mel-como-funciona-a-extracao-e-a-exploracao-da-abelhaParadoxalmente, “negar-se a si mesmo, tomar a cruz e seguir Jesus” (Marcos, 8: 34), não significa darmos as costas ao social, mas vem de encontro a todas as dificuldades de convivência com tal sociedade.

Quando Emmanuel nos diz que nossas cruzes incluem todas as realidades que o mundo nos oferece e nos convida a esquecer-nos na construção da felicidade geral, sugere-nos a família, o trabalho, os agrupamentos sociais, como laboratório terreno para o exercício do transporte de nosso lenho. Em tais agrupamentos acontecem nossas maiores provações:

Separações – Os que amamos poderão se afastar pela natural mudança de Plano; pelas ingratidões; pelos distanciamentos… Todas doem!

Desencantos – Quantas vezes enganamo-nos ou pessoas se enganam a nosso respeito… Desencantos são tais quais felpas!

Desastres – A cada dez ‘chamadas’ dos noticiários local, regional, nacional e mundial, é possível que oito sejam notícias catastróficas que irão nos cortar a alma.

Abandonos – A lição aqui será pintarmos nossa própria história; pintarmos histórias alheias poderá nos deixar ‘segurados ao pincel.’

Provações em família – Não trabalhemos com a ilusão de que família é só regozijo; provações, ajustes, expiações, aí serão inevitáveis.

Cativeiros – Sermos cativos de compromissos pelos quais optamos será nos libertarmos perante nossas consciências.

* * *

Tomar a própria cruz, seguir Jesus, mais que abandonarmos tudo, será abraçarmos esse tudo e fazermos dele nosso laboratório terreno.

Sermos bons cristãos; não fugirmos ao lenho; entendermos nossas provações… São todos papéis exatamente dentro do contexto de nosso laboratório terreno.

(Sintonia: Cap. Nossas cruzes, pg. 211, Livro da Esperança, Emmanuel e Francisco Cândido Xavier, Ed. CEC) – (Verão de 2015).

One comentário para “Laboratório terreno”

  • Silvia Gomes says:

    “Tomar a própria cruz, seguir Jesus, mais que abandonarmos tudo, será abraçarmos esse tudo e fazermos dele nosso laboratório terreno.

    Sermos bons cristãos; não fugirmos ao lenho; entendermos nossas provações… São todos papéis exatamente dentro do contexto de nosso laboratório terreno.”

    Falou tudo! Obrigado Claudio!

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