“Consagremo-nos à tarefa do bem, e o argueiro que incomoda o olho do vizinho, tanto quanto a trave que nos obscurece o olhar, se desfarão espontaneamente, restituindo-nos a felicidade e o equilíbrio.” (Emmanuel).

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Sábio, o Mestre das alegorias solicita-nos, perante a trave de nosso olho, relevar o argueiro do olho alheio.

Compreendendo-nos terrenos e ainda imperfeitos, possuímos, alguns, traves nos olhos; outros argueiros…

… Pois o Planeta Terra ainda é habitat de Espíritos encarnados desequilibrados, portanto infelizes.

Mas essa situação de cegueira, desequilíbrio, infelicidade, não será para sempre: retirados trave e argueiro, em revivências abençoadas, possuiremos “olhos de ver.”

Desentravando-nos, com a beneficência dos séculos, nos reequilibraremos; seremos felizes!

Antes disso, e para que tal aconteça:

Precisaremos, a despeito de nossa trave, perceber o lado aproveitável daquele que conosco combate.

Precisaremos que nossa trave não nos ludibrie na avaliação alheia.

Precisaremos entender que tanto o nosso, como o defeito dos outros, se dissipará nas oportunidades das tarefas.

Precisaremos compreender que os nódulos da madeira poderão dar o charme ao móvel; e que as pedras do terreno poderão vitalizar as videiras.

Precisaremos compreender que na análise das arestas alheias, há tempo perdido; e o aproveitamento de suas virtudes é tempo ganho.

Por compreendê-los falíveis, entravados, o Mestre não deixou de estender a mão aos seus; e por extensão a nós!

Com tais considerações, compreensões e percepções, iremos nos desentravando naturalmente:

Nossa trave se converterá em argueiro; e o argueiro do olho do irmão desaparecerá.

O caminho natural da evolução, por esforço, ou “pela força mesmo das coisas” nos possibilitará tal desentrave:

É o plano perfeito, amoroso, justo e sábio de nosso Criador.

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A tarefa no bem retira-nos traves e argueiros dos olhos!

(Sintonia: Xavier, Francisco Cândido, Fonte Viva, ditado por Emmanuel, Cap. 113 Busquemos o melhor; 1ª edição da FEB) – (Primavera de 2017).

Queer é uma “palavra-ônibus” (a que pode aceitar sentidos diversos). Uma gíria inglesa que aceita significados como estranho, ridículo, excêntrico, raro, bizarro…

“Queerismo” são manifestações de indivíduos que, no uso de sua liberdade, optam pelo movimento queer.

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Nosso Rio Grande do Sul e o Brasil foram surpreendidos nos últimos dias pelo “Queermuseu, Cartografia da Diferença na Arte Brasileira”, promovida pela Instituição Santander.

O mundo museu é fantástico, mas convém lembrarmos que tal Cartografia da Instituição continha uma amostra com apologias à pedofilia (contato íntimo adulto/criança), zoofilia (relação sexual com animais) e vilipêndio (trato com desprezo a circunstâncias).

Ficou evidente uma cartografia blasfema (que insulta uma Divindade, religião ou o sagrado), como pudemos constatar em bizarrices anexadas a artes e materiais sacros.

O “queerismo” surge apoiado por um eufemismo (minimização do rude, feio ou vulgar) conveniente, constituindo-se no mais novo escolho (perigo) de um País já afundado em tantos.

Quando falamos de “eufemismo conveniente” afirmamos que produtores e apresentadores de programas o utilizam recorrentemente, com intuito de faturamento:

Os bons moços e moças se utilizam, no ar, desse “verniz social”; mas será que o quer dentro de suas casas?

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Gente, criança não namora! É preciso dar um basta na sexualização infantil; isso é uma precipitação em roubar-lhes a inocência.

Se fizermos apologias à pedofilia, zoofilia e vilipêndios diversos estaremos “pecando” contra a “Regra de Ouro”, que prevê tolerância, respeito, reciprocidade:

É por estarmos em falta com estes três postulados que nossa transição Planetária está marcando passos e famílias, sociedade, País e o Mundo estão em confronto e desconforto.

Em 7 de janeiro de 2015, Paris colhia um saldo de 20 mortos e 11 feridos no massacre do Charlie Hebdo, um jornal satírico que debochava do Papa a Maomé: de um lado desrespeito; do outro intolerância.

Enquanto a Instituição Santander cancela sua Cartografia (acuada pelo MP), partidários do “queerismo” ou não queerismo entram em combate do lado de fora. Ou, o incitamento, de qualquer forma, foi proposto…

(Pelotas – RS, 16 de setembro; inverno de 2017).

“Se foste chamado à fé, não recorras ao divino Orientador suplicando privilégios e benefícios que justifiquem tua permanência na estagnação espiritual.” (Emmanuel).

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Se nosso encontro com o Mestre for verdadeiro, os compromissos estarão explícitos:

Firma-se, então, um pacto: obrigações que deveremos realizar; eventos a nos abstermos.

Nesse momento, quando “caímos do cavalo”, reportando-nos à transformação de Saulo/Paulo, iremos verificar:

Que o ‘nosso’ domínio termina; sobrepõe-se-nos a Lei de Justiça, amor e caridade.

Que nosso descanso estará limitado à restauração “das forças” exauridas; mesmo nesse hiato, descansará ‘só’ nosso corpo.

Que o Espírito predominará; e não mais os imperativos da carne.

Que as afeições verdadeiras permanecerão; e que a consangüinidade não as garante.

Que os mais importantes negócios doravante se reportarão à Boa Nova do recém “Encontrado.”

Que todos os nossos recursos doravante deverão facilitar o serviço da paz e do bem.

Que todos os favoritismos se destinarão ao próximo.

Que nossas responsabilidades serão perante as Leis eternas, que o nosso recém “Descoberto” disse “não vir destruir.”

E que nossos deveres serão junto àqueles que priorizava: pequenos, doentes, diferentes, possuídos, lunáticos, debilitados, coxos, cegos…

Nem privilégios, nem favoritismos pessoais; mas deveres e benefícios coletivos.

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É como “cairmos do cavalo”: o clarão da responsabilidade (como ocorreu a Saulo) será tanto, que cegaremos aos prazeres fugidios.

E depois desse encontro, as dificuldades estarão só iniciando. Ou, quanto mais verdadeiro for, maiores os obstáculos pela frente.

(Sintonia: Xavier, Francisco Cândido, Fonte Viva, ditado por Emmanuel, Cap. 112 Que farei? 1ª edição da FEB) – (Inverno de 2017).

“O médium natural (…) traz de vidas passadas um manancial significativo de experiências, que lhe faculta desestruturar a realidade conhecida e reestruturá-la de formas diferentes e expressivas.” (Hammed).

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Autores informam que todos somos médiuns porque somos inspirados: recebemos farta ‘fermentação externa.’

Outros, afirmam que é por possuirmos um corpo fluídico: o perispírito que recebe a influência, transmite à nossa alma e esta comanda nossos feitos físicos.

Uns e outros têm razão, pois a inspiração (de encarnados e desencarnados) se dá, sempre, perispírito a perispírito.

Como nosso perispírito é semelhante a um tacógrafo de utilitário ou caixa preta de aeronave, traz registrado, de vidas passadas, um manancial significativo de experiências.

Mergulhados em nosso íntimo, tais quais alquimistas, e lançando mãos desse manancial, nos possibilitamos dar expressão a formas e conceitos inexpressivos.

O grande diferencial do indivíduo inspirado à criatividade é não copiar ninguém: ele reestrutura, inusitadamente, velhos temas, antigas formas de realizar.

Quando se interioriza (despe-se ao máximo do material), e segundo Cícero recebe “um toque de inspiração divina”, seu manancial, atual e pregresso, aflora:

Uma atmosfera de independência e satisfação é sua força motriz: A criatividade emerge, a alquimia se faz, transformando ditos e feitos comuns em coisas incomuns.

Não temos dúvidas, e nosso codificador já afirmara que pintores, músicos, literatos, artistas em geral, são médiuns inspirados:

Realizam a grande alquimia das sociedades: de retrógradas em desenvolvidas; de desorganizadas em organizadas; de exauridas em produtivas…

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“… Nesses momentos, que se chamam, justamente de inspiração, as idéias se derramam, se seguem, se encadeiam, por assim dizer, por elas mesmas.” (Livro dos Médiuns, Cap. XV, item 182).

(Sintonia: Neto, Francisco do E. Santo, A imensidão dos sentidos; ditado por Hammed; Cap. Criatividade; 8ª edição da Boa Nova) – (Inverno de 2017).

“Fortaleçamo-nos no Senhor e sigamos de alma erguida, para frente, na execução da tarefa que o divino Mestre nos confiou.” (Emmanuel).

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Quando Paulo deseja aos Efésios (e a nós) que “sejamos fortalecidos no Senhor” (6:10), não enxerga nisso custódia, protecionismo; supõe deveres.

Nosso maior ou menor enquadramento às Leis eternas – os deveres – nos dirá se estamos nos fortalecendo ou não:

Recursos financeiros não nos financiam invulnerabilidade; os que a traça não corrói, sim!

Posse de terras ainda nos deixa vulneráveis; a posse “da Terra” supõe invulnerabilidade.

Beleza física é vulnerável; a espiritual, invulnerável, se incorpora, armazena-se ao nosso corpo fluídico (perispírito).

Parentes importantes deixam de sê-lo; afeições de almas incluem-nos ao amor Universal: este, parentela invulnerável; aqueles, vulneráveis.

Popularidade despenca em estatísticas; a evolução dos Espíritos, invulnerável, não retrograda.

O poder político nunca foi tão vulnerável no Planeta; sinceridade e transparência são invulneráveis.

As vitórias no plano físico são efêmeras; invulneráveis são as vitórias contra nossas inclinações más.

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Paulo de Tarso nos apresenta o Senhor como nossa fortaleza. Ambos, mais do que ninguém, evitaram o vulnerável e se fixaram no invulnerável:

E o invulnerável para eles era o dever bem cumprido [perante] as Leis eternas.

(Sintonia: Xavier, Francisco Cândido, Fonte Viva, ditado por Emmanuel, Cap. 111 Fortaleçamo-nos; 1ª edição da FEB) – (Inverno de 2017).

Conectar-nos à rosa é agradabilíssimo! Conectar-nos à roseira é necessário!

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Os que jardinamos, entendemos que a rosa é a rainha do jardim; compreendemos, porém, quão difícil é lidar com a roseira:

Com seus espinhos felinos, fere-nos as mãos, por mais cuidadosos que sejamos.

Sempre que despertamos do sono físico e nos conectamos a um todo diverso, espinhoso, é como se nos plugássemos à bendita tomada do Criador, antes da lida:

Como Pai de todos, indistintamente, desejará que tomemos conta de seu jardim por inteiro; incluindo as diferenças; roseiras incluídas!

Ora, nosso Planeta ainda não é um jardim perfeito: longe disso, nele ainda há muito a realizar; plugar-nos ao todo, sem exceções, é desejarmos realizar:

Como aprendizes sabemos que, para cuidarmos, realmente, das mais belas rosas, precisamos arrojar-nos entre seus espinhos.

Não só isso: precisaremos conviver com perigos vorazes; formigas; ervas daninhas; temperaturas hostis; solos impróprios…

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Conectar-nos ao bom, ao belo, ao útil, é fácil; difícil será entendermos a utilidade do mau, do feio ou aparentemente inútil:

Qual foi o conselho do Jardineiro mais perfeito? “Amai os vossos inimigos, fazei bem ao que vos odeia, e orai pelos que vos perseguem e caluniam…” 

Rosa e roseira, juntas, conectadas, se constituem na mais pedagógica analogia para entendermos a dificuldade e a importância de convivermos com as diferenças:

E nosso Planeta está semeado delas: ainda é um jardim heterogêneo!

(Inverno de 2017).

“Não te proponhas atravessar o mundo sem tentações: elas nascem contigo, [brotam] de ti mesmo e alimentam-se de ti, quando não as combates dedicadamente…” (Emmanuel).

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Nosso perispírito, fiel escudeiro, ‘meio de campo’, é como se fora a caixa preta de aeronave ou tacógrafo de utilitário:

Registra fielmente informações de nossas boas e más navegações pretéritas; e as velocidades de nossa evolução.

A cada retorno a esta base, ou plano denso, esse corpo fluídico aflora-nos, em evidências pessoais, familiares, sociais, nossas tentações ou dificuldades:

São vestígios na forma de resíduos ou coivaras não bem processados em pregressas vivências.

Enquanto simples vestígios, (apenas residuais) contentemo-nos! Pior é quando os sentimos na forma de detritos: lixo de vivências desequilibradas.

Nossas tentações, então, são normais frutos – cacoetes – de todos esses vestígios, resíduos ou, na pior hipótese, detritos.

Se o perispírito nos acompanha, tais tentações renascem conosco; e se converterão em efeitos de nossas próprias atuais e pretéritas causas:

É o que deseja nos informar o Benfeitor ao dizer que tais tentações brotam de nós próprios; germinam de nossas próprias plantações.

O autor vai mais além: alimentar-se-ão de nós (das anteriores mazelas, detritos, cinzas), se não as combatermos dedicadamente.

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Se Deus é Soberanamente Justo, – e é! – eis que impera, entretanto, a sua Bondade junto ao sexto atributo, porque…

… A cada revivência, com a análise dos vestígios anteriores ou do próprio lixo produzido, oportuniza-nos reprogramarmos nosso tacógrafo e revivescermos nossa caixa preta!

(Sintonia: Xavier, Francisco Cândido, Fonte Viva, ditado por Emmanuel, Cap. 110 Vigiemos e oremos; 1ª edição da FEB) – (Inverno de 2017).

“O Amigo divino sabe o que existe em nós… Mas nem por isso deixa de estender-nos amorosamente as mãos.” (Emmanuel).

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Em trajetória terrena, o Mestre acercou-se de Espíritos heterogêneos; compreendia-os assim; sabia o que neles existia, mas não evitou suas diversidades:

Assim procedeu com Zaqueu, Madalena, Nicodemos, Simão Pedro, Tomé, Judas…

Simbolizavam estes a usura, possessão, vaidade, fraqueza, dúvida, sombra: Conjunto de fragilidades que possuímos, reciprocamente.

Todas as vulnerabilidades enxergadas nos outros, também estão presentes em nosso íntimo; somos, delituosamente parceiros delas:

Mais partidários do ‘venha a nós o vosso reino’ do que ‘seja feita a vossa vontade’, mostramo-nos sovinas interesseiros: usurários!

Partindo da mais inocente fascinação, ingressamos em grandes obsessões, o que não nos torna muito diferentes da maioria dos terrenos.

No castelo de nosso orgulho, reside a donzela vaidade: olhamo-nos no espelho do ‘reino’ e não disfarçamos o Narciso que aí fixou residência.

Num Planeta de maus em detrimento dos bons, a fraqueza nos é comum.

Possuímos dúvidas imensas perante o bem a ser feito; mas somos rápidos na adesão ao mal.

Ainda somos mais sombras do que luzes: estamos mais dispostos a traições do que a afeições, soluções…

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… E como sabia das fragilidades de seus contemporâneos, esse Amigo divino sabe o que existe em nós!

… E como estendeu a mão àquel’outros, não deixa de estender-nos amorosamente, também!

(Sintonia: Xavier, Francisco Cândido, Fonte Viva, ditado por Emmanuel, Cap. 109 A exemplo do Cristo; 1ª edição da FEB) – (Inverno de 2017).

“Somente pela execução de nossos deveres, na concretização do bem, alcançaremos a compreensão da vida, e o conhecimento da ‘perfeita vontade de Deus’ a nosso respeito.” (Emmanuel).

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Deus obra incessante: minerais se movimentam; vegetais, com colaboração de minúsculos insetos, se reinventam; animais cumprem propósitos Divinos.

Não desejaria o homem, a inteligência, permanecer estático: reserva-lhe o Criador desígnios, tarefas.

O milho não foi sempre exuberante: primitivo, há 8 mil anos, a espiga do ‘teosinto’ alcançava apenas 2,5cm, comparado aos fartos 30cm de hoje:

A ação das forças da Natureza (vegetais, ventos e insetos polinizadores, ciência humana) proporcionou-lhe tal status.

Em nossas lutas por títulos, recursos financeiros, possibilidades de conforto e atenções sociais, progredimos materialmente; por que não ‘faturar’ e também servir?

Nossa profissão não é só remuneração; pode, por extensão, se tornar beneficência:

Assim, o doutor, remunerado, é também o humanitário; o bombeiro, perante flagelos, não perde a ternura; comerciante e empregados, lucrativos, convivem honesta, justa e fraternalmente…

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Percebe-se o homem, um Espírito que ocupa, interinamente, um corpo; e não o contrário:

Pressuposto este que eleva sua Alma acima de títulos, recursos amoedados, confortos, vida social: tarefando assim consegue, em seu estágio evolutivo, colocar-se à disposição dos desígnios que o Criador lhe reserva.

(Sintonia: Xavier, Francisco Cândido, Fonte Viva, ditado por Emmanuel, Cap. 107 Renovemo-nos dia a dia; 1ª edição da FEB) – (Inverno de 2017).

“Quantos de nossos gestos insignificantes; quantas frases, aparentemente inexpressivas, alcançam o próximo, gerando inesperadas resoluções!” (Emmanuel).

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Somos uma Humanidade gregária: somos vistos, ouvidos, lidos, alcançados nos diversos rincões do Planeta.

Em diversos idiomas, modos, comportamentos, gêneros literários… influenciamos, somos influenciados. Fermentamos; fermentam-nos! Manipulamos; somos manipulados!

Pequeno gesto de noss’alma diante do desesperado poderá devolver-lhe perspectivas.

Frase curta, bem colocada, ao inclinado ao suicídio, poderá iluminar-lhe o desejo de voltar à vida:

A expressão socorro poderá ser formulada ‘por aqui’, mensagem, torpedo, ‘disques’, via celular… desconsidera-se,  hoje, distâncias.

Consideremos, entretanto, boas oportunidades presenciais: aos agoniados do passe, no atendimento fraterno, conselhos:

Na fluidoterapia (passe) de ontem, encarnado fragilizado dizia-nos ‘não ter vontade de viver: muitas perdas!’ Mas a quem ‘perdemos?’ E viver não é uma dádiva? Respostas adequadas e doutrinárias!

Como interlocutores, agimos e reagimos ao escutado, visto, a modos, ao publicado… Extasiamo-nos, nos emocionamos, rimos, choramos. Reagimos diversamente!

Com condutas abertas (mais corajosas), precisamos ter responsabilidade sobre as forças que projetamos:

De sugestões; dos que dirigem; são dirigidos. Dos que administram; dos que expõem; dos que ensinam; que aprendem…

Qual o caminho que nossa atitude (falada, escrita, gestual…) está indicando? Será salvador? Fundamental a questionar-nos!

Também, que tipo de influências estamos colhendo daquilo que assistimos, lemos, presenciamos: sabemos já filtrá-las?

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Fermentamos; fermentam-nos! Assim já se referia Paulo de Tarso (I Cor, 5:6): “Não sabeis que um pouco de fermento leveda a massa toda?”

Se gerarem inesperadas resoluções, nossas boas atitudes, falas, escritos, gestos, se classificarão como fermentação misericordiosa e inusitada!…

Mais importante que a extensão de nossa influência, é a sua qualidade!…

(Sintonia: Xavier, Francisco Cândido, Fonte Viva, ditado por Emmanuel, Cap. 108 Um pouco de fermento; 1ª edição da FEB) – (16 de agosto; inverno de 2017).