Aflições – A dor, as vicissitudes, os percalços, poderão ser antídoto eficiente ante minha rotina bolorenta.

Altruísmo – A dessemelhança de nossos talentos é proporcional à diversidade das necessidades de nosso próximo.

Confiança ‘de Deus’ – As esperanças – ou a confiança – depositada em mim faz parte de um Plano de Resgate Perfeito e – sobretudo -, de Planos de um Deus infinitamente Justo e Bom.

Desencarne – Não concordo, hoje, com o ditado popular ‘só a morte não tem volta…’ Só ela é a volta!

Deus – Um provedor zeloso e um intendente perfeito e atento.

Dever x Obrigação – O Dever me liberta, ao contrário da obrigação que me aprisiona; o primeiro me dá asas a segunda as tolhe.

Hipocrisia – Fariseu é um hipócrita ‘honesto’, porque intencional. Já o seareiro (trabalhador, militante) hipócrita é um fariseu ‘desonesto’, porque dissimulado.

Ídolos – Fazendo uso de meu livre-arbítrio, com qualquer intensidade, em qualquer tempo e seja na direção que for, elejo meus ídolos e os mensuro. Conforme minha vontade, eles facilitarão meu repouso e minha paz ou me cansarão e atormentarão o meu sono.

Internet e Livros – Se por um lado, a internet me oferece muitas idéias prontas, os livros me dão a oportunidade de aprontar idéias.

Prática – As letras miúdas do evangelho deveriam levar minhas mãos a atitudes graúdas.

Preconceito/Racismo/Intolerância – Apesar da felicidade não ser deste mundo, vivo numa incessante busca de minha Pátria Interior Feliz, que se constrói amealhando uma série de virtudes… Pois bem, o preconceito, o racismo e a intolerância de qualquer ordem, destroem esta Pátria, visto que sua prática me arremessa na mais absoluta infelicidade.

Recomposição – Toda vez que estou buscando uma recomposição, na verdade estou voltando a um estudo que, por algum motivo abandonei porque me aborreceu. Estou novamente me matriculando numa escola e tentando recuperar matérias que um dia deixei para trás.

Solidariedade – Quando solidário, privilegio a uma série de pessoas… Sobretudo, a mim mesmo!

(Primavera, já com menos vento, de 2011).

2 Comentários para ““Mínimas” e curtas do velhinho”

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