Storm“Depois da tempestade vem a bonança”, nos dirá sábio ditado popular. Também virá a renovação do ar, a irrigação da terra prenhe de sementes e mudas, quem sabe a restauração do solo árido e o abastecimento das necessidades dos poços…

Tal provérbio também se aplicará às questões fraternais de difícil equação: Como levar a fraternidade evangélica àqueles que mais estimamos, se, por vezes, nosso esforço pode ser mal interpretado, conduzindo-nos a situações mais penosas?

A pergunta é feita por Chico a Emmanuel e a resposta será tão objetiva quanto nossa sentença popular: Resumindo-a, deixar-lhes as energias até que…

  • … possam experimentar a serenidade mental própria de todos aqueles que já ingressaram nos compromissos fraternais;
  • Abandonem os instintos animalizados, ou o lado mais inconveniente da tempestade;
  • Passem a comungar conosco de nossos desejos de serenidade e paz; e
  • Sintam-se, tal qual o ar, renovados; tal qual a terra prenhe, germinem a semente da boa vontade; afrouxem os torrões da terra árida de seus corações; e se abasteçam da compreensão recomendada na Boa Nova do Mestre.

* * *

Para tudo há um ritmo; a Natureza não dá saltos; não convém esmurrarmos a ponta da faca; o mingau poderá estar quente… Esperemos passar a tempestade!

Há, ainda, o guarda chuva da oração, a forma pensamento de comunicação dos Espíritos – e os somos! Se a tempestade insistir usemos do artifício!

(Sintonia: questão 346 de O Consolador, ditado por Emmanuel a Chico Xavier, 29ª edição da FEB) – (Primavera de 2015).

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