n683“Entre os chamados para o espiritismo, muitos se transviaram; reparai, pois, vosso caminho e segui a verdade.” (ESE, XX, 4).

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Pertencemos ainda ao cristianismo dogmático, paramentado, exteriorizado ou já conseguimos ingressar na Nova Era, a do cristianismo redivivo, simplificado, raciocinado, preservado pelos apóstolos logo após a ‘partida’ do Mestre?

Apadrinhamos o apocalipse, o ‘não tem jeito’, a desagregação, ou somos a viga robusta, sustentáculo da opinião de que a Nova Era prevê evolução lenta, porém constante?

Conformamo-nos junto às ‘batatas podres’ ou somos partícipes da célula sadia, capaz de influenciar e renovar ambientes?

Somos partidários da destruição, da indisciplina do pessimismo, ou já conseguimos tremular a bandeira do refazimento, da ordem da esperança?

Estamos ligados ainda à hipocrisia do desejo de sermos faróis para a humanidade ou preferimos a honestidade da chama dos pequenos serviços que iluminam e aquecem?

Sabemos e temos muito ou somos muito?

Nosso serviço é alardeante ou já nos firmamos através do anonimato, da simplicidade e da transparência, compreendendo ser esta a melhor propaganda da doutrina?

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Optamos pela alternativa “B”?  Se ‘já somos’, ‘já tentamos’, ‘já conseguimos’, ‘já desejamos’, ‘já nos firmamos’, ‘já preferimos’…

… é possível que já entendamos o que é ser espírita e começamos a reparar nossos caminhos e seguir a Verdade!

(Sintonia: Cap. Ser espírita, pg.187, Livro da Esperança, Emmanuel/Francisco Cândido Xavier, editora CEC) – (Primavera de 2014).

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