1.     Dentre uma maioria, me aproximei, um dia, de uma Casa Espírita, devido à minha prodigalidade.

2.     Foram os braços abertos e os beijos da prece, do estudo e do trabalho que, certamente, encorajaram, um dia, o meu repatriamento. Não ambicionei ser chamado de filho, novamente, mas e daí se o amor do Pai é incondicional!?

3.     Também eu, um dia, ao engajar-me na Casa Espírita, me reencontrei e revivi ante a túnica da proteção, o anel da responsabilidade e as sandálias da segurança.

4.     Retornei à fartura da Casa do Pai, pela dor das feridas e da fome, mas  engrenando a charrua, precisarei prosseguir, progredir e fazer jus à confiança que o Pai me devolveu.

(Primavera, já quente de 2011).

One comentário para “Parafraseando a parábola do “Filho pródigo””

Deixe um comentário