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fa8f38c65ee6bac57d7ca2b8392b9ac5Pedágios são taxas ou tarifas pagas a concessionária de rodovia por condutores que desejam movimentar-se de um local C para um D. Tais tarifas destinam-se à manutenção (ou construção) da via que desejamos trafegar em segurança. Traduzindo, para chegarmos com segurança ao local D, muitas vezes precisamos pagar pedágio…

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São João, o Evangelista, em sua primeira epístola, asseverará diversas vezes ao seu ‘rebanho’ que também para chegarmos a Deus – ou local D – precisaremos ‘desembolsar’ algumas ‘tarifas’. São dele as afirmações:

“Deus é Luz (…). Se dizemos ter comunhão com ele, mas andamos nas trevas, mentimos! Se dizemos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos (…). Se reconhecemos os nossos pecados, Deus aí está para nos perdoar. E aquele que diz conhecê-lo e não guarda os seus mandamentos, é mentiroso…” (I João, 1:5, 6 e 8 e 2:4). João, ao chamar de “filhinhos” os seus, estabelecerá a Luz, a Verdade e a Obediência às Leis Divinas ou Naturais, como alguns dos pedágios para Deus.

Mas o mais importante enunciará mais adiante: “aquele que não ama seu irmão a quem vê, é incapaz de amar a Deus, a quem não vê.” (I João 4:20). Este o maior, mais ‘caro’ e mais querido dos pedágios para Deus.

No capítulo em estudo, Emmanuel nos adverte que todo nosso aprendizado, tesouros terrenos, grandeza (fortaleza) moral e educação só serão validados quando esclarecermos, ajudarmos, protegermos e servirmos. E que todo o benefício de qualquer natureza, tal qual elástico ou Lei de retorno, nos fará os primeiros beneficiários: é como não sujarmos a água da fonte da qual nós próprios iremos beber ou contagiar-nos com a alegria que nós mesmos espalhamos…

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“O próximo é a nossa ponte de ligação com Deus. Se buscas o Pai, ajuda a teu irmão, amparando-vos reciprocamente…” (Emmanuel).

No grande paradoxo dos dias atuais e quando muros impedem a aproximação dos irmãos, Espíritos Esclarecidos vêm nos informar que a aproximação e serviço aos irmãos é a melhor ponte de ligação com Deus.

Não nos iludamos: esse pedágio precisará ser pago; e com satisfação!

(Sintonia: Fonte viva, ditado por Emmanuel a Chico Xavier, Cap. 71, Aproveita; 1ª edição da FEB) – (Verão de 2017).

sensibilidade2-1– O que é SENSIBILIDADE? Pergunta o discípulo ao mestre experiente…

– SENSIBILIDADE, é podermos verificar, mesmo que à distância, as dores de um amigo angustiado; inclusive sem que ele o saiba.

Pensativo, o discípulo relembra que isso não lhe é novidade, pois já lhe haviam ensinado que todos somos médiuns porque todos somos inspirados…

– Já sei! – exclamará o discípulo afoito – SENSIBILIDADE e inspiração são navegantes que remam em uma mesma canoa!

– Enganas-te – replica o mestre… SENSIBILIDADE ultrapassa todas as barreiras da inspiração. Ou, na hipótese mais sublime, é a inspiração elevada à categoria de zelo, cuidado, amor e serviço. É importar-se!…

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Não precisamos estar juntos para SENSIBILIZAR-NOS com os outros. Podemos fazê-lo mesmo à distância, utilizando os instrumentos que dispusermos, inclusive a forma pensamento…

(Primavera de 2016).

criacao-do-mundo“Ninguém duvide, porém, quanto à expectativa do supremo Senhor a nosso respeito. De existência em existência, ajuda-nos a crescer e a servi-lo, para que um dia nos integremos, vitoriosos, em seu divino amor e possamos glorificá-lo.” (Emmanuel).

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Costumamos afirmar que Deus não se aborrece ou se azeda perante nossa pouca vontade de progredir. Embora isto se configure numa ingratidão, – pois reencarnação é dádiva – também não se sentirá Ele desagradecido. Aqui a onipotência e imaterialidade divinas.

Mas também é verdade que, por fazermos parte de um Plano do Criador, – todos o fazem – o de atingirmos a perfeição, Deus mantém, sim, a nosso respeito uma grande expectativa, porque, criados a partir de seu ‘hálito’, contido no fluido cósmico, possuímos uma destinação superior que é a excelência de nossos Espíritos.

Também há outra ‘conveniência’ de nossa divindade: que colaboremos com sua incessante obra criativa.

Quanto a isso, temos várias perguntas a fazer-nos; entre elas: Não estaríamos colocando Deus num patamar pequeno, quase que antropomorfo, ao compará-lo com as imperfeições humanas? Não somos pequenos demais, frágeis demais, imperfeitos demais, para nos desejarmos seus colaboradores?

Em princípio ‘não nos desejamos’; Ele nos deseja! Se, popularmente afirmamos que ‘não somos tão pobres que não tenhamos nada a oferecer’ ou ‘tão ricos que não tenhamos nada a receber’, é claro também que para Deus nossos patamares evolutivos diversos são-Lhes convenientes na criação incessante do Universo.

De tal forma que amarmos em plenitude – e o amor será sempre o termômetro da evolução – e quando já servirmos em absoluto – e o serviço será o termômetro do amor – já seremos perfeitos e integraremos o amor Universal.

E as expectativas divinas acabam por aí? Não! Porque a obra divina é ininterrupta e esse Pai amoroso e zeloso continuará a ‘desejar precisar’ de nossa colaboração.

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O recado nos vem de Jesus, através de João 15:8, “que demos muito fruto” e assim seremos ‘os’ discípulos e o Pai será glorificado.

Se Deus obra incessantemente, não nos desejaria Ele ociosos… Reflitamos!

(Sintonia: Fonte viva, Cap. 45, Somente assim, ditado por Emmanuel a Chico Xavier, 1ª edição da FEB) – (Inverno de 2016).

P1 (9)Nossas almas conversavam curiosas:

– Seremos, por acaso gêmeas?

– Completamo-nos, por ventura, em comum vôo?

– Ou seríamos tão somente participativas, afins, seladas?…

Minhalma concluiu que se com a tua fosse gêmea,

Como, claudicante, absorveria teus ensinos;

Como, usufruiria de amoroso contrato; e

Como, dependente, ‘lucraria’ da partilha?…

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Minhalma curva-se perante a beleza da tua;

De seus ensinos, livre, compartilha, compactua!

Obrigado alma de minha alma,

Amada alma!

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PARABÉNS, MINHA AMADA ALMA!

(Verão de 2014, 31 de dezembro)

pássaro 5“… Enquanto a Ciência e a Filosofia operam o trabalho da experimentação e do raciocínio, a Religião edifica e ilumina os sentimentos. As primeiras se irmanam na sabedoria, a segunda personifica o amor, as duas asas divinas com que a alma humana penetrará, um dia, nos pórticos sagrados da espiritualidade.” (Questão 260 de O Consolador).

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Negritos por nossa conta, Emmanuel nesta questão autoriza-nos afirmarmos que o verdadeiro sábio ama e aquele que ama é um sábio. A sabedoria e o amor – verdadeiros – tornam o cristão um indivíduo/espírito completo, alado, apto a realizar evolução tão satisfatória que o leve, num futuro não muito distante, a penetrar os pórticos sagrados da espiritualidade.

Seria muito difícil entendermos a doutrina espírita como não sendo uma doutrina alada ou que não possuísse as asas da sabedoria e do amor, a primeira resultante da experimentação e do raciocínio (Ciência e Filosofia) e a segunda (a Religião), que proporciona ao espírita cristão uma elegância espiritual, através de sua religiosidade ou o amor personificado.

Estudo e trabalho estarão sempre associados a essas asas, pois através do primeiro experimentamos e raciocinamos e o segundo é o amor prático, a religiosidade convincente…

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Sabedoria através do estudo, raciocínio e experimentação; e o trabalho transformando religião em religiosidade, ou amor acreditado…

… Dão asas ao espírita cristão. Tornam, conseguintemente, a doutrina alada.

(Sintonia: Questão 260 de O Consolador, pg. 179, de Emmanuel/Francisco Cândido Xavier, editora FEB, 29ª edição) – (Primavera de 2014).

As-de-Copas

amor e odio

“Tudo é amor. Até o ódio, o qual  julgas ser a antítese do amor nada mais é senão o próprio amor que adoeceu gravemente”. (Chico Xavier).

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Pode ser até paradoxal, mas é possível que entre o ódio e o amor esteja circunscrito todo um percurso evolucional.

Um dia o generoso já foi egoísta ao extremo; o agora compreensivo já foi o maior dos intolerantes; o hoje atencioso já foi só indiferença; quem era só desprezo é hoje devotamento… Por isso afirmo que, embora pareça contradição ou disparate, há todo um roteiro amoroso de transformação no caminho do ódio ao amor, ou de todo um séquito que representa o mal até a corte amorosa do bem.

A indiferença, o egoísmo, o desprezo, a intolerância… que alguém demonstra hoje é exatamente a sua melhor e muito pessoal forma de amar. Ou representa na atualidade precisamente a quantidade e forma de amor que possui.

Quem senão o próprio amor quebrará todas as barreiras da indiferença, do desprezo, do egoísmo, da intolerância… construídos pelas doenças do preconceito, da inveja, do orgulho e seu séquito cruel, a partir de uma liberdade emprestada aos indivíduos por um Pai Justo e Bom? O amor, assessorado pelo perdão, compreensão, generosidade, tolerância… sempre saberá se entender com esses estranhos tipos de amor adoecidos gravemente.entre-o-amor-e-o-odio2[1]

Na parábola do joio*, o Mestre, tendo por palanque um barco, ensinaria à multidão, às margens do mar da Galiléia que, quando os trabalhadores sugeriram ao seu senhor que o joio fosse arrancado do meio do trigo, teria lhes ordenado que não o fizessem, pois “arrancando o joio, arriscais a tirar também o trigo…”

Pergunto-lhes se todos esses indivíduos com tipos de ‘amores’ tão estranhos e doentios, mas de conformidade com seu atual estado evolucional, não estão desejando ensinar algo, através de suas diferenças e até patológicas formas de amar? Domar, quem sabe, inflexibilidades e intolerâncias; driblar ilusões e absolutismos; refrear vaidades e exibicionismos; conter excentricidades e extravagâncias?

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O solo do amor verdadeiro é tão fecundo e generoso que nele poderá nascer até ervas estranhas e opostas, mas úteis para que muitos propensos ao amor meditem sobre suas variadas síndromes…

Se algum dia escreveres algo, inundado pelos fluídos de ódios, ressentimentos e mágoas, mão o publiques de imediato, pois certamente estarás mal assessorado. Permite que a noite engula o dia e após uma boa noite de sono e depois que a mesma noite houver parido novo dia, ora, arregaça as mangas, ajuda alguém e reformula teu texto, agora sob lágrimas de amor, compaixão e reconhecimentos… Aí publica teu trabalho, pois certamente tuas companhias já serão outras…

*Mt, XIII, 28 e 29 – (Texto escrito ‘sob tensão’ no sábado, 4 de maio e reavaliado segunda-feira, 6 de maio – Outono de 2013).

lamparina

O amor desenvolve características pessoais, distinguindo e particularizando a criatura.

A história da humanidade está cheia de vultos que se notabilizaram por seus bons feitos ou que se vulgarizaram pelos maus feitos. Em ambos os casos, e sem medo de errar, os primeiros amaram demais e os segundos odiaram demais. Diria ainda, que em ambos os casos essas pessoas ou se distinguiram das demais ou entorpeceram suas vidas e as de outrem…

Se o amor ao longo dos tempos contou as mais belas histórias, encenou peças comoventes e edificantes, pintou quadros os mais fiéis possíveis, compôs melodias e escreveu rimas primorosas… o ódio edificou barreiras, construiu muros vergonhosos, promoveu tragédias, generalizou e banalizou costumes. Quando indivíduos começaram a desprezar seus semelhantes e, pior ainda, lhes ficaram indiferentes, à medida que lhes sonegaram o necessário incentivo, se co-responsabilizaram pela deserção de seus talentos. Se a melhor forma de destruir um homem é impedi-lo de amar, o amor à criatividade e ao ineditismo também poderá ser morto pela vil indiferença do semelhante…

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Quando o Orientador me diz neste e em outros capítulos que a religião do futuro será a fraternidade e que amar será como respirar em uma atmosfera pura ou beber de uma água translúcida, chego à conclusão, entristecido, que o futuro dos insensíveis e dos indiferentes está na contramão dessas previsões…holofote

Mas que ‘quantidade’ e que ‘tipo’ de amor desenvolveram os vultos do primeiro caso? Ora o amor ao longo dos tempos foi se tornando vulgarizado, tanto que todos os pensadores sérios resolveram defini-lo não como o amor romântico ou simplista, mas aquele que traduz benefícios prestados a outrem ou regozijo em ver a evolução de terceiros. O Orientador aqui não foge à regra ao classificar a virtude em amor romântico, possessivo e amor real.

Se foi por amarem tanto que vultos se notabilizaram, qual a ‘quantidade’ de amor real que eu precisarei desenvolver para me distinguir e particularizar? Simples! Tão somente aquela que as características pessoais do meu momento evolucional o permitir, ou…

… Considerando que o amor, traduzido pelo desejo do bem à outra pessoa ou alegria com sua evolução, seja uma luz a iluminar os caminhos de outrem, se meu degrau não permitir que eu seja um holofote, que eu seja apenas uma lamparina em suas vidas…

Sobre lamparinas e holofotes, não há demérito em, desde que seja real, eu amar pequenininho ou grandão… O importante será amar de uma forma natural e doar todo o amor que me seja possível ou que eu tenha…

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Se eu não puder ser hoje um holofote em teu caminho, permite-me ser apenas uma lamparina… mas que eu não seja nunca, jamais, aquele que através de minha indiferença venha a sonegar meu incentivo aos talentos que possuis!

(Sintonia e expressões em itálico são do cap. Amor, pag. 179 de Os prazeres da alma, de Hammed/Francisco do Espírito Santo Neto, Ed. Boa Nova) – (Outono de 2013).

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Se eu tiver que ir de ré, que seja para frente;

Se eu tiver que espalhar algo aos quatro ventos, que proclame que pessoas me amam e se interessam por mim;

Se eu tiver que ajoelhar, e que não seja para orar ou por ter caído, que eu aproveite e amarre o sapato de meu irmão;

Se eu tiver que chorar, que também soluce, e que minhas lágrimas não só salguem o meu rosto, mas que sejam cheias de emoção, reconhecimento ou louvor;

Se eu tiver que me embriagar, que me inebrie do conforto que recebo de todos os meus amigos;doutores-da-alegria-e-brincadeiras

Se eu desejar ficar desleixado, que eu relaxe meu stress minha impaciência, minha afobação… Aquela minha algariação!

Se eu precisar deixar cair de minhas mãos o evangelho ou o livro de que mais goste, que seja para elas socorrerem, soerguerem, transportarem…

Se eu tiver que me arrazoar, que use o coração para fazê-lo;

Se eu tiver que dizer que te amo, que te faça, antes, qualquer bem para provar o meu amor; e, finalmente,

Se eu tiver que empregar a força que a utilize no combate aos meus defeitos que me tornam menos digno perante mim, perante ti e perante minha Divindade.

(Verão de 2013).

afetividade

Em 2009, quando iniciei os estudos na Casa Espírita, – sou ‘novato’ – me vi o ano todo cercado por mulheres, pois era o único homem de um grupo relativamente grande. Caçoava: ‘Vocês são o meu harém!’ Hoje a situação não é muito diferente: Normalmente participando de grupos de estudos e trabalhos se não sou o único homem, sou um dos poucos. Às despedidas, as coordenadoras fraternalmente se dizem ‘tchau, gurias! Boa semana, gurias!’ No embalo retribuo-lhes os votos afirmando a elas não me importar, pois que já me sinto meio ‘assexuado’…

* * *amor-idade

Pois hoje Hammed toca no assunto e me dou conta que sendo um ser de natureza espiritual e não o contrário, minhas pilhérias estão consoantes à questão 220 de O livro dos Espíritos: Os Espíritos não têm sexo (…) como o entendeis, pois, os sexos dependem do organismo. Entre eles há amor e simpatia baseados na identidade de sentimentos.

Continua meu querido Orientador: Onde a imposição e a repressão prevalecem, o amor está ausente. A autêntica afetividade está associada a uma ampliação de consciência e um amadurecimento espiritual.intimidade

A grande sacada da vida é o caminho do meio, ou a pessoa manter um equilíbrio entre o profano e o sagrado. Amadurecer espiritualmente sem perder o contato com o ‘secular’, talvez estabeleça esse balanceamento.

Amor – prefiro afetividade, fraternidade, bem… – verdadeiro é representado pelo puro equilíbrio ou aquela relação matrimonial, social, de trabalho, causa comum… onde imposição e repressão sejam zero! Tornada respirável a afetividade, sem imposições e repressões, a caridade, a generosidade e a benevolência passarão a controlá-la:

  • Se a caridade, na visão de Paulo Apóstolo é uma das mais complexas, exigentes, abrangentes e caprichosas das virtudes ao ponto de limitar o ‘clube dos caridosos’, não se pode imaginar afetividade sem a virtude. Segundo o Codificador, a virtude não é “uma das exigências” para se alcançar a Vida, senão a única!
  • Ser generoso é ser filho de Deus, irmão de Jesus: Deus é a Generosidade Absoluta; o Mestre a exemplificou! “Infinitamente Justo e Bom” é o atributo que demonstra a generosidade do Pai. Os trinta e três anos do Bom Rabi foram só generosidade; e
  • Benevolência é o atributo humano, mas de origem Divina, que diferenciará pessoas de pessoas: O benevolente não é maledicente, ou possui profunda compreensão sobre os equívocos alheios ao não os espalhar aos quatro ventos; o benevolente é possuidor de ‘bene volentia’ ou aquela boa vontade de relevar, compreender, entender… compreender que o erro alheio poderá ser o seu de amanhã. O benevolente consegue fazer uma ótima leitura dos desacertos do semelhante.

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O caridoso, generoso e benevolente está muito próximo da questão 220 e das pessoas que na sua identidade de sentimentos sobrelevam-se com amor e simpatia.

O amoramor, fraternidade, afetividade… é uma espécie de equação matemática: A soma de toda a caridade, generosidade e benevolência, já descontadas as imposições e as repressões.

(Sintonia e expressões em itálico são do cap. Afetividade, pag. 57 de Os prazeres da alma, de Hammed/Francisco do Espírito Santo Neto, Ed. Boa Nova) – (Verão de 2013).