Crônicas diversas Crônicas doutrinárias

Para cada situação, um Simão…

“… Detiveram certo Simão de Cirene, que voltava do campo e impuseram-lhe a cruz para que a carregasse atrás de Jesus”… (Lucas, XXIII, 26).

Simão, oriundo de Cirene, região do norte da África – atual Líbia -, vivia numa importante comunidade judaica e é muito provável que por ali passasse em direção a Jerusalém para a celebração do ‘Pêssach’ (Páscoa). Dessa forma, Simão se configura como sendo a imagem do socorro, da ajuda, amparo, auxílio…

Autorizada que foi minha reencarnação neste Planeta de Provas e Expiações, o Divino Pai jamais me deixará entregue à orfandade; ou, sempre estarei, desde que assim o deseje, confiado a uma hierarquia socorrista envolvendo desencarnados e encarnados…

Há que se considerar, porém, não desacreditando do auxílio Espiritual, que o primeiro adjutório sempre me advirá de camaradas meus encarnados – parentes ou amigos – e de objetos ou instituições palpáveis que me compartilhem ajudas necessárias às lidas com ‘minha cruz’.

Amigos, parentes, objetos, instituições, são, portanto, anjos materializados que meu Pai escalou para cuidarem de mim…

Meus filhos, biológicos ou não, me retribuem e saberão sempre me retribuir na medida de meus esforços aplicados na sua direção.

Meu cônjuge é aquela parceira que o foi sempre, na alegria ou na tristeza, na saúde ou na doença, da facilidade ou na dificuldade… Meu auxílio encarnado mais próximo.

Instituições de saúde estão aí à minha disposição… Se não são totalmente confiáveis é porque fazem parte de um Lugar de Expiações.

Que dizer dos livros, então? Supondo que na pior das hipóteses eu estivesse abandonado por cônjuge, filhos, amigos, instituições… Os livros não me abandonariam; eu estaria encontrando em cada um dos confiáveis as Divinas confirmações do zelo incondicional de meu Pai.

Jesus precisou e se deixou ajudar por Simão de Cirene. O Pai O amparou em hora da enorme vicissitude amorosa. Também a mim, em minhas agonias, não me faltarão socorro e auxílio… Para cada situação um Simão!

(A sintonia é do cap. Nunca estamos a sós, pg. 80 de Recados do meu coração de José Carlos De Lucca/Bezerra de Menezes, Ed. InteLítera) – (Inverno de 2012).

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