Jesus Writing on the sand with his finger

Jesus Writing on the sand with his finger

“Enquanto a comunidade terrestre não se adaptar à nova luz, respirarás cercado de lágrimas inquietantes, de gestos impensados e de sentimentos escuros. (…) Nas surpresas constrangedoras da marcha, recorda que, antes de tudo, importa orar sempre, trabalhando, servindo, aprendendo, amando e nunca desfalecer.” (Emmanuel).

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Constrangimentos fazem parte, naturalmente, do Planeta em que vivemos. Se estes existem, há também os antídotos: Jesus, com suas exortações, máximas e principalmente com seus feitos, apresenta-se como o melhor antídoto a tais obstáculos.

Através de insights e visões fragmentadas de nossas vidas anteriores, percebemos que nosso Espírito milenar já compactuou e ainda compactua com eventos que desacreditaram as páginas de nossa história: Ainda respiramos os ares injustos do Sinédrio judaico; somos, ainda, devotados às injustiças. As ações vaidosas e espetaculares dos Romanos dominadores ainda nos influenciam; comportamo-nos como neoromanos. Possuímos ainda cacoetes dos verdugos da Boa Nova nascente. No anúncio dessa Boa Nova, já não fazemos correr rios de sangue, mas nele imprimimos personalismos ou nossa ‘melhor interpretação’; somos cristãos medievais trevosos. E já não promovemos mais os autos de fé, mas ainda descuidamos lutas pessoais contra as sequelas de tais esquerdices.

Tudo perdido? Absolutamente! Enquanto insights, lembranças e fragmentos de eventos sinistros se nos apresentam como efeitos e atuais constrangimentos, os divinos escritos se oferecem como antídoto à nossa infelicidade. Algumas dessas ‘vacinas’: “Vigiai e orai”, sendo o “orai” a parte mais teórica e o “vigiai” eminentemente prático. O trabalho que dignifica nossas mãos. O servir como opção cooperativa dentro do conceito que “o que um não faz o outro faz.” Perdoar como uma questão de inteligência: Perdoo muito porque muito ofendi, ontem ou hoje. E aprender sempre: aprendemos ensinando e ensinamos porque fomos ensinados.

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Se o Universo, perfeito, nos devolve todos os embaraços que nele jogamos, dentro da sagrada Lei de Causa e Efeito, não nos faltará os antídotos ou nossa vivência no jeitinho que Jesus ensinou e gostava de viver. Assim estaremos minimizando e purgando constrangimentos, escolhos à nossa perfeição e óbices aos irmãos.

(Sintonia: Fonte viva, Cap. 61, Nunca desfalecer, ditado por Emmanuel a Chico Xavier, 1ª edição da FEB) – (Primavera de 2016).

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