complexa_engrenagem (obviousmag.org)Maravilhamo-nos com máquinas às vezes centenárias que apresentam um perfeito funcionamento. Relógios, por exemplo, esses instrumentos fascinantes! Na complexidade de seus mecanismos há engrenagens de todos os tamanhos que, anonimamente, dão cada qual a sua contribuição para que o aparelho se mantenha ativo e apreciado…

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Nas lidas do templo espírita-cristão, também haverá a necessidade, tais quais as pequenas e anônimas engrenagens de nosso ‘herói’ supracitado, de que nos apaguemos pelo brilho da obra.

Qual a engrenagem que podemos e desejamos ser no sistema, não é somente a pergunta que nos faremos, mas armar-nos da convicção que precisaremos ser uma peça utilitária, independente do tamanho e característica que possua.  Má vontade, azedumes, arrenegações, em nada contribuirá para o bom andamento do serviço. Boa vontade, compreensão, doçura e principalmente o esforço, significam o azeite, o lubrificante que estaremos colocando em nossas peças para que funcionem a contento.

Quer seja na direção que orienta e conduz, no atendimento ao doente do corpo ou da alma, na limpeza, reparos, conservação ou num pequeno e necessário frete, somos todos peças importantes e complementos mútuos.

De nada, entretanto, valerá sermos tais suportes do grupo e da Casa se a má vontade comandar as nossas tarefas, pois…

… Irritar-se alguém, no exercício das boas obras é o mesmo que rechear o pão com cinzas!

Para que a “engrenagem do serviço” seja útil, não poderá estar ‘rangendo!’

(Sintonia: Cap. Conjunto, pg.185, Livro da Esperança, Emmanuel/Francisco Cândido Xavier, editora CEC) – (Primavera de 2014).

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