Possuo um compadre – quase irmão – que angariei nos tempos de caserna… Sempre que vem à minha casa, o amigo procura defeitos na mesma, mesmo que esteja tudo zerado; quando vou à casa dele eu me vingo. Na verdade, estas farpas são folclóricas e fazem parte de nossa amizade, quase amor. Costumo inticar com minha comadre que ela destruiu o nosso relacionamento.

Alegorias e brincadeiras à parte, o ensinamento é claro: Veicular o mal é uma apologia ao crime; o bem é melhor, o mal é pior; O bem não pode ser deixado para depois; uma boa intenção precisa avançar, não pode ser abortada; a rosa que penso em levar a um aniversariante, a uma hospitalizada, precisará ser levada; a crítica destrutiva não construirá nada; os defeitos que vejo nos que me cercam poderá ser fruto da poeira de meus olhos.

Um beijo, meu querido amigo! Amo a ti e à tua família. (Primavera linda de 2011).

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