equilibrio

I – As Nações buscaram, até hoje, fazer as mais sensatas leis possíveis… Em vão! Somente as Divinas Leis ou Naturais se apresentam cem por cento equilibradas;

II – Não existe maior satisfação para o indivíduo do que imprimir à sua tarefa de agora o que de melhor ele possuir hoje;

III – Pensamentos, palavras e atos; cabeça, tronco e membros fugindo a todos os extremos: Centrados no e ao bem;

IV – O interesse é a mais vil das moedas da caridade e não só desequilibra qualquer ação como também a anula. O “meio-bem” assim é chamado pelos Orientadores, por ser realizado somente na busca de prestígio;

V – Equilibrado é o nobre: Não só não se amofina com as conquistas alheias como estas lhe fazem bem. Entende que a evolução – com a felicidade inclusa – chega para os Espíritos em épocas diferentes;

VI – Se há na história dos Espíritos etapas ‘a pular’, os equilibrados entendem serem as negativas ou aquelas que nada acrescentam à evolução;

VII – O equilibrado, frente aos acometidos de necessidades, ouvirá muito mais, falará muito menos e no que se pronunciar procurará consolar e minimizar as privações alheiasO-senso-de-equilíbrio-em-crianças

VIII – Nobreza estimula nobreza: Por que não pegar carona no estímulo dos que já conseguiram se equilibrar através dessa virtude?

IX – A pessoa que sistematicamente se queixa de tudo e de todos demonstra destempero perante situações comuns e próprias do Orbe tipo Terra. A queixa, a má notícia, o comercial medíocre e apelativo… poderão afiançar uma informação errônea de que o Planeta ‘não tem jeito’; e

X – A cada equívoco percebido no próximo, realizar um check-in nos próprios: Nada como estar preocupado com o próprio burilamento, para não se ter tempo ou fazer ‘vistas grossas’ aos alheios.

* * *

São, portanto, palavras chaves na busca do equilíbrio: Deus, aplicação, bem, servir, nobreza, positivismo, alegria e esperança, estímulo, benevolência e uma obstinada fuga às queixas.

A estabilidade, é lógico, não depende exclusivamente deste decálogo do equilíbrio, mas de todas as atitudes que me mantiverem afastado das extremidades.

(Sintonia: Cap. Saúde e equilíbrio, pg. 25 de Meditações Diárias, de André Luiz/Chico Xavier, editora IDE) – (Outono de 2013).

One comentário para “Decálogo do equilíbrio”

  • Silvia Gomes says:

    “A pessoa que sistematicamente se queixa de tudo e de todos demonstra destempero perante situações comuns e próprias do Orbe tipo Terra. A queixa, a má notícia, o comercial medíocre e apelativo… poderão afiançar uma informação errônea de que o Planeta ‘não tem jeito’…”

    Concordo contigo Claudio! Precisamos sempre nos disciplinar para não entrar no vício de reclamar de tudo e todos, como se fôssemos imunes ao erro ou detivéssemos todo o conhecimento e moral do universo, sob pena de somente propagarmos o mal que tanto criticamos. Valorizar o bom e o belo nos outros e nós mesmos é muito mais produtivo.
    Obrigado mais uma vez pela tua generosidade em partilhar conosco! Abraço fraterno!

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