a consideração para o reparo de metas, pois nesta linguagem de campo, são perfeitos os ciclos, denotados pelas estações da atual vivência e pela pluralidade dessas revivências.

(Sintonia: Xavier, Francisco Cândido, ditado por Emmanuel, Fonte viva, em seu Cap. 78 Enxertia divina; 1ª edição da FEB) – (Verão de 2017).

bc3adblia1“Com um simples adjetivo possessivo – “Pai-nosso” – o Mestre nos exalta a compreendermos as necessidades e as aflições, os males e as lutas de todos os que nos cercam…” (Emmanuel).

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“Quando orardes, – ensinou o Mestre – dizei ‘Pai-nosso’”… Não nos sugeriu que pronunciássemos “Pai meu, ou teu, ou seu, ou vosso, ou seu”, mas “nosso”, chamando-nos a uma compreensão abrangente; concitando-nos a não vivermos isolados; conclamando-nos a uma sociedade que se importa; preocupando-se com um Progresso que depende das habilidades ímpares de todos; e que, por ser o Planeta ainda de provas e expiações, necessidades, aflições, males e lutas campeariam, ainda por bom tempo no Orbe Terra.

Que maravilha: um pronome possessivo adjetivando um Pai soberanamente – e, convenhamos, oportunamente –  Justo e bom! Ou o atributo exatamente dentro de nossas necessidades de Terráqueos.

A prece dominical que começa com louvores e termina com várias rogativas, informa-nos de um Reino que é para todos, não havendo, portanto, pré-destinações; da pluralidade dos Céus do Pai; que a Terra é, apenas, uma de Suas Pátrias; que o pão do corpo e o do Espírito deve ser comum e não individual, meu ou teu; que devemos nos perdoar mutuamente, a mancheias e não estabelecendo cotas; que, a favor da promoção Planetária, será conveniente não sucumbirmos ao mal; e que o bem comum deverá ter uma perseguição constante…

Nada, portanto, de individual, no Pai-nosso; tudo coletivo; tudo possessivo plural! Todos os triunfos ou fracassos nos pertencem; por eles somos responsáveis, pois a prece, bem compreendida, assim ecoa nos hemisférios norte e sul; no ocidente e no oriente.

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“Pai-nosso”, o maior antídoto ao império do eu!

Sintonia : Xavier, Francisco Cândido, ditado por Emmanuel, Fonte viva, em seu Cap. 77 Pai-nosso; 1ª edição da FEB – (Verão de 2017).

Natal_-_anjinho_e_diabinho“Os raios [de ação] de nossa influência (…) pesam na balança do mundo para o bem ou para o mal (…). Pensamento é fermentação espiritual. Em primeiro lugar, estabelece atitudes, em segundo gera hábitos e, depois, governa expressões e palavras, por intermédio das quais a individualidade influencia na vida e no mundo.” (Emmanuel).

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O pensamento, mais rápido que a mais rápida das internets, sempre será a origem de nossas influências. Será, também, a origem de todo o bem e de todo o mal que possamos arquitetar. Em última análise poderá planificar coisas fúteis, as quais não significarão muito ao bem ou ao mal…

Numa primeira fase, dando asas a nossos pensamentos, iremos planejar quaisquer atos que desejemos executar, tanto para o bem, quanto para o mal. Bem e mal têm, pois, sua fermentação nos pensamentos.

Em segunda fase, executaremos aquilo planejado pelo pensamento: é a utilização de nosso livre arbítrio. Se planejarmos algo muito ruim e abortamos sua execução ou se planejarmos algo muito bom e o executarmos, mérito nosso, pois não só não sucumbiremos, como lograremos êxito no bem planejado. Se planejarmos algo muito ruim e o executarmos ou se planejarmos o bem sem a sua consecução, seremos derrotados pelo equívoco.

A terceira fase é a boa ou má influência que tal êxito ou logro irá causar, pois vivemos numa sociedade de modismos, influenciável; altamente sugestionável!

Paulo de Tarso há quase dois mil anos atrás já nos advertia a respeito disto quando afirmava que “um pouco de fermento leveda a massa toda” (I Coríntios 5:6), chamando-nos a atenção para a responsabilidade de persuasão perante o Mundo.

Vivendo hoje em meio a uma sociedade que se comunica quase que com a velocidade do pensamento, não tem jeito, pois exerceremos influência e seremos influenciados não só pelas pessoas com as quais convivemos muito próximo como também pelas outras que vivem em nosso hemisfério ou fora dele; no ocidente ou no oriente.

Também como não vivemos em clausura, – isso não é saudável e assim não o desejamos – e visto possuirmos já o hábito de equilibrar-nos em nossos próprios riscos, imediatamente iremos incorporar à índole de nosso caráter as influências que desejarmos, boas ou más, pois neste ainda Planeta de transição, há influências para todos os gostos.

Todas estas influências são fermentadas numa família que acolhe Espíritos de diversos matizes. Será na família que tais cidadãos deverão passar por um refino, antes de serem lançados à sociedade. Do maior ou menor requinte proporcionado pela família a esses indivíduos, antes de lançá-los à sociedade, dependerá o Progresso dessa mesma sociedade. Notem que grafamos Progresso com ‘pê’ maiúsculo, visto que, doutrinariamente, desejamos falar de um Progresso Moral que consiga acompanhar mais de perto a intelectualidade Planetária.

Tal qual o fermento, que excita a massa e a convida a crescer, somos nós em sociedade: através de nossas influências, convocamos – e somos convocados – pelas existências alheias a agirmos de tal e tal forma; a nos pronunciarmos assim ou assado. Confirmamos isso quando passamos a declinar sentenças que pessoas já enunciaram; em contrapartida repetirão elas expressões por nós criadas.

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Compilando as sugestões de Paulo de Tarso e de Emmanuel, convém-nos acatar as melhores instigações ao bem: que este se origine em nossos pensamentos; mergulhe na boa vontade de nosso livre arbítrio e passe às expressões e ações; e gere todos os hábitos de uma influência sadia. Mas não nos iludamos: por vezes será necessário que uma chuva de sentimentos substitua a garoa ácida de algumas razões. A balança do mundo pode estar pesada delas, influenciando-nos a modismos inconvenientes. Nosso coração precisa ditar soluções e estabelecer as boas influências

(Sintonia com Xavier, Francisco Cândido, ditado por Emmanuel, Fonte viva, em seu Cap. 76 Fermento espiritual; 1ª edição da FEB) – (Verão de 2017).

Perdidas-e-ingresos-patrimoniales“Presta conta da tua administração!…” (Lucas, 16:2).

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Sempre que ouvimos o termo recursos, o associamos, automaticamente, a bens pecuniários, dinheiro; ao material. O Mestre Jesus, filósofo por excelência, no parabolismo de suas colocações nos deixa a do “administrador infiel”, para que livremente a interpretemos e sobre ela reflitamos.

A doutrina dos Espíritos, a qual vem para esclarecer – e, automaticamente para consolar – nos dirá através de sua codificação e das obras complementares de seus colaboradores que administrar recursos é muito mais amplo do que possamos imaginar:

Visto que a doutrina não se faz com recursos pecuniários, ou só pelos que os possuem, precisamos entender que administrar recursos pode referir-se, principalmente, aos recursos sutis, muito fora do ouro ou da prata; do papel moeda; moeda cartão de plástico; ou do níquel…

Emmanuel nos afirmará no estudo ora proposto que, sejam tais recursos densos, mais ou menos ou totalmente sutis, que nos foram dados pelo Pai para administrarmos, mais dia, menos dia, seremos chamados a dar conta de tal administração:

Do corpo físico, da saúde, do trabalho, do serviço, do aprendizado, do tempo, do lar, amigos, experiências… são todos recursos, a nós confiados, alguns emprestados, outros incorporados a nosso caráter e perante os quais precisaremos responder, consciencialmente e a cada aportada no cais da erraticidade.

Pegarmos carona nos vícios egoísticos do mundo atual e mal versarmos os talentos a nós confiados, sejam eles de quaisquer ordens, como nos conta a parábola do Mestre, implicará em repetirmos nossa contabilidade a pesadas penas e trabalhosos ‘cálculos…’

(Sintonia: Fonte viva, ditado por Emmanuel a Chico Xavier, Cap. 75, Administração; 1ª edição da FEB) – (Verão de 2017).