É muito lógico que nosso Pai Eterno ao nos presentear Jesus como Governador, Legislador e Juiz de nosso Planeta Terra, desejou-O portador dos mais excelsos ensinamentos. Sabia nosso Bondoso Criador que nossa Terra estava à deriva ou digamos sem rédeas ou com estas um tanto frouxas. Dessa forma o Sapiente e Amoroso Pai, lá pelos idos do ano – digamos – zero, nos envia um:

Governador – Como Governador ou Administrador, Jesus não nos tira o poder de decisão, apenas nos indica a forma mais lúcida de decidir;

Legislador – A Lei mosaica estava enxovalhada, ou o decálogo um tanto desautorizado. Eram muitas regrinhas e o Divino Legislador desejou simplificá-las: Todas as demais regrinhas reduzir-se-iam a tão somente duas… Mas que duas!

Juiz – Juiz e matemático, pois conseguia convencer seus compatriotas e – convenhamos – também a nós que setenta vezes sete eram quatrocentas e oitenta vezes a perdoar os – e que paradoxo – nossos inimigos… Logo a quem!

Como dissemos, a encarnação de Jesus, neste planeta foi permeada de ensinamentos, mas foi no A e no Z, no alfa e no ômega, ou, parando com as alegorias, na manjedoura e no Gólgota que o Divino Mestre não só nos ensinou como nos mostrou: Que seu reino não era deste mundo, que a simplicidade das coisas era importante em Seu Reinado, que ser pobre era uma questão prioritária… Que o perdão – principalmente aos que o crucificavam como também a Dimas, ao lado d’Ele imolado – seria absurdamente necessário.

Portanto, da manjedoura ao Gólgota, nosso Divino Modelo sempre soube o que fez como Governador, Legislador e Juiz.

Aos meus queridos leitores, os melhores votos de um Natal frugal, comemorado, verdadeiro… Um forte abraço!

(Primavera de 2011).

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