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“Depois da tempestade que arranca raízes, mutila árvores, destrói ninhos e enlameia estradas, a sementeira reaparece, o tronco deita [brotos] novos, as aves refazem os lares suspensos e o caminho se coroa de sol.” (Emmanuel).

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Por mais desanimados que estejamos, impossível não nos contentarmos com a assertiva do Benfeitor acima enunciada.

Após a tormenta, – a causa – que assusta e espanta, uma série de benfeitorias acontece no habitat: são os efeitos!

Já vimos pássaros se lamuriarem pela destruição de seus ninhos? Mas já os vimos em contentamento reconstruindo-os!

E a lama que toma conta das culturas, por ventura as enfraquece? Conta-nos a história que as cheias sempre fertilizaram as arenosas margens do Nilo.

Após dormência e geadas de quatro meses, as gemas de plátanos, álamos e videiras estão prontos para deitar novos brotos.

Após a lama e a erosão da estrada, e os sulcos serem retificados pela máquina, os caminhos se coroam de sol.

Desde que a terra esteja semeada durante a estiagem, a chuva bendita dos Céus lhe acolherá a prenhez.

São Tormentas e contentamentos! “Regozijai-vos sempre”, exortaria o Apóstolo aos gentios de Tessalônica, apesar da tormenta de preocupações que experienciava.

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E o homem? Este herói da inteligência, ainda não conseguiu aprender – não neste Planeta – a resiliência das coisas e seres menores que lhe fazem moldura.

Mas, por “força mesmo das coisas” ele, como causa, efeito e gestor de seu ‘gemor’ e dor assemelhar-se-á àqueles que lhe foram colocados à disposição como colaboradores.

(Sintonia: Xavier, Francisco Cândido, ditado por Emmanuel, Fonte viva, Cap. 102, Regozigemo-nos sempre; 1ª edição da FEB) – (Inverno de 2017).

Em semana atribulada por grande mudança física nas vidas de Maria de Fátima e na minha, mas que aparece no Brasil uma autoridade capaz de reunir mais de três milhões de pessoas em Copacabana e falar em sua homilia de serviço, amor, fraternidade… é imperioso abordar o tema Paz.

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É possível que paz, em teoria, seja um dos termos mais leves e belos. É mais possível, ainda, que na sua prática, a paz seja um dos desafios mais difíceis dos dias atuais. Ser pacífico hoje é missão quase que hercúlea, pois os homens do hoje, entre os quais me incluo, estão na contramão de todas as características do indivíduo pacífico. Não há paciência, a pressa impera, o desrespeito é generalizado, o ‘toma lá dá cá’ é lei… Todos os imperativos da paz parecem não ‘vingar’ no Planeta ainda predominantemente mau…

Ante tal constatação, o que fazer? Qual a receita para cada indivíduo, começando por mim e se estendendo a cada cidadão de um Planeta açoitado diariamente pelo egoísmo? Não há outra fórmula senão o comprometimento individual para que essa paz inflame uma coletividade. Os impositivos da paz, portanto, passam a ficar claros na cabeça do indivíduo, sempre que ele raciocinar que precisará ser o solo plantável, onde os naipes da diversidade e da adversidade chegarão com suas sementes maduras e prontas a germinar. Considere-se, portanto:

  • Que cada indivíduo que de mim se aproxima ou do qual eu me aproximo, não faz parte de um acaso; se há um motivo para essa aproximação, os clamores da paz exigirão das partes consideração e acatamento. Acaso não constrói a paz; seus clamores, suas vozes velados, precisam ser ouvidos e decifrados;
  • Esse indivíduo que de mim se aproxima, pressupõe um serviço. Vive repetindo nosso mais recente notável Francisco que “a missão do papa é servir”… E a receita é ótima para iniciar uma paz;
  • A cada uma dessas aproximações, a paz dará preferência à essência e não à aparência; julga a pacificação, nesse casso, que os olhos de ver poderão ser suspeitos e insuficientes e os do coração terão prioridade;
  • Pontos de vista diversos, longe de liquidarem com a paz, clamarão por uma ponderação na sua direção;
  • Parafraseando poeta gaúcho e se o ‘sol nasceu para todos’ é possível que muitos, aquecidos ao seu redor, cheguem a belos acordos de paz antes mesmo que ele se ponha;
  • Via de regra a paz clama por índices positivos, saldos, avanços, créditos. Débitos, negatividades, retrocessos, déficits… são sinônimos de desassossegos; e
  • Antipatia, malvadeza, desajuda, ingratidão e ressentimento são totalmente contrários à paz. Essa via de mão dupla requer a reciprocidade da generosidade, bondade, auxílio, serviço, simpatia e do reconhecimento.

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Cada dia que amanhece, encerra mais um ciclo de conluio das sombras da noite. A cada dia se faz uma nova receita de luz da tolerância, um convite à compreensão e à ajuda. O dia, ao contrário da noite, sempre será o conselheiro na direção do entendimento. Se a noite conspira, o dia inspira; é possível que o dia sempre apresente maiores clarezas à paz!

Foto 1, Adolfo Pérez Esquivel, arquiteto, escultor e ativista de direitos humanos argentinos, Nobel da Paz 1980. Sintonia: Cap. Preceitos de paz e alegria, pg. 77 de Meditações Diárias, de André Luiz/Chico Xavier, editora IDE) – (Frio inverno de 2013).

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Tenho nítida ainda na lembrança aquela imagem de, quando ainda guri, me equilibrando sobre os trilhos do trem. Nos antigos tempos da RFFSA lá no meu velho Seival, abria os braços e sentia-me o máximo quando me conseguia ‘manter sobre a linha’. Com passos cuidadosos lá me ia equilibrando… Feliz!

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Não posso ignorar que a pessoa que consegue manter um bom humor constante sempre será uma companhia agradável, visto que uma das prerrogativas com a qual me presenteia a Vida Maior é ser jovial. O próprio Mestre desejou que minha alegria fosse plena. Embora sabendo que, como terráqueo não há como subtrair-me de certas alegrias momentâneas e até fugazes, concordo, entretanto, que não há escapatória para que a verdadeira alegria advenha de manter-me sobre os trilhos da Lei.

Mas o que diz a Lei a esse respeito? Na questão 614 de O Livro dos Espíritos, a Espiritualidade me informa que “a Lei Natural é a Lei de Deus e a única verdadeira para a felicidade do homem. Ela indica o que deve fazer e o que não deve fazer, e ele não é infeliz senão quando se afasta dela.” Lendo a presente questão, consigo não só compreendê-la como também fazer-lhe uma analogia à minha alegria de guri quando conseguia me manter, em meu folguedo, sobre os trilhos do trem.

Quando realizo coisas em dissonância com o ‘trilho’, – “o que deve fazer e o que não deve fazer o homem” – certamente que estarei na contramão da alegria real, ou a única verdadeira para a minha felicidade.

Da mesma forma que ninguém é responsável por minha infelicidade, ninguém, senão eu serei o responsável por decretar minha alegria e felicidade, visto ser ela unicamente produto de minha sintonia com as Divinas ou Naturais Leis.

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A alegria que, na visão da igreja mais tradicional, já foi associada ao termo tentação, está também muito atrelada a carnaval. E este está aí! Mas quem disse que no período de carnaval eu precisarei me tornar um infeliz, desejando me afastar deles – dos trilhos da Lei?

Há exato um ano, publicava ‘onde estiver meu carnaval, aí estará meu coração’ e fazia nessa crônica, uma alusão a Mateus 6, 21 “porque, onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração”.  Neste período, então, ‘eu’ abrirei meu baú carnavalesco e ‘eu’ – e somente eu – retirarei dele o que bem desejar: Poderá ser alegria, confraternização, reencontros agradáveis ou, numa segunda alternativa, – e macabra – dissimulação, falsidade, disfarces, engodo…

Ou seja, quem determinará se desejarei me manter nos trilhos durante o ‘reinado de momo’, serei eu se, ao tentar tomar o rumo sadio e dentro de certa ética, partir para uma direção na qual não estarei machucando – ofendendo, afrontando, provocando – a mim mesmo e aos outros. Ou abrir o meu baú e daí retirar fantasias, adereços, acessórios e – o que há de mais perigoso nesse baú de carnaval – as minhas máscaras com as quais estaria me travestindo para encobrir meus atos e afrontas.

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A partir do momento que entrego minhas sensações à administração e ao socorro de minha Divindade, estarei vivendo a mais natural e verdadeira alegria.

Qualquer que seja a causa que eu venha a defender, se ela estiver consoante às Divinas Leis, ou sobre os seus ‘trilhos’, essa causa sempre será o passaporte para a verdadeira felicidade.

(Sintonia e expressões em itálico são do cap. Alegria, pag. 17 de Os prazeres da alma, de Hammed/Francisco do Espírito Santo Neto, Ed. Boa Nova) – (Verão de 2013).

Emmanuel e Francisco Cândido Xavier no capítulo do Livro da Esperança, intitulado Em louvor da alegria, se utilizariam da instrução de François de Genève,  item 25 do capítulo V do ESE, exortando que durante vosso [exílio] na Terra, tendes de desempenhar uma missão [imprevisível], quer dedicando-vos à vossa família, quer cumprindo as diversas obrigações que Deus vos confiou… Se sobre vós desabarem inquietações e tribulações, sede fortes e corajosos para [suportá-las].”

Tanto a instrução de François como o texto de nossos autores supracitados, dá-me a entender que:

1. Possuo, independente das inquietações e tribulações, representadas por todas as minhas dores físicas ou morais, ‘competência’ para produzir alegrias e bem estar tanto no meio familiar como tecnicamente na profissão que venha a escolher dentro de minha razão e livre arbítrio:

  • Pais de família, mães, filhos, avós… a despeito das dores e de todas as ‘TP’ que sentirem diariamente, precisarão contribuir com sua parcela de bem estar para que a família possua a maior quantidade possível de alegrias;
  • O vizinho que, apesar da amargura de ter visto o filho partir precocemente, não hesitará em cumprimentar-me diariamente, perguntar sobre os meus e, volta e meia, em atitude generosa me entregará, por cima do muro, o quitute que tanto aprecio;
  • O professor mal remunerado, mas que entende que a culpa não é dos aprendizes que estão à sua frente, mas de um sistema que não quer estabelecer prioridades a um País, poderá, apesar de suas dificuldades se tornar uma ‘máquina’ de produzir educação;
  • O médico que acompanha gestações durante os seus nove meses e ‘coloca no mundo’ crianças saudáveis, embora vendo em seu lar que sua amada não consegue engravidar ou perde um, dois, três bebês devido à necessidade de ‘encarnações relâmpago’, será aquele profissional que, mesmo dilacerado, colaborará com a alternância de Espíritos nos dois planos;
  • O policial e o bombeiro poderão estar dando uma segurança e prestando um socorro à sociedade que talvez lhes falte na própria casa;
  • O gari pode ter sua casa humilde rodeada por muitos resíduos, mas recolherá diária e impecavelmente o lixo que eu produza. É o gari gerando bem estar;
  • O político quer seja executivo ou legislativo que deseje ser correto – na contramão da contramão de muitos – e executar e legislar em favor ‘do povo’ precisará enfrentar a ira de uma maioria de seus pares;
  • O estoquista do supermercado que me informará com cara risonha onde estão localizados os produtos, objetos de meu desejo, poderá não tê-los ao alcance de seu salário… Isto não o impede de me produzir regozijo;
  • Da mesma forma, o frentista que ainda nem conseguiu adquirir seu automóvel, não deixará de ser solícito no trato ao meu carro; e…
  • …O profissional do riso? Por detrás de sua máscara talvez esconda amarguras mil, mas quando sobe ao picadeiro se transforma no agente do riso da alegria e do bem estar.

2. Cabeça, tronco e membros de meu organismo ainda classicamente assim dividido, serão se assim eu desejar, uma máquina de produzir bem estar e alegrias. Disse se eu o desejar porquê:

  • Se utilizar minha escassa razão, sem ‘envolver’ o coração, poderei estar utilizando ouvidos, olhos, olfato, boca e ainda as antenas de minhas mãos e braços ou as alavancas de minhas pernas e pés, tão somente para satisfazer meu próprio egoísmo… Mas,
  • …Pensamentos claros, olhares meigos, ouvidos caridosos, palavras construtivas, atrelados às alavancas e antenas de minhas pernas, pés, braços e mãos, poderão ‘fazer a diferença’ na máquina que eu deseje produza alegrias e bem estar.

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As sete maravilhas do Mundo ‘atualizadas’: Poder ver, poder ouvir, poder tocar, poder provar, poder sentir, poder rir e, sobretudo, poder amar, utilizando-me das seis primeiras na produção de afeto, alegria e bem estar.

(Sintonia e expressões em itálico são do cap. Em louvor da alegria, pag. 43 do Livro da esperança de Emmanuel/Francisco Cândido Xavier, Ed. CEC) – (Primavera de 2012). 

Julgava eu que a divisão principal do corpo humano, aquela dos meus tempos de ginásio, já havia mudado, após tantos anos… Enganei-me! Consultando minha querida Wikipédia e a despeito da evolução constante dos termos da anatomia, lá está ela a me informar que “classicamente, o corpo humano é dividido [ainda] em cabeça, tronco e membros”.

Emmanuel, em psicografia de Chico (cap. 11 do Livro da esperança), deseja dar-me a entender que o organismo humano é uma verdadeira máquina de não só produzir, mas proporcionar alegrias àqueles que me circunvizinham e também, e porque não, à distância, quando meios como este, o da internet, leva a plagas distantes mensagens que julgo oportunas para edificar corações.

Falava-lhes de uma máquina, ou de um organismo que muitas vezes me desapercebo de suas reais faculdades, já que tudo fica tão ‘automático’ em seu circuito que me desacautelo de suas reais potencialidades. Senão vê:

Minha cabeça: Apto a me chamar sempre à razão, meu pensamento me ditará uma série de procedimentos. Minha razão selecionará, exatamente dentro de meu livre arbítrio, os comportamentos que devam tomar o restante da ‘anatomia’ de meu corpo… Minha massa pensante, meu olhos, meus ouvidos, meu olfato, minha fala, possuem muito mais capacidade que eu possa imaginar de proporcionar suaves alegrias aos que me rodeiam: pensamentos claros, olhares meigos, ouvidos caridosos, palavras construtivas… Quantas alegrias a proporcionar!

Meu tronco: Em meu tronco bate um coração que por vezes contrariará a razão; mas razão e coração, na maioria das situações estarão afinados no plantio das alegrias necessárias. Somente meu coração verá com emoção o que muitas vezes minha razão tente reprovar; somente meu coração olhará com olhos ‘diferentes’; somente meu coração falará sem mover um único lábio; somente meu coração ouvirá com os ‘martelos e bigornas’ do afeto; e somente meu coração poderá exalar os suaves aromas da esperança a desesperançados…

Meus membros: Quantas chances meus membros terão de proporcionar incontidas alegrias. Enquanto cérebro e coração estiverem discutindo suas emoções e razões, as alavancas de minhas mãos, braços, pés e pernas, poderão, numa luta contra a inércia, erguer os pesos do serviço, afastar a opressão de dores, enxugarem lágrimas, conter soluços. Sua idade, força, energia, será um quesito de menor importância, ante os do servir, ajudar, impulsionar, fazer brotar sorrisos!

A cabeça poderá não estar muito boa, a enxaqueca, o labirinto, a sinusite poderão lhe fazer costado. Nem sempre será jovem o coração e poderá estar acometido de arritmias e cansaços. Os membros poderão já ter contraído artroses e artrites reumatóides. Mas que diferença fará, pois se…

… A vontade for férrea, o coração compassivo, os membros irão de a cabresto!

 (Sintonia: Emmanuel e do cap. O que podemos fazer? pg. 47 de Mensagens de esperança e paz, de Waldenir A. Cuin, Ed. EME) – (Inverno de 2012).

Segundo Dom Aurélio, “espirituoso” é aquele que tem graça, vivacidade. Hammed me esclarece que “espirituosos se utilizam de ‘seu’ espírito (alma) para agir”.

O exemplo mais límpido de “espirituoso” é o nosso querido palhaço. Sabe o palhaço profissional?! Sua alma poderá estar despedaçada, mas ele saberá filtrar, ou seja, apartar de seu âmago aquilo que não lhe é tão bom no momento e somente me entreter com aquilo que possui de nobre.

Por ainda viver em degrau evolutivo de uma faixa própria a este Planeta, não estou – ainda – em contato somente com Entidades Ótimas… Volta e meia me deixo ‘infiltrar’ por pensamentos de medianos a ruins. Minha alma, desta forma, recebe boas e ruins informações.

Filtrar esses pensamentos significa, segundo Hammed, eu receber todas essas ‘informações’, saber processá-las, retirando-lhes o bom segundo a ‘minha’  consciência e bem agir com elas perante mim e ‘meu público’. Segundo Aurélio Buarque, de posse desses bons sentimentos eu agirei, perante aqueles que convivo, com ‘graça’ e ‘vivacidade’.

Se eu não souber processar essas ‘mensagens’ recebidas, poderei estar espalhando à minha platéia, “ecos [de um] mundo” um tanto obscuro, que não serão, em hipótese nenhuma, o ‘meu’ lado “espirituoso”. Serão elas, além de não muito boas, impressões de ‘outras’ entidades.

‘Respeitável público’, com vocês, portanto, o palhaço, ‘gracioso’, ‘vivaz’, “espirituoso”!

(Para minha amada ‘velhinha’, que, como eu, adora palhaços!)

(Sintonia e expressões em itálico são do capítulo Ecos do mundo, pg. 99 de A imensidão dos sentidos de Francisco do Espírito Santo Neto/Hammed, Ed. Boa Nova) – (Outono de 2012).

Meus amigos: Uma edição de ‘mínimas e curtas…’ um pouco mais leve e alegre. Alegrias sem excessos! Será o meu lema neste período. Poderá ser, também, o teu. UM FELIZ CARNAVAL!

  • ‘Borracho’ – Não é só o que bebe, mas também o que segura o copo do amigo no carnaval.
  • Carnaval – Onde estiver o meu carnaval, aí estará também o meu coração.
  • Carnaval (2)– Se o vício circunscreve-se ao excesso, meu carnaval poderá não ser vicioso.
  • Engano “Atrás do trio elétrico só não vai quem já morreu…” Eles que pensam!

Fantasia‘Tô’ gordo! Acho que minha fantasia não caberá…

Fofoqueiro (Definição) – Homem: Analista crítico do comportamento alheio. Mulher: Fofoqueira, mesmo!

Máscaras – Ainda estou escolhendo uma entre as minhas tantas, para este carnaval.

Máscaras (2) – Quando abro meu baú carnavalesco encontro fantasias, brilhos, acessórios; o que mais há, porém, são máscaras.

Máscaras (3) – Não sei se confecciono novas ou se retiro todas as que tenho guardado em meu baú.

(Verão de 2011/12).