“O ano é 1979. Há um jogo de basquete na Brandeis. O time vai muito bem, e a torcida estudantil começa a cantar: ‘Somos o Número Um! Somos o Número Um!’ Morrie está sentado por perto, intrigado com os aplausos. A certa altura, em meio a ‘Somos o Número Um’, ele se levanta e grita: ‘Que mal faz ser o número dois?’

Os estudantes olham-no. Param de cantar. Ele senta-se de novo, sorrindo, triunfante.”

Se não houvessem os números dois, três, quatro… Oitenta, não haveria o número ‘um’. O que é significativo neste ensinamento de Morrie é que não deve haver constrangimento em estar em um patamar diferente. (Comentário deste blogueiro).

(A última grande lição, Mitch Albom, pg. 103)

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