Crônicas doutrinárias

Frutíferos ou estéreis?

“Os médiuns são árvores destinadas a fornecer alimento espiritual a seus irmãos. Se, ao invés de frutos sazonados, dão maus frutos; se nenhum proveito tiram dela, no sentido de se aperfeiçoarem, são comparáveis à figueira estéril.” (ESE, XIX, 10)

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Se o acaso não existe, igualmente não há acaso em sermos todos médiuns: Há, sim, nisso, uma questão Providencial, pois médiuns estabelecem conexões amorosas entre os planos mais sutis e o material.

Todo o médium de boa vontade produz frutos: Os frutos da renovação, das soluções, do aprimoramento, dos recursos, da antevisão, das melhorias…

Indivíduos inspirados, pois que em boa sintonia, proverão curas, resultados, descobertas, melhoras… ou, todos os doces figos que produziria a nossa árvore saudável.

Ao nos informar que os médiuns são legiões, Emmanuel deseja nos dizer que cada um dos 7,3 bilhões de almas encarnadas neste Planeta possui ‘seu’ potencial de mediunidade: Pouco, muito, elevadíssimo! Com características diferentes? Não importa! Discute-se aqui não o potencial ou a característica, mas o fato de ser médium e desejar sê-lo maduro, experimentado, educado e principalmente comprometido.

Em nossas instituições, mais particularmente, estarão ocupando, por indicação e sensibilidade de quem os dirige, vagas da direção à simples recepção dos trabalhos, – que de simples nada têm – e por que não nas tarefas de limpeza e conservação do patrimônio físico, visto que também para varrer e consertar precisa-se de capacidade, vontade e responsabilidade.

A questão aqui será produzirmos, os médiuns, frutos sazonados, da estação, maduros, oportunos e adequados ao potencial e característica de cada um.

Acima de todos os alunos matriculados na sagrada matéria da mediunidade está a mestra Doutrina, que precisará ser esclarecedora e consoladora, mas que não poderá se responsabilizar pelo médium que não desejar produzir frutos…

… Tal qual a figueira estéril!

Frutíferos ou estéreis? Todos somos médiuns!

(Sintonia: Cap. Médiuns de toda parte, pg. 172, Livro da Esperança de Emmanuel/Francisco Cândido Xavier, editora CEC) – (Primavera de 2014).

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