1340301691A doutrina espírita, com seus postulados e esclarecimento livre, é sanidade; insanidade é o nosso personalismo, a prevalência de nossas opiniões pequeninas.

A exemplo dos primeiros cristãos, o desprendimento é sanidade; cobrarmos a moeda da adoração, reconhecimento e bajulações é insanidade.

‘Os cristãos tinham tudo em comum; dividiam seus bens com alegria’: espiritismo solidário é sanidade; dogmatizar, cabrestear ou sobrepor a rigidez doutrinária à fraternidade é insanidade.

Optarmos pela religião do pensamento reto é sanidade; buscarmos o isolamento para driblar preconceitos ou intitular-nos supostos humildes, será insanidade.

Adotarmos a doutrina da assistência gratuita é sanidade; cobrarmos ‘impostos’ aviltantes do elogio, gratidão e retribuição será desejarmos financiar a insanidade.

“Conhecereis a verdade e a verdade vos fará livres” é sanidade; Insanidade é ‘bater de frente’ com a verdade ou não saber o que fazer com ela…

Se sanidade é a “fé verdadeira, aquela que pode encarar a razão face a face”, insanidade é a alucinação, a cegueira, o devaneio…

Sanidade ou insanidade?

(Sintonia: Cap. Espiritismo e nós, pg. 203, Livro da Esperança, Emmanuel e Francisco Cândido Xavier, Ed. CEC) – (Verão de 2015).

One comentário para “Sanidade ou insanidade?”

  • Silvia Gomes says:

    “Se sanidade é a “fé verdadeira, aquela que pode encarar a razão face a face”, insanidade é a alucinação, a cegueira, o devaneio…”
    Perfeito Claudio!
    Vale tomarmos muita atenção para não cairmos nas armadilhas da insanidade!
    Obrigado! Abraços!!

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