“A comunidade é um conjunto de serviço, gerando a riqueza da experiência. A harmonia dessa máquina viva depende de nós.” (Emmanuel).

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A comunidade (comum unidade), espécie de cooperativa cristã, depende de nós, ou da qualidade e quantidade de caridade de cada um.

Na visão do apóstolo Pedro, “sobretudo, [da] ardente caridade d’uns para com os outros.” (I Pedro 4:8).

Por que ardente caridade? Porque uma comunidade é heterogênea: “o que um não faz, o outro faz!” E o faz com ‘ardor!’

Comunidades têm legisladores e heróis (de verdade), mas também precisa de lavradores e varredores.

Legisladores e heróis percorrerão ruas limpas e comerão do fruto da semente plantada pelo lavrador…

… Lavrador e varredor se beneficiará de leis honestas e dos feitos de seus heróis.

Uns dando suporte/segurança a outros; compreendendo suas responsabilidades; e vivendo, sobretudo, ardente caridade.

Caridade, portanto, numa comunidade, é o fiel da balança: dela dependerá a quantidade e a qualidade da fraternidade da cooperativa cristã.

Nenhum dos membros será desimportante se… a caridade também não o for.

Na história da humanidade, tivemos importantes exemplos de comunidades cristãs:

A dos Essênios (segundo século a. C.); dos Hebreus sob o jugo Egípcio (até 1.460 a. C.); e dos cristãos pós ‘ascensão’ do Mestre… Entre outras!

Essênios e Hebreus viviam já a expectativa da vinda do Messias; tal esperança os animava, e o Mestre (em Espírito) os inspirava, na qualidade de já Governador Planetário.

Contam-nos os louvores que esses “cristãos tinham tudo em comum; pois dividiam seus bens com alegria!”

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Duas expressões são importantes na Orientação de hoje: exortam, “sobretudo”, que essa caridade fraterna “depende de nós”:

Ou que nossa comum unidade dependerá, sim, primeiro de nossas habilidades, mas, muito mais, da qualidade e da quantidade de nossa caridade.

(Sintonia: Xavier, Francisco Cândido, Fonte Viva, ditado por Emmanuel, Cap. 122 Entendamo-nos; 1ª edição da FEB) – (Primavera de 2017).

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