Archive for the ‘Poesias’ Category

17757151_1676777409004617_1501653189527108255_n… E quando a Natureza nos parece música?

Olhamos ao nosso redor, conseguindo ver formas, cores, movimentos, sons… reunidos e como a entoar aquela melodia que mais apreciamos:

São formas admiráveis capazes de fazer inveja ao mais renomado dos arquitetos: não tenhamos dúvidas que nosso Oscar Niemayer tantas e tantas vezes nelas se inspirou.

Qual, se não o pincel da Divina Providência, conseguiria atingir as multicores que a Mãe Natureza nos apresenta: atento, o Criador nos convida a, diariamente, ‘ajudá-Lo’ a retocar tão magnífica aquarela…

Tudo é movimento: Maestro com sábia batuta coordena a formidável orquestra, onde componentes das mais diversas ordens dedilham, sopram, percussionam, solfejam e tamborilam, proporcionando-nos a mais completa evolução; proporcionando ao Universo os mais belos…

… Sons que um complexo grupo musical poderia nos proporcionar.

Natureza e música: quem tiver olhos de ver e ouvidos de ouvir, que não só as veja e ouça… mas que as perceba!

(Outono de 2017).

P1 (9)Nossas almas conversavam curiosas:

– Seremos, por acaso gêmeas?

– Completamo-nos, por ventura, em comum vôo?

– Ou seríamos tão somente participativas, afins, seladas?…

Minhalma concluiu que se com a tua fosse gêmea,

Como, claudicante, absorveria teus ensinos;

Como, usufruiria de amoroso contrato; e

Como, dependente, ‘lucraria’ da partilha?…

* * *

Minhalma curva-se perante a beleza da tua;

De seus ensinos, livre, compartilha, compactua!

Obrigado alma de minha alma,

Amada alma!

* * *

PARABÉNS, MINHA AMADA ALMA!

(Verão de 2014, 31 de dezembro)

1495528_731186653558722_1029652834_nNesta virada, ao embarcares no vagão de 2013 e antes de apeares no de 2014, percorre os diversos outros do trem da Vida e espalha teu sorriso, otimismo e ajudas;

Neste réveillon, enverga o branco da alma deixando subalternos os amarelos, vermelhos, verdes e a própria peça branca, íntima ou não;

Nesta Confraternização Universal, assume de vez o verbo ‘importar-se’, a começar por ti, te perdoando e aos outros; preocupa-te com o porteiro, síndico, zelador; dá atenção ao aparentemente diferente ou que possui necessidades; cumprimenta o difícil e convida-o a ser o teu mais novo parceiro; é possível que o guardador, andarilho, catador… necessite de tua palavra, sorriso e também de tua moeda;

Quem sabe nesta virada abras a porteira da invernada da simplicidade liberando o indivíduo pequenino que há em ti; sem os sapatos apertados das importâncias aproveita a relva fresca das pieguices, da ingenuidade e até dos desalinhos, alimentando-te dos ares renovados de inocências e frugalidades;

Nesta virada, dribla os ‘cortes’ de tua operadora e diz ao vivo para as pessoas que as amas. Mas, se estiverem longe, diz ‘com cortes’ mesmo!…

Nesta virada, embora a maioria daqueles que te servem estejam no convívio dos seus, enaltece com bom ânimo a plantonista que, já de cabelos embranquecidos, deixou o hall de teu bloco limpo e perfumado e, mesmo que disso ela saiba, ouça as palavras de teu coração a lhe incentivar a tarefa;1525761_262467347241732_1622912808_n

Nesta virada, reparte teu fiambre com o fiel de quatro patas que ressona aos teus pés enquanto mateias, mas lança também um olhar de compaixão a outros menos favorecidos e de ternura aos que graciosamente cantam e emolduram o teu jardim;

Nesta virada, celebra com gratidão a chegada do primeiro neto, mas não esquece todos os outros indivíduos que chegaram e ficaram em tua vida; compreende os que por motivos outros resolveram não permanecer em teu convívio e reverencia os que partiram para plagas mais sutis;

Nesta virada, te permite celebrar com o quitute e a bebida que estiver ao teu alcance, mas se, por motivos diversos, convicções ou impedimentos desejares de todos eles te privar, faz de teus princípios a bandeira do bem que levantarás em todos os dias do ano vindouro;

Nesta virada, declara aos amados que te rodeiam ou aos que contigo se comunicarem, que deles serás no ano novo, o mesmo servidor que fostes em todos os anos velhos;

Nesta virada, proclama aos quatro ventos que é chegada a hora da quarta revelação e que sem a fraternidade os indivíduos desta Terra e a própria não assumirão a ‘diplomação’ dos regenerados…

Nesta virada, lança um olhar de boa vontade aos que ofendeste ou que te magoaram, considerando que esse bom ânimo é somente o primeiro e gigante passo do qual se utiliza a Conspiração do Perdão; e se tiveres que roubar algo, rouba um beijo ou uma rosa para ofertar ao teu amado ou à tua amada;

Nesta virada, o abraço, sem preterir o amasso, validará a ambos; nas páginas de relacionamento poetas publicarão versos apaixonados, rimas rebuscadas e imagens encantadoras, porém não relegues torpedos escritos em guardanapos e no ‘papel de pão’, endereçados a amados e a amadas de teu coração;

Nesta virada, te abraço, digo que te amo, declaro-me teu fã e te convido a me ajudares a ajudar, realizando o necessário e possível!

Claudio.

(Verão de 2013, 40 graus)

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Certa feita eu resolvi acrescentar um pouco de alegoria à Doutrina;

E a Doutrina não ficou menos compreensível…

E também uma pitada de poesia;

E a Doutrina pareceu-me ter ficado mais leve.

A Doutrina perdeu algo?

E a poesia não ganhou Doutrina?

Doutrina, alegoria e poesia…

Parceria?

Parceria!

(Verão de 2013).

Quase quatro décadas!!!
Parece só alguns dias…
Eu tudo recomeçaria
Com as bençãos de “Maria”.
Sempre muito amparados,
Nem pensamos desanimar…
A certeza é absoluta
Sempre vamos nos amar!!!
 

(Poesia de Maria de Fátima S. Silveira – Primavera de 2011)

Manhã linda, ensolarada,
saí feliz da vida,
para fazer minha caminhada…
Mas no início do percurso,
aconteceu um acidente:
Fui atacada por uma matilha
E ‘um’ me brindou com os dentes.
Senti pena do bichinho
na rua abandonado…
Talvez só estivesse dizendo:
‘Me olha, quero ser amado’!
Dono sem alma
nem coração,
quer ‘guardas’, ‘segurança’,
esquece que ele é apenas um cão.
Sedentos de amor, carinho,
tentando sair do abandono
e no desejo de um ninho,
procuram por qualquer dono.
Animais abandonados,
tem aos montes, é um horror…
E o povo, pobre coitado,
quem cuida da sua dor?
Corri para o posto médico,
‘não tinha médico’, nem vacina
só abnegados enfermeiros,
defendendo a medicina!
Lavaram, colocaram PVPI
mandaram para casa voltar
observar com atenção,
para a ‘coisa’ não piorar.
Confio muito em Deus,
quero muito sempre crer,
agora sou vou rezar
para eu ou cusco ‘não morrer’!
(Maria de Fátima S. Silveira, ‘a vítima’) – (Primavera de 2011).
Olá, amor!
Posso assim chamar,
pois há mais de 40 anos
vivo a te amar.
O blog do velhinho
jamais nos aborrecerá…
Já estamos agradecendo
o quanto nos ajudará.
Com tua fé, perseverança
e todo discernimento,
com certeza nos trarás
muito esclarecimento.
Com tuas crônicas,
máximas, mínimas e estudo,
estaremos esperando, ansiosos,
para todos dias sorver tudo.
Que o Pai, Jesus, Mentores
e a Virgem Maria
te intuam, protejam e guardem
sempre, sempre a cada dia.
(Maria de Fátima S. Silveira – Primavera de 2011).