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Informa-nos a Benfeitora Lourdes Catherine em ‘Amar também se aprende’, que amor é a “essência Divina; onipresença Celeste que vige em todos e em tudo; o sopro d’Ele.”

Convenhamos que os indivíduos, por serem de evoluções díspares, usufruirão mais ou menos dessa “onipresença, essência, sopro” e dessa forma utilizarão o livre arbítrio de desejarem se conectar mais ou menos.

Nossa conexão, entretanto, não deverá excluir indivíduos que pensem dessa forma: o respeito é a regra e, em última análise, tolerância será necessário.

A conexão realiza-se sempre do mais próximo, para o mais distante: com nosso cônjuge; com os filhos já fora do lar e com os demais familiares; vizinhos; condôminos; rua; bairro…

Não ignoremos que também as dificuldades nesse sentido estarão do mais próximo para o mais afastado: Amar a quem dorme conosco, ou quem vive sob mesmo teto apresenta mais obstáculos do que amar cidadãos estranhos, que encontramos ocasionalmente.

Conectar-nos ao todo supõe excluirmos alguns itens? Sim: remoer fatos dolorosos; indivíduos inconvenientes (orar, sim; pactuar com seus feitos, não); notícias desprezíveis…

Há outras conexões ainda importantes: animais, plantas, inanimados, fazem parte também desse todo; são criações de Deus e acólitos de nossa caminhada.

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Com “referência às flores e a seus aromas, poderíamos designar o ‘amor essência’ como o  perfume do Criador que exala em toda parte.” (L. Catherine). Estarmos conectados a tudo e a todos (conectodo) compreende desejarmos respirar esse suave e perfumado aroma.

(Inverno quente de 2017).

e6e5bce3723cc061a930d443598be87fÉ possível, segundo o Dr. Joseph Tector, da Universidade do Alabama em Birmingham, que em dois anos porcos estejam doando tecidos para transplantes humanos. Expectativa poderá atender indivíduos, (crianças, principalmente), com falência renal, visto o rim do animal em questão ser muito parecido com o humano.

Surpreendente? Sim e não! Já há 160 anos, quando Kardec começava a publicar a primeira obra da codificação, O Livro dos Espíritos, os Superiores falavam ao ilustre Lionês da dificuldade dos homens em “descobrir o resultado imediato” de certas circunstâncias:

Referimo-nos à questão 677, onde os Espíritos da Codificação falam sobre a importância dos animais, seu trabalho, de seu instinto de conservação e do objetivo de suas atividades. Assim se manifestariam os Iluminados: “… Eles [os animais] se constituem, inconscientemente, executores dos desígnios do Criador e, assim, o trabalho que executam também concorre para a realização do objetivo final da Natureza, se bem quase nunca lhe descubrais o resultado imediato.” (fragmento da questão).

É muito natural que muitas vezes não “descubramos o resultado imediato” da contribuição desses seres: silenciosamente, insetos, às vezes minúsculos, se encarregam da polinização; vermes (minhocas) deitam o húmus na terra, fertilizando-a; animais domésticos constituem-se na alegria dos lares; eqüinos, bovinos e muares, sempre tracionaram cargas; eqüinos, ainda, fazem parte de desportos e foram montarias de valor para fins diversos em todos os tempos; camelídeos (camelos, dromedários, lhamas, alpacas, vicunhas, guanacos…) fornecem carne, transporte e lã… Enfim, inúmeras são as contribuições desses seres menores – porém admiráveis – da Criação.

Os resultados mais distantes começam a aparecer agora, com a possibilidade, segundo a ciência, de mais este suporte à humanidade.

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Como não nos maravilharmos com a sempre superioridade e atualidade dos conceitos da codificação?! É nosso zeloso Governador atento às necessidades de Seu Planeta. É a doutrina permitindo penetração convincente do aspecto científico a serviço de religião e filosofia.

(Outono de 2017).