Archive for the ‘Crônicas diversas’ Category

germinac3a7c3a3o… Sabe, quando vemos nascer algo que até já esquecêramos haver plantado um dia? Algo que demorou tanto a germinar que já havíamos dele desistido? É o ‘nosso’ tempo! Somos afoitos. Não aprendemos, ainda, a esperar!

Um belo dia, entretanto, vemos a plantinha despontar na terra abençoada que, com algum esforço, preparamos, e onde depositamos uma sementinha. E ficamos maravilhados perante a constância, o silêncio, a sutileza e abnegação da Mãe Natureza, como que a nos anunciar que para tudo há um tempo certo; apropriado…

… É o tempo de Deus, perfeito, sábio, supremamente inteligente, e n’um contraponto educativo ao tempo do homem, ainda insipiente; com muito a aprender! Compreendemos então a linguagem de Emmanuel, afirmando-nos que há o “determinismo Divino”, infalível e entendido como suas Divinas ou Naturais Leis; e há o “determinismo humano”, falho e ainda um produto de nossas escolhas equivocadas.

Possuímos nossas certezas; Deus seus Desígnios!

(Outono de 2017).

141016-pessini-imagem04Possuímos no Brasil, entre autódromos e kartódromos, 24 pistas. O mais glamouroso é Interlagos, em São Paulo, e municipal (público). Por que a pavimentação de tais obras é tão espetacular, tão perfeita e as rodovias Brasileiras são tão humilhantes? Atoleiros, buracos, trechos assassinos, vias simples… põem nervosos caminhoneiros que escoam safras e demais condutores em seus vai e vem para diversos fins.

Por que os gramados dos estádios de futebol brasileiros (muitos também públicos) são tão bem cuidados e aparados, quando nossas praças públicas, de quaisquer dimensões, em sua maioria, estão entregues ao mato?

Por que prédios públicos, de todas as instâncias, são tão nababescos (pomposos) e escolas, hospitais e presídios são tão deficitários? (infiltrações, rede elétrica sucateada, falta de leitos, materiais mal versados e atirados em depósitos…).

Por que automóveis oficiais são tão flamantes (todas as alçadas possuem frotas de perder o fôlego), e as viaturas destinadas a transporte escolar, ambulâncias, escoltas, policiais… literalmente deixam usuários ‘sem fôlego’?

É possível que nossos porquês não fiquem por aí; mas estes, talvez, sejam os que, no momento, mais nos despertam curiosidade…

(Outono de 2017).

Cla01150808“Tomar as dores” é o tema da reflexão: quando alguém se indispõe conosco, porque nos indispusemos com alguém que aquela pessoa gosta muito, dizemos que ele ‘tomou as dores’, tomou partido, ou algo que o valha.

Consideremos, entretanto, que as indisposições entre dois indivíduos (Espíritos já ‘vividos’), têm origem, ou nesta ou em vivências anteriores: doutrinariamente, não há escapatória para isso!

Se assim acontece – e acontece! – dizemos que são pendências ‘particulares’ de dois indivíduos que precisam equilibrar relacionamentos “enquanto estão a caminho”, ou enquanto por aqui estão, ‘nesta’ vivência…

Suas pendências, por serem ‘particulares’, podem nada a ter a ver conosco, portanto, nesse caso, ‘tomar as dores’ seria atitude equivocada. Porém…

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… Há situações – e que, felizmente, não lembramos – que em vidas anteriores agimos em conluio: fazíamos parte de grupos rivais que se prejudicavam com a combinação espúria das partes.

Em outras ocasiões promover-nos-emos a ‘advogados de defesa’, pois nossos laços com a pessoa injuriada por terceiro são tão fortes, que já viemos nos amando, também a muitas encarnações.

Nestes dois casos, sim, torna-se explicável a atitude do “tomar as dores”, já que somos cúmplices de desventuras ou venturas desde ‘a outra encarnação’, como popularmente e comprovadamente nos expressamos.

(Outono de 2017).

sensibilidade2-1– O que é SENSIBILIDADE? Pergunta o discípulo ao mestre experiente…

– SENSIBILIDADE, é podermos verificar, mesmo que à distância, as dores de um amigo angustiado; inclusive sem que ele o saiba.

Pensativo, o discípulo relembra que isso não lhe é novidade, pois já lhe haviam ensinado que todos somos médiuns porque todos somos inspirados…

– Já sei! – exclamará o discípulo afoito – SENSIBILIDADE e inspiração são navegantes que remam em uma mesma canoa!

– Enganas-te – replica o mestre… SENSIBILIDADE ultrapassa todas as barreiras da inspiração. Ou, na hipótese mais sublime, é a inspiração elevada à categoria de zelo, cuidado, amor e serviço. É importar-se!…

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Não precisamos estar juntos para SENSIBILIZAR-NOS com os outros. Podemos fazê-lo mesmo à distância, utilizando os instrumentos que dispusermos, inclusive a forma pensamento…

(Primavera de 2016).

criacao-do-mundo“Ninguém duvide, porém, quanto à expectativa do supremo Senhor a nosso respeito. De existência em existência, ajuda-nos a crescer e a servi-lo, para que um dia nos integremos, vitoriosos, em seu divino amor e possamos glorificá-lo.” (Emmanuel).

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Costumamos afirmar que Deus não se aborrece ou se azeda perante nossa pouca vontade de progredir. Embora isto se configure numa ingratidão, – pois reencarnação é dádiva – também não se sentirá Ele desagradecido. Aqui a onipotência e imaterialidade divinas.

Mas também é verdade que, por fazermos parte de um Plano do Criador, – todos o fazem – o de atingirmos a perfeição, Deus mantém, sim, a nosso respeito uma grande expectativa, porque, criados a partir de seu ‘hálito’, contido no fluido cósmico, possuímos uma destinação superior que é a excelência de nossos Espíritos.

Também há outra ‘conveniência’ de nossa divindade: que colaboremos com sua incessante obra criativa.

Quanto a isso, temos várias perguntas a fazer-nos; entre elas: Não estaríamos colocando Deus num patamar pequeno, quase que antropomorfo, ao compará-lo com as imperfeições humanas? Não somos pequenos demais, frágeis demais, imperfeitos demais, para nos desejarmos seus colaboradores?

Em princípio ‘não nos desejamos’; Ele nos deseja! Se, popularmente afirmamos que ‘não somos tão pobres que não tenhamos nada a oferecer’ ou ‘tão ricos que não tenhamos nada a receber’, é claro também que para Deus nossos patamares evolutivos diversos são-Lhes convenientes na criação incessante do Universo.

De tal forma que amarmos em plenitude – e o amor será sempre o termômetro da evolução – e quando já servirmos em absoluto – e o serviço será o termômetro do amor – já seremos perfeitos e integraremos o amor Universal.

E as expectativas divinas acabam por aí? Não! Porque a obra divina é ininterrupta e esse Pai amoroso e zeloso continuará a ‘desejar precisar’ de nossa colaboração.

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O recado nos vem de Jesus, através de João 15:8, “que demos muito fruto” e assim seremos ‘os’ discípulos e o Pai será glorificado.

Se Deus obra incessantemente, não nos desejaria Ele ociosos… Reflitamos!

(Sintonia: Fonte viva, Cap. 45, Somente assim, ditado por Emmanuel a Chico Xavier, 1ª edição da FEB) – (Inverno de 2016).

8“Há momentos de profunda exaustão em nossas reservas mais íntimas (…). Instala-se a sombra dentro de nós, como se espessa noite nos envolvesse.” (Emmanuel).

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Reporta-se Emmanuel, aqui, à fome da alma, afirmando-nos que, se necessitamos do pão do corpo, muito mais necessitamos o do Espírito.

A fomeA fome é a desesperança. Quando esta se retrai, profunda apatia nos toma conta, pois nada nos conforta, atrai ou consola. Noss’alma, à míngua, fica enfraquecida, prestes a desfalecer.

As causas Somos os efeitos de nossas próprias causas: Como tal somos efeitos de nossas próprias indecisões, desapontamentos. Somos os próprios indecisos e desapontados conosco mesmos.

A comida – Como primeiro ‘tira gosto’ a profunda compreensão e o autoperdão a nós próprios. Depois o consolo de que nem solidão, nem abandono fazem parte dos divinos Planos.

Alimentados com tal promessa, convicções novas e aspirações elevadas começarão a fazer parte da nutrição que nos reabilitará a alma.

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Toda tempestade é seguida pela atmosfera tranqüila [e] não existe noite sem alvorecer. A fome da alma é apenas essa noite intempestiva. O “nunca te deixarei, nem te desampararei” (Paulo aos Hebreus, 13:5), é comida sagrada!

(Sintonia: Fonte viva, Cap. 41 Na senda escabrosa, ditado por Emmanuel a Chico Xavier, 1ª edição da FEB) – (Outono de 2016).

http _meme.zenfs.com_u_be731bc342c5a603b7849a37a71871fe9fd4a62d_thumb[15]No primeiro dia do novo ano, emissoras de televisão mais tradicionais do País mostravam, como grandes feitos, irmãos, ainda anestesiados pela folia da virada, dormindo sob os escaldantes 35 graus das areias da praia mais badalada de nosso Brasil. Emoldurava-lhes a ressaca, a título de herança, todo o novo e o velho lixo que haviam produzido no velho ano e no novo que os abraçava.

As mesmas emissoras deixaram claro que todos os sons e as letras que fizeram sucesso na virada, ou que embalaram a passagem do ano velho para o novo – apenas cronológicos – são os mesmos sons e letras iletradas, atrelados a refrãos pobres e a rostos apenas ‘bonitinhos’, repetitivos nos últimos três anos. Nada de novo, inteligente e culto foi mostrado.

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Ano velho e ano novo, em tempos deixados para trás, lembro-me, eram caricaturados por um velhinho que fazia suas despedidas e um nenê ainda em fraldas… Aplicados à doutrina dos Espíritos seriam apropriados a representarem todo aquele homem velho que deveríamos deixar de ser e o homem novo que também deveríamos perseguir…

Pensando dessa forma, somos obrigados a constatar que ano velho e ano novo deveriam ser uma questão muito menos cronológica e muito mais de atitudes a serem renovadas.

Perdoem-nos, mas nosso aqui ‘ano novo, atitudes velhas’, deseja ser muito mais constatação e reflexão do que pessimismo, até porque é sobre a realidade de todos os nossos equívocos do ano velho que desejaremos que o novo, o melhor, substitua o velho, o pior.

Sem nos iludirmos, verificamos que no ano novo ainda estávamos cercados por todos os velhos desafetos de nosso cadinho fervilhante que, mesmo com toda a euforia da virada não conseguimos perdoar ou aos quais não fomos suficientemente hábeis ao pedir perdão.

É possível que, ainda nos primeiros dias do ano novo, estejamos fazendo uso de todos os cigarros, destilados e gelados que nos restaram de herança do velho ano. Então os reciclamos e como se fossem novos, mergulhamos em velhos hábitos.

Ainda muito materialistas e inebriados pelos embalos da virada, somente nos dias 2 ou 3 – do calendário cronológico – nos demos de conta que além de nossa imagem mais gorda refletida em nosso espelho, em outros espelhos, os da mídia televisada e falada, – muito mais sarcásticos que o nosso lá de casa – nos anunciariam que também nossas dívidas/encargos também engordariam, por força de reajustes sorrateiros acordados ainda lá pelo ano velho.

Não há suporte em apenas desejarmos – para nós e para os outros – um ano bom e feliz, pois o calendário por si só não o fará: precisaremos construí-lo com a renovação individual e o somatório de todas as novas e boas atitudes coletivas. Individual ou coletivamente, nosso ano bom e feliz não se construirá com atitudes ruins e infelizes!

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Como construirmos um ano novo somente com cronologia sem que atitudes novas e reformuladas lhe façam parte?

Sem pessimismo, mas a título de reflexão – insisto! – infelizmente o ano novo poderá ser, em todos os níveis – governamental, administrativo, pessoal – só uma triste herança de todas as nossas incompetências do ano velho.

Não é o lixo jogado nas ruas que obsta as bocas de lobo e provoca alagamentos urbanos? E – como Riograndino honorário – não é difícil constatarmos que o mar sempre nos restituirá os dejetos que nele jogarmos…

Claudio Viana Silveira

(1º de janeiro, verão de 2016).

Iluminismo-Pensador-VoltaireEmbora de apogeus contemporâneos (Século XVIII), não devemos confundir Illuminati com Iluminismo:

Ligeiramente anterior, o Iluminismo (Século XVII), ficou conhecido como o “Século das Luzes”, movimento cultural da elite Européia onde se procurou mobilizar o poder da razão a fim de reformar a sociedade. Atingiria sua força máxima na França, no século seguinte, tendo como lideranças, entre outras, Diderot, d’Alembert, Voltaire (foto), Rousseau e Montesquieu. (Wikipédia).

Illuminati (do latim, iluminados), surgiu como sociedade secreta, fundada em 1º de maio de 1776 na Baviera, sul da Alemanha, portanto no ápice do Iluminismo. Nos tempos modernos conserva resquícios, como sendo organização conspiratória que aspira uma Nova Ordem Mundial… (Fonte: Idem).

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Para que os termos/Organizações sejam distinguidos, necessário é que consideremos:

  • Iluminismo, realizando aqui um trocadilho referente à origem do termo, iluminou mentes, sempre regado pela razão e agindo ‘às claras’, sem nenhuma conotação clandestina, ao contrário dos Illuminati, um tipo de sociedade secreta e de caráter conspiratório;
  • Analisados os termos em português, Iluminismo está voltado para fora do eu, ou desejando que se ilumine quem o queira; já Illuminati (que é o plural de illuminatus, em latim iluminado), já deseja significar personalismos que se auto intitulam iluminados, porém nunca se colocando à comunidade em geral; uma espécie de círculo fechado;
  • Quando procuramos personagens de um e de outro, verificamos que os do Iluminismo são mais abundantes e no contexto da história são mais reverenciados por suas idéias: Exemplificando, Voltaire é autor da frase “Não consigo admitir este grande relógio, sem que haja um Relojoeiro.” François Marie Arouet, que era seu nome, referia-se, aqui, ao Universo como uma máquina fantástica que precisaria de um ‘Maquinista’ para controlá-lo;
  • É possível que os Illuminati, por seu ‘secretismo’ e de não domínio público, estivessem mais à mercê de entidades ainda inferiores e que os personagens do Iluminismo, aqui já citados, todos eternizados, sempre perseguiram a Iluminação dos Superiores.
  • Kardec, nosso ilustre codificador, oriundo da Escola Pestalozzi, que incentivava o raciocínio de seus discípulos, sugere que também sua obra tenha como base a razão, aliando-se a todos os iluminados, supracitados ou não, e elegendo-os como precursores da doutrina da Terceira Revelação;
  • Com tais considerações, concluímos que o secretismo dos Illuminati é muito denso, nebuloso e comandado por forças poderosas, mas não muito sutis; e que a razão do Iluminismo provém de forças renovadoras, transformadoras através de boas intenções e todas sob comando de um zeloso Relojoeiro/Maquinista…

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Os Illuminati é tema do filme Anjos e Demônios, da homônima obra  de Dan Brown, dirigido por Ron Howard e protagonizado por Ton Hanks.

Para ser interpretado em suas entrelinhas: “Toda a música que não pinta nada, é apenas um ruído.” (Jean Le Rond d’Alembert).

(Primavera de 2015).

francois-hollande-president_A França, mais particularmente a capital Paris, ainda não cicatrizara dos atentados de 7 de janeiro, endereçados ao Charlie Hebdo, e se viu novamente, na data de ontem, acometida por mais um atentado, distribuído em seis pontos, todos simultâneos e orquestrados.

A diferença agora é a quantidade de vítimas fatais e dos feridos. Dado à proporção dos números, somos obrigados a acreditar que o ataque ao Charlie foi apenas um tira gosto, comparado ao atual. Em carta endereçada ao Le Monde, o Estado Islâmico, reivindica a autoria do atentado.

No momento em que os Países Europeus, principalmente vizinhos franceses, elevam seus alertas de segurança ao nível máximo (5), e o Papa Francisco declara que o acontecido “não é nenhuma justificativa, nem humana, nem religiosa”, nos sentimos na obrigação de novamente relembrar o que Emmanuel nos diz na questão 292 de O Consolador: “… Na inquietação que lhes caracteriza a existência na Terra, os homens se dividiram em numerosas religiões, como se a fé pudesse ter fronteiras, à semelhança das pátrias materiais (…). Dessa falsa interpretação têm nascido no mundo as lutas anti fraternais e as dissensões religiosas de todos os tempos.

Como escrevemos em “Liberdade e Igualdade, filhas da Fraternidade” e publicado na RIE em março deste ano, repetimos que “não estamos aqui falando como franceses ou muçulmanos, mas com a dor e o lamento de ambos, como cidadãos do mundo e como cristãos; e como tal acreditamos que o único aval para a liberdade e a igualdade seja a fraternidade, ou o perfeito enquadramento dos povos dentro da ética da reciprocidade, que é a regra que o Cristo ditou aos antigos e novos Profetas.”

Os números são, na linguagem do Papa Francisco, desumanos, pois se em janeiro tivemos 20 mortos e 11 feridos, os angustiosos números de hoje avançam – ou retrogradam? – a 127 mortos e 99 feridos, entre os quais dois brasileiros.

Confrades; oremos! Não só pelos números de ontem e os de hoje, mas pelos homens que tomam decisões, para que revejam e meditem sobre as sagradas questões de respeito e tolerância, itens em nossa opinião mais razoáveis que todos os tipos de alertas de segurança e que amenizariam efeitos de sabidas causas…

Oremos!

(Na foto, o presidente francês Fraçois Hollande, se dirigindo à Nação e ao mundo) –  (Primavera com ares tristes de 2015).

GAUCHO 58“É preciso olhar o mundo com olhar de vaqueano: Ser gaúcho é mais profundo que ser campeiro ou urbano. (…). O pago não se divide entre o campo e o concreto; na querência onde se vive o mesmo céu cobre o teto. A querência nos habita; viaja junto com a gente…” (Cancioneiro gaúcho. Desconheço autor e intérprete).

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Uma composição certamente inspirada… Sobre ela, algumas considerações ora ‘profanas’, ora ‘sagradas’, todas, porém, filosofadas entre um mate e outro:

Somos cidadãos de uma Pátria – querência – bem mais extensa do que nossa vista imagine alcançar. É possível que os limites dessa Pátria não fiquem, necessariamente, circunscritos.

Nossos problemas, e junto com eles as raízes das soluções, estarão conosco em quaisquer querências. Relembrando nosso poeta, cantador e payador maior, Jayme Caetano Braun, “por longe que o homem vá, jamais fugirá de si.”

Nossas inter-relações se farão aqui e acolá, visto sermos cidadãos desse extenso mundo. Todos já ‘cruzamos’, embora disso não tenhamos lembranças muito vivas.

Se nos ativermos mais às crenças, os credos terão importância relativa. Explicando: Nossas crenças deveriam ancorar-se no Guia e Modelo colocado à nossa disposição em todos os tempos; naquilo que revelou com atos e palavras. Credos poderão ser temporais; a crença é atemporal. Mensagens e Mensageiros desse Guia e Modelo são atemporais.

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Temporal é o chão onde pisamos. Atemporal é o nosso Destino (com D grande…). Atemporais são todas as almas que reencontrarmos nos diversos chãos; atemporais serão todas as afeições, estreitadas ou retomadas em querências diversas…

(23 de agosto, em ‘outra’ querência…) – (Inverno de 2015).