fsfh_justiceTemos repetido inúmeras vezes por escrito ou oralmente, que a ‘genética Divina’ com que fomos brindados, habilita-nos à perfeição; ou, somos perfectíveis! Do mineral à angelitude, todos cumprimos etapas evolutivas.

Lembramos que apesar de a Lei Divina ou Natural estar escrita em nossa consciência, de tempos em tempos revelações nos são feitas e, a cada reencarnação, abnegados orientadores, porque a esquecemos ou desprezamos (a Lei Divina), revelam-nos a importância de ser ela a única verdadeira para a felicidade do homem. (Questões 614, 621 e 621-a, LE).

Sempre que o homem se desvia ou fraqueja, distante dessa iluminação, seu erro justifica-se, de alguma sorte, pela ignorância ou pela cegueira: Temos aqui caracterizadas as atenuantes de nossos equívocos perante a Lei, ou ainda, não podemos ser responsabilizados por algo ainda não aprendido ou relembrado.

Mas a falta cometida com a plena consciência do dever, depois da bênção do conhecimento interior, (…) essa significa: renegarmos a centelha do Espírito divino, a Lei que trazemos impressa na consciência e, ainda, a nossa repetida expressão: Somos, geneticamente, divinos! Não tenhamos dúvidas que, neste caso, agravantes se estabelecerão aos nossos equívocos.

Nesta questão de O Consolador, está explicada a expressão evangélica usada por nossos confrades da profissão mais antiga e tradicional: Todos os pecados ser-vos-ão perdoados, menos os que cometerdes contra o Espírito Santo.

* * *

Pelo fato de a doutrina dos Espíritos nos esclarecer e consolar, somos obrigados a concluir que: Com atenuantes ou agravantes, nossa marcha à perfeição será inevitável; mesmo equivocados gravemente, nosso percurso não se extinguirá em ‘penas eternas’; e que não somos reféns de um ‘Deus vingador’ ou ‘justiceiro’, mas filhos de um Deus Soberanamente Justo e Bom, seu principal atributo, ao menos para nós, constrangidos ainda sob os efeitos de nossas próprias causas.

(Sintonia: Questão 303 de O Consolador, de Emmanuel e Francisco Cândido Xavier, 29ª edição da FEB) – (Outono de 2015).

2 Comentários para “Atenuantes ou agravantes”

  • Silvia Gomes says:

    É isso meu amigo! Sempre estaremos em marcha, umas vezes um pouco mais rápido outras quase parando, mas sempre em frente. Cabe a cada um de nós escolher o ritmo que queremos empreender.
    Bela crônica! Obrigado pela partilha! Abraço!

  • Sérgio Bernardi says:

    Pérola… Ótimo artigo que nos traz aquelas informações complementares em nossos estudos cotidianos… Na frase “Genética Divina”, está o climax se entendermos o sentido da informação… Nos esclarece que Deus, o Pai de amor e bondade, tem, para conosco, uma programação perfeita… Abraços, Sérgio

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