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Depois de uma ressaca passageira de um 31 cheio de luzes em que fiz um aquecimento para o início deste 2012, acordo e me dou de conta que já foi dada a largada…

O ano está aí novinho e, tal qual uma terra virgem, deverá ser preparado, arado, adubado, gradeado e semeado com toda aquela semente dos bons propósitos feitos por ocasião da colheita do ano que findou.

O toco de lápis está devidamente apontado para rascunhar idéias novinhas que serão colocadas no papel, analisadas e conferidas antes de serem lançadas ao meu querido público.

O cursor piscando na página branquinha do Word também me assinala que nenhuma vírgula foi ainda digitada, que tudo está a recomeçar com o lançamento de idéias novinhas em folha.

A caneta é a da minha preferência e o papel, reaproveitado, tem algo impresso no verso que já não me interessa tanto; urge escrever algo novo no lado em branco.

Na minha volta há um punhado de pessoas me acenando que tenho importância para elas; busco então esses créditos e os contabilizo como débitos, ou seja, todos são responsabilidades junto a parcerias com as quais deverei realizar contrapontos de intercâmbio.

A pista da dança de 2012 está completamente vazia, a música já começou a tocar e estou intimado a abrir o baile.

Pois é, meus amigos – e isso é ótimo! – foi dada a largada!

(Verão de 2011/12).

No apagar das luzes deste 2011, deparo-me com um ano novinho pela frente… Mas credo! É 2012 que chega, um ano por sinal muito mal falado, muito mal prognosticado por profetas, magos, ‘mercadores’ e pessimistas de plantão de todos os tempos. Não desejo flagelos! Ninguém, a não ser os que os vendem como mercadoria os desejam. Se há um apocalipse ou um cataclismo que desejo para este novo ano é para todos aqueles maus súbitos morais que ainda me tentam todos os dias… Desejo, sim, para eles, uma catástrofe! Melhorar, quem sabe, o hálito de meu verbo e tentar extrair de dentro de minha alma somente palavras consoladoras e não as apocalípticas provenientes das feras que talvez um dia tenha aquerenciado dentro de meu ser e teimem em se libertar. É meus amigos, que seja a derrocada deste e de tantos outros demônios que insisto em alimentar e endeusar. Este, pois, é o único sinistro que desejaria para 2012.

O momento é de confraternização e de agradecimento por todos os apoios que recebi no ano que ora finda: A um Divino Plano de amor, à minha querida família, aos companheiros de lutas na Casa Espírita, à querida amiga do Penso, logo existo, incentivadora incondicional, a todos aqueles que, com muita paciência, acompanham minhas publicações no blog do velhinho, aos leitores, colaboradores, editores, assessor de imprensa da Editora O Clarim, onde publico minhas idéias. Aos novos amigos do facebook, muitos comuns à editora já mencionada e que encontro diariamente, compartilhando as idéias que insisto em divulgar… E ao amigo que reencontrei depois de 44 anos e que iluminou meu Natal… Um beijo, Francisco!

Se o apocalipse que vier em 2012 for as minhas lutas contra todas as minhas tempestades internas e para isso me servir do concurso amigo de toda essa gente querida supracitada, esse é o apocalipse que eu desejo.

UM ANO NOVINHO E ILUMINADO PARA TODOS!

Fraternalmente, Cláudio.

(Verão de 2011/12).