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“Consagremo-nos à tarefa do bem, e o argueiro que incomoda o olho do vizinho, tanto quanto a trave que nos obscurece o olhar, se desfarão espontaneamente, restituindo-nos a felicidade e o equilíbrio.” (Emmanuel).

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Sábio, o Mestre das alegorias solicita-nos, perante a trave de nosso olho, relevar o argueiro do olho alheio.

Compreendendo-nos terrenos e ainda imperfeitos, possuímos, alguns, traves nos olhos; outros argueiros…

… Pois o Planeta Terra ainda é habitat de Espíritos encarnados desequilibrados, portanto infelizes.

Mas essa situação de cegueira, desequilíbrio, infelicidade, não será para sempre: retirados trave e argueiro, em revivências abençoadas, possuiremos “olhos de ver.”

Desentravando-nos, com a beneficência dos séculos, nos reequilibraremos; seremos felizes!

Antes disso, e para que tal aconteça:

Precisaremos, a despeito de nossa trave, perceber o lado aproveitável daquele que conosco combate.

Precisaremos que nossa trave não nos ludibrie na avaliação alheia.

Precisaremos entender que tanto o nosso, como o defeito dos outros, se dissipará nas oportunidades das tarefas.

Precisaremos compreender que os nódulos da madeira poderão dar o charme ao móvel; e que as pedras do terreno poderão vitalizar as videiras.

Precisaremos compreender que na análise das arestas alheias, há tempo perdido; e o aproveitamento de suas virtudes é tempo ganho.

Por compreendê-los falíveis, entravados, o Mestre não deixou de estender a mão aos seus; e por extensão a nós!

Com tais considerações, compreensões e percepções, iremos nos desentravando naturalmente:

Nossa trave se converterá em argueiro; e o argueiro do olho do irmão desaparecerá.

O caminho natural da evolução, por esforço, ou “pela força mesmo das coisas” nos possibilitará tal desentrave:

É o plano perfeito, amoroso, justo e sábio de nosso Criador.

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A tarefa no bem retira-nos traves e argueiros dos olhos!

(Sintonia: Xavier, Francisco Cândido, Fonte Viva, ditado por Emmanuel, Cap. 113 Busquemos o melhor; 1ª edição da FEB) – (Primavera de 2017).