Chico Xavier dizia que quando estava muito deprimido, dirigia-se a favelas… Voltava de lá reanimado… Não estaria Chico tratando ‘sua’ depressão?

Se for verdade que ‘a caridade começa em casa’, amar a si mesmo – desde que não seja narcisismo – é o elixir da longa vida. Há necessidade que se tome desse ‘elixir’ para se ter saúde e dedicar-se à saúde alheia…

Se tudo aquilo que eu não fizer ao pequenino, não o farei também ao Mestre e se “tudo o que se faça contra o próximo o mesmo é que fazê-lo contra Deus”, todas as minhas atitudes insanas serão tal qual ‘dar um tiro no pé’, visto que ao me indispor com Cristo e com Deus, estarei renegando a ‘saúde própria’…

O primeiro passo na direção da reconciliação poderá aliviar minha gastrite… Para sua cura total será um ‘pulinho’!

Caridade não é ‘distração’ nem mercadoria de troca; seus proventos dificilmente serão pagos neste plano.

Será muita ingenuidade e até pretensão minha desejar e pensar que, em me engajando em lides Crísticas, como que num toque de mágica, minhas desventuras serão resolvidas.

Consolar um aflito poderá até não curar minha moléstia, mas me fará vê-la infinitamente menor que a do assistido.

Por menor que seja minha ação, se anônima e desinteressada, sempre terá efeito positivo.

Quando São Paulo me diz que a “caridade não suspeita mal”, é claro em afirmar que ela ‘também’ é endereçada a pessoas ‘suspeitas’. Quando me diz que a “caridade não é invejosa” é que há campo para ‘todos’ praticá-la e que necessitados não faltarão!

Se for verdade que grandes e pequenos Pensadores do Bem já discorreram sobre a caridade, também é verdade que todos os pequenos como os grandes atos serão contabilizados para a medição da escala evolutiva dos homens.

Todas as minhas falhas na prática da caridade, mais que me desanimar, deverão ser como a semente que morre para que a planta viceje.

Nada é absoluto na ‘teoria’ sobre caridade; já na sua ‘prática’, nada é relativo, mas de uso irrestrito!

Meus queridos, o Ministério da Saúde que adverte tantas coisas – algumas pífias, grosseiras – deveria observar que o bem, o amor, a solidariedade – ou a caridade -, sim, poderá curar muitas doenças, do lado ‘de lá’ e, principalmente, do lado ‘de cá’!

(Sintonia com o item 5 do cap. XV do ESE e 1ª Epístola de São Paulo aos Coríntios – Outono de 2012).

One comentário para ““O Ministério da saúde adverte”: A caridade cura doenças!”

  • Vera Maria Rodrigues says:

    Amigo,reconhecemos nossas limitações mas seguir em frente trabalhando com amor,fazendo o bem por menor que nos pareça e desinteressadamente,talvez diminuam nossas dores se olharmos com os olhos do coração os problemas do nosso próximo,a caridade é saudável para todos e todos a podem praticar.

    boa noite meus amigos.

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