“Somente pela execução de nossos deveres, na concretização do bem, alcançaremos a compreensão da vida, e o conhecimento da ‘perfeita vontade de Deus’ a nosso respeito.” (Emmanuel).

* * *

Deus obra incessante: minerais se movimentam; vegetais, com colaboração de minúsculos insetos, se reinventam; animais cumprem propósitos Divinos.

Não desejaria o homem, a inteligência, permanecer estático: reserva-lhe o Criador desígnios, tarefas.

O milho não foi sempre exuberante: primitivo, há 8 mil anos, a espiga do ‘teosinto’ alcançava apenas 2,5cm, comparado aos fartos 30cm de hoje:

A ação das forças da Natureza (vegetais, ventos e insetos polinizadores, ciência humana) proporcionou-lhe tal status.

Em nossas lutas por títulos, recursos financeiros, possibilidades de conforto e atenções sociais, progredimos materialmente; por que não ‘faturar’ e também servir?

Nossa profissão não é só remuneração; pode, por extensão, se tornar beneficência:

Assim, o doutor, remunerado, é também o humanitário; o bombeiro, perante flagelos, não perde a ternura; comerciante e empregados, lucrativos, convivem honesta, justa e fraternalmente…

* * *

Percebe-se o homem, um Espírito que ocupa, interinamente, um corpo; e não o contrário:

Pressuposto este que eleva sua Alma acima de títulos, recursos amoedados, confortos, vida social: tarefando assim consegue, em seu estágio evolutivo, colocar-se à disposição dos desígnios que o Criador lhe reserva.

(Sintonia: Xavier, Francisco Cândido, Fonte Viva, ditado por Emmanuel, Cap. 107 Renovemo-nos dia a dia; 1ª edição da FEB) – (Inverno de 2017).

“Quantos de nossos gestos insignificantes; quantas frases, aparentemente inexpressivas, alcançam o próximo, gerando inesperadas resoluções!” (Emmanuel).

* * *

Somos uma Humanidade gregária: somos vistos, ouvidos, lidos, alcançados nos diversos rincões do Planeta.

Em diversos idiomas, modos, comportamentos, gêneros literários… influenciamos, somos influenciados. Fermentamos; fermentam-nos! Manipulamos; somos manipulados!

Pequeno gesto de noss’alma diante do desesperado poderá devolver-lhe perspectivas.

Frase curta, bem colocada, ao inclinado ao suicídio, poderá iluminar-lhe o desejo de voltar à vida:

A expressão socorro poderá ser formulada ‘por aqui’, mensagem, torpedo, ‘disques’, via celular… desconsidera-se,  hoje, distâncias.

Consideremos, entretanto, boas oportunidades presenciais: aos agoniados do passe, no atendimento fraterno, conselhos:

Na fluidoterapia (passe) de ontem, encarnado fragilizado dizia-nos ‘não ter vontade de viver: muitas perdas!’ Mas a quem ‘perdemos?’ E viver não é uma dádiva? Respostas adequadas e doutrinárias!

Como interlocutores, agimos e reagimos ao escutado, visto, a modos, ao publicado… Extasiamo-nos, nos emocionamos, rimos, choramos. Reagimos diversamente!

Com condutas abertas (mais corajosas), precisamos ter responsabilidade sobre as forças que projetamos:

De sugestões; dos que dirigem; são dirigidos. Dos que administram; dos que expõem; dos que ensinam; que aprendem…

Qual o caminho que nossa atitude (falada, escrita, gestual…) está indicando? Será salvador? Fundamental a questionar-nos!

Também, que tipo de influências estamos colhendo daquilo que assistimos, lemos, presenciamos: sabemos já filtrá-las?

* * *

Fermentamos; fermentam-nos! Assim já se referia Paulo de Tarso (I Cor, 5:6): “Não sabeis que um pouco de fermento leveda a massa toda?”

Se gerarem inesperadas resoluções, nossas boas atitudes, falas, escritos, gestos, se classificarão como fermentação misericordiosa e inusitada!…

Mais importante que a extensão de nossa influência, é a sua qualidade!…

(Sintonia: Xavier, Francisco Cândido, Fonte Viva, ditado por Emmanuel, Cap. 108 Um pouco de fermento; 1ª edição da FEB) – (16 de agosto; inverno de 2017).

“… Há muitas ações que são crimes aos olhos [de] Deus e que o mundo nem sequer como faltas leves considera. [Porém] não vos cabe dizer de um criminoso: ‘é um miserável; deve-se expurgar da sua presença a Terra!’ (…) Observai o vosso modelo: Jesus. Que diria ele, se visse junto de si um desses desgraçados? Lamentá-lo-ia; considerá-lo-ia um doente bem digno de piedade; estender-lhe-ia a mão. (…) Ajudai-o a sair do lameiro e orai por ele.” (Isabel de França, Havre, 1862).

* * *

Espírito Superior, a Benfeitora antevê outros crimes que não os tradicionais de seu século – duelos com armas brancas, de fogo, assassinatos:

Futura todos os crimes velados, cometidos por ‘colarinhos brancos’, que lesam irmãos diariamente: são os criminosos modernos.

Tais criminosos deste século, sonegando escolas, infra-estruturas, saúde, moradia, dignidade… afrontam os pequeninos aos “olhos de Deus”os preferidos do Cristo.

Mergulhados numa desfaçatez, asseclas os aplaudem, pois isso “nem sequer como faltas leves consideram.”

Do outro lado, em reações dantescas, como sanguinários cruzados, defensores da moral, nos firmamos em contraponto: não por regra ou disciplina, mas algozes modernos; o rótulo de cristãos nos afiança!

Nivelamo-nos a todos: aos santos cruzados; inquisidores; de colarinho branco; aos miseráveis de todas ordens e tempos:

Tornamo-nos, por afinidade  ou incompaixão, aspirantes ao “expurgo de nossas presenças na Terra.” Fadados à peneira fina que nos excluirá do seio dos regenerados.

Ao lado desses criminosos modernos, nos auto-recrutamos como novos cruzados e neo-inquisidores: ainda amantes de Talião e dos lapidadores.

Arrazoamo-nos: não foram eles investidos por nosso voto? Como tal não deixam de cumprir o acordado? Não se fizeram delituosos entre a plataforma e o mandato?

E continuamos argumentando: desarmados do ferro branco, arma de fogo, disparam falas e canetas; se atiram à inércia; se tornam os mais novos tiranos do povo!

E como tal os veremos e lamentaremos nossa chancela invalidada…

… Mas como não incluí-los no rol de nossa misericórdia ao verificarmos que nada é em vão, na Lei de causa e efeito?

O convite à boa vontade na época de transição também nos é feito, para que sejam as partes livradas do expurgo que antecederá a Regeneração.

Perante tal convite, lesados e criminosos lancemos um olhar benevolente à Jerusalém de antanho – o centro do poder dos milênios passados – e nos perguntemos como Ele agiria?

Somente a exemplo, lembraremos a humildade e a fé do centurião pedindo cura ao servo; os propósitos de Maria Madalena em recuperar-se; e do outro centurião e os que O guardavam no Gólgota testemunhando que era “verdadeiramente o Filho de Deus.”

Entre uns poucos bem intencionados e os mal intencionados em maioria, trataria a todos como doentes do Espírito e diria não ter vindo para os sadios.

* * *

Lançados ao “lameiro” por próprias opções, tais infelizes precisam de compreensão, mas precisam, também, do veto educativo em pleito vindouro. Se o escândalo é preciso à oxigenação do Planeta ainda mau, ao escandaloso será cobrado reparação; mas que também neste processo doloroso nossas vibrações positivas, compreensão, piedade, comiseração, serviço, imposições de mãos e orações serão necessárias.

Estas observações de Isabel farão consonância com o “verdadeiro sentido da palavra caridade como a entendia Jesus: benevolência para com todos, indulgência para as imperfeições dos outros, perdão das ofensas.” (questão 886). Exortações visando realinhar ofendidos e ofensores.

E se não perguntam o quanto de indulgência necessária perante a proporção das imperfeições, convenhamos que aos criminosos modernos ou de lesa-pátria, e aos cristãos de Kardec também estão estendidas as recomendações dos Superiores.

(Sintonia: Kardec, Allan, O Evangelho segundo o Espiritismo, tradução de Guillon Ribeiro, Cap. XI, item 14, Caridade para com os criminosos; 104ª edição da FEB; e O Livro dos Espíritos, tradução de Guillon Ribeiro, questão 886; 71ª edição da FEB) – (Evangelho no Lar, 7 de agosto; inverno de 2017).

Continuemos em nossa marcha regenerativa para frente, ainda mesmo quando nos sintamos a sós.” (Emmanuel).

* * *

Há 4,54 bilhões de anos, o divino Rabi, sozinho, desempenha a Governança deste nosso Lar Terrestre.

Desde aquela distante época já sabia que hoje, em 2017, estaríamos mais próximos dos regenerados.

Sabe, também, que a meta dos então regenerados estender-se-á à Angelitude.

‘Sozinho’, é uma força de expressão: seus Assessores, encarnados e desencarnados, com olhar benevolente, sempre o secundaram na Missão.

Neste século XXI, expressamo-nos comumente, a respeito deste Lar: “o mundo está perdido! Estamos sós em tarefa inglória! O Planeta não tem jeito; é só maldade! A maioria é má!”

Não: nem está perdido; nem estamos sós na tarefa; o Planeta tem jeito; a maioria é má, mas nem tudo é maldade!

Quando parecer estarmos sós, a Terra em construção nos pedirá perseverança.

Quando parecer estarmos sós, a missão regenerativa precisará ser completada.

Quando parecer estarmos sós, precisaremos crer que é para frente que se caminha.

Quando parecer estarmos sós, convençamo-nos que ‘só parece’: multidão, não mostrada, compactua com missões do bem.

Quando nos sentirmos sós, cerquemo-nos dos ‘diferentes’, pequenos, dos ‘esquisitos’…  Não se acercou o Mestre de equipe assim, heterogênea?

Seus colaboradores, toscos na maioria, mas fortificados pelo Santo Espírito, não se lançaram aos gentios, como cordeiros a lobos?

Nosso Lar é aqui; o garimpo é aqui; nossa escola é aqui. Tesouro e Diplomas estão Lá!

Se a maioria do ferramental é imperfeito; se o material escolar não é de primeira… que importa? Somos ferramentas e material escolar uns dos outros!

* * *

Quando parecermos sós, fracos e com luz baixa, lembremos que numa escuridão grande, nossa luz parecerá maior; enxergaremos outras parcerias; e dessa forma não nos sentiremos tão fracos.

(Sintonia: Xavier, Francisco Cândido, ditado por Emmanuel, Fonte viva, Cap. 106, Sirvamos ao bem; 1ª edição da FEB) – (Inverno de 2017).

“‘Sois a luz do mundo’, exorta-nos o Mestre e a luz não argumenta, mas sim esclarece e socorre, ajuda e ilumina.” (Emmanuel).

“Busquemos o Senhor, oferecendo aos outros o melhor de nós mesmos.” (Emmanuel).

* * *

Quando o Mestre pediu aos seus que fossem “Luz do Mundo”, sabia da capacidade de cada um:

Homens toscos, heterogêneos; também suas luzes assim eram.

Entretanto, sabemos que ao final do século I d.C., cada qual se houve muito bem na missão delegada:

Faróis ou candeias iluminaram aos gentios oferecendo-lhes o melhor de si, fortalecidos pela Luz Maior do Santo Espírito.

Tal missão, não foi dada somente aos discípulos, mas a todos nós de todos os tempos.

A busca desse Senhor das Luzes supõe gestarmos o ‘óleo’ de nossa candeia ou a força de nossa usina a favor dos outros.

Nesse mister, como os apóstolos, importará iluminarmos.  Candeias ou faróis? Tanto faz! O potencial é o de menos!

Há caminheiros, navegantes, que precisam de muita luz; outros de pouca: portanto nosso serviço de alumiar nunca será descartado.

Não argumentando, então, iremos socorrer esclarecendo e ajudar iluminando. Desde que desejemos ser Luz, nossa potência em ‘watts’ será irrelevante!

Conectar-nos ao todo (a tudo e todos) é nos plugarmos à Fonte; capacitar-nos à transmissão de Luz e Força.

Faróis ou candeias, em tempos prósperos ou de negritude, clarearam caminhos, varreram sombras, salvaram vidas.

* * *

O Sol não tem mesmo potencial nos diversos rincões do Planeta; mas a gratidão dos povos por ele sempre é igual!

E a Lua? Não se mostra mais clara quando a escuridão é maior?

(Sintonia: Xavier, Francisco Cândido, ditado por Emmanuel, Fonte viva, Cap. 105, Sois a luz; 1ª edição da FEB) – (Inverno de 2017).

“O sentimento de inveja é uma forma que a inferioridade encontra de homenagear os que possuem merecimento.” (Hammed).

* * *

Sábia, a fábula nos conta que, por conta da altura, a raposa julgou as uvas verdes; e o sapo desejou apagar o vagalume com seu cuspe.

Seguindo raciocínio do Benfeitor, tanto a raposa, como o sapo, prestam “homenagem de inferioridade” às uvas e ao vagalume, reconhecendo suas superioridades.

Indivíduos “originais” são “imitados” e “copiados”: a imitação pode ser saudável ou patológica; já a cópia poderá ser fraudulenta; ferir direitos autorais.

Sendo coerentes: por que entre aspamos os termos acima? Porque invadimos parte do linguajar, discurso, do Benfeitor; não é nosso!

O cúmulo da inferioridade está em “difamar” e “maldizer” a superioridade: são as atitudes extremadas da inveja.

Tal qual aproveitarmos as propriedades do limão – a inveja – será revermos nossos conceitos menos adequados e supô-los limonada – ou a “admiração!”

“Admiração” sem bajulação é sadia: externá-la é nosso dever; já administrá-la, corre por conta do admirado.

* * *

A homenagem da inferioridade, inveja, despeito, é a ainda “forma inconsciente”, equivocada e inadequada que por vezes nossa ‘raposa’ ou ‘sapo’ se comporta.

(Sintonia: Neto, Francisco do Espírito Santo, ditado por Hammed, A imensidão dos sentidos, Cap. Arrogância competitiva; 8ª edição da Boa Nova) – (Inverno de 2017).

Informa-nos a Benfeitora Lourdes Catherine em ‘Amar também se aprende’, que amor é a “essência Divina; onipresença Celeste que vige em todos e em tudo; o sopro d’Ele.”

Convenhamos que os indivíduos, por serem de evoluções díspares, usufruirão mais ou menos dessa “onipresença, essência, sopro” e dessa forma utilizarão o livre arbítrio de desejarem se conectar mais ou menos.

Nossa conexão, entretanto, não deverá excluir indivíduos que pensem dessa forma: o respeito é a regra e, em última análise, tolerância será necessário.

A conexão realiza-se sempre do mais próximo, para o mais distante: com nosso cônjuge; com os filhos já fora do lar e com os demais familiares; vizinhos; condôminos; rua; bairro…

Não ignoremos que também as dificuldades nesse sentido estarão do mais próximo para o mais afastado: Amar a quem dorme conosco, ou quem vive sob mesmo teto apresenta mais obstáculos do que amar cidadãos estranhos, que encontramos ocasionalmente.

Conectar-nos ao todo supõe excluirmos alguns itens? Sim: remoer fatos dolorosos; indivíduos inconvenientes (orar, sim; pactuar com seus feitos, não); notícias desprezíveis…

Há outras conexões ainda importantes: animais, plantas, inanimados, fazem parte também desse todo; são criações de Deus e acólitos de nossa caminhada.

* * *

Com “referência às flores e a seus aromas, poderíamos designar o ‘amor essência’ como o  perfume do Criador que exala em toda parte.” (L. Catherine). Estarmos conectados a tudo e a todos (conectodo) compreende desejarmos respirar esse suave e perfumado aroma.

(Inverno quente de 2017).

Afastados do panteísmo (onde o todo “constitui a própria Divindade”), conectar-nos com o todo supõe nosso eu vinculado a todos os seres e coisas, criações do Pai.

As criações do Pai são somente as que ‘enxergamos?’ Muito pelo contrário, a maioria nossa visão humana não alcança:

Paradoxalmente, pessoas com determinadas características mediúnicas possuem a capacidade de ‘ver os invisíveis’, tanto os bons como os maus e o assédio que nos oferecem ou impõem.

Se existem invisíveis bons e maus, por que Deus os criou assim? Deus não os criou bons nem maus; apenas simples e recém iniciados. Eles fizeram tais opções.

Sabemos a importância das boas influências. Qual o motivo de nos inteirarmos também aos maus? É como na Terra com os visíveis. Invisíveis ainda maus também precisam de nossa compreensão, preces e socorro.

Feitas suas opções, por que Deus permite que também os maus nos assediem? Do mal advém o bem; conhecendo aquele perceberemos melhor o outro. Tudo na Criação é certo; tudo é providencial!

Voltando ao “conectodo”, qual a sua importância? Por sermos mediadores entre o visível e o invisível, ou, no mínimo inspirados – todos o são! – tal inteiração, ou aproximação de uns e de outros facilita-nos a captação, filtro, redação e transmissão de suas ‘mensagens.’

Fugindo ainda mais ao panteísmo, reverenciamos o Criador e almejamos conectar-nos cada vez mais a Ele e criaturas. Assim já se pronunciaria Paulo aos Atenienses, “nele vivemos, nos movemos e existimos.” (Atos 17:28).

Experimentemos a conexão ao todo e desde sempre teremos maior facilidade nas mediações, ou em participarmos do tráfego de mensagens entre este e os Mundos sutis.

(Inverno de 2017).

“Em todos os tempos vemos o trabalho dos legítimos missionários prejudicado pela ignorância que estabelece espantalhos para a massa popular.” (Emmanuel).

* * *

O Mestre, “subido ao monte”, sobre a barca ou à margem do lago, era o Missionário. Os que o conspurcavam e experimentavam, espantalhos.

Sábias inteligências, políticos, condutores (tiranizados), juízes, administradores, os ‘missionários do povo’, se comportam como espantalhos.

Jesus, molde, fôrma, “guia e modelo” é o Missionário. Ídolos modernos, explícitos ou disfarçados; ditaduras de comportamentos e moda são espantalhos.

Quem gasta energias em educação de verdade é missionário; quem acha que educação é de ordem política é espantalho.

Quem ajuda o povo a pensar, a crescer e a se aprimorar, é missionário. Quem o manipula, perturba e engabela é espantalho.

Quem estabelece o círculo vicioso do bem, do benefício e da elevação, é missionário. Acólitos do “quanto pior, melhor” são espantalhos.

* * *

Missionários, adeptos da Regra de Ouro constroem a felicidade real e indiscutível. Para espantalhos, ética da reciprocidade não lhes referenda o ego.

Para missionários “Pai nosso” e família Universal é coletivo: na linguagem individual dos espantalhos isso é utopia!

Então… Missionários ou espantalhos? Iluminação ou ignorância?

(Sintonia: Xavier, Francisco Cândido, ditado por Emmanuel, Fonte viva, Cap. 104, Diante da multidão; 1ª edição da FEB) – (Inverno de 2017).

“… O êxito seguro não é de quem o assalta, mas daquele que sabe agir, perseverar e esperar. Esperar significa persistir sem cansaço e alcançar expressa triunfar definitivamente.” (Emmanuel).

* * *

Entre objetivo e meta, há o ritual da ação, perseverança e espera. Espera supõe paciência.

Objetivo e êxito – princípio e fim – possuem, pois, imperativos. Nada é tomado de assalto; a ‘ferro e fogo.’

Traçado o objetivo, acionamos esforços; estes nos colocarão em ação; e ação é aliada obrigatória da esperança.

A perseverança nos esforços é azeitada pela esperança; espécie de expectativa – fundamentada – de coroamento, vitória, colheita, triunfo!

Nada de ansiedade – afoiteza! Ansiedade não rima com confiança; soa mais com incredulidade:

Esperar, portanto, longe de significar inação, é fruto de nossa fé, alicerçada a planejamento, suor, tenacidade, constância.

Com ou sem cansaço? Com! Este faz parte dos imperativos do êxito: planejamento, tenacidade, constância, vitória… tudo nos cansará:

Superiores nos informam que “o limite entre a ação e o repouso é ‘o das forças’”. Repousar é apenas intervalo. Êxito exigirá a continuidade após o descanso.

* * *

Paulo, em 6:15, ao exortar os Hebreus a “esperar com paciência” se refere a uma obstinação pacífica; ou que os imperativos do êxito são, justamente, a ação, perseverança e espera.

(Sintonia: Xavier, Francisco Cândido, ditado por Emmanuel, Fonte viva, Cap. 103, Esperar e alcançar; 1ª edição da FEB) – (Inverno de 2017).