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“Agora é o momento decisivo para fazer o bem. Amanhã, provavelmente, a oportunidade de ajudar não se fará repetida.” (Emmanuel).

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Ditado popular nos lembra que “dificilmente o cavalo encilhado passará, duas vezes, à nossa frente.”

Quando e por que, então, produzirmos o bem? Agora! Porque o ontem já foi e o amanhã ainda não veio: o agora é o melhor momento do hoje; o tempo certo!

Importante: o bem feito ontem permanece; o mal feito pode ser corrigido agora e a correção é sempre uma reflexão sobre o equívoco de ontem e a ser remediado hoje.

Todas as nossas ações de amanhã advirão de profunda reflexão sobre o hoje. Retocaremos amanhã os atos equivocados de hoje.

Se o ontem nos leciona o hoje, este será o nosso professor de amanhã…

Sendo amigos, dificuldades, moléstias, feridas, problemas, oportunidades, perdões, desculpas, circunstâncias do hoje, urge agirmos hoje, pois amanhã tais situações terão evoluído e a oportunidade pode não se fazer repetida.

Entendemos que as pessoas (Espíritos) possuem tempos diferentes (ou evoluções distintas), porém as questões do bem serão bem sempre, em qualquer dimensão! Nivelamo-nos no bem: não importa seja ele pequeno, médio ou de grandes proporções.

A semente boa plantada ontem é a germinação segura do hoje e a colheita do amanhã. Se tivéssemos deixado para plantá-la hoje, talvez a safra abundante do amanhã não houvesse!…

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O presente é apenas um fragmento roubado do futuro e que logo, logo, será devolvido ao passado.

Deixemos para plantar amanhã somente o mal; pois poderá acontecer de a idéia não vingar!…

(Sintonia: Xavier, Francisco Cândido, Fonte Viva, ditado por Emmanuel, Cap. 119 Eia agora; 1ª edição da FEB) – (Primavera de 2017).

mulher-bracos-cruzados-desconfianca-duvida-suspeita-1347984383070_300x420“[O homem] responderá pelo mal que resulte de não haver praticado o bem.” (Q. 642)

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“Sede bons e caridosos; essa a chave do Reino dos Céus…”, nos advertiria São Vicente de Paulo em sua valiosa colaboração à codificação e constante do item 12 do capítulo XIII de O Evangelho segundo o Espiritismo.

Mas, à primeira vista, perguntaríamos ao Iluminado: ‘Bom e caridoso’ não será a mesma coisa? Não estará o Colaborador se redundando?

Primeiro, as citações, tanto de uma obra como da outra não poderiam divergir, mas, e aqui é o caso, vêm se completar. Segundo, poderemos ser simplesmente bons por não fazermos o mal a ninguém, porém não chegamos a ser caridosos porque não efetivamos o nosso bem. Analogamente, é como se disséssemos: ‘Fulano não tem boca para nada!’ ou ‘beltrano não mata uma mosca!’

Explicando: Fulano não tem boca para nada, nem para consolar, nem para aconselhar, nem para defender, nem para intermediar, nem… Beltrano não mata uma mosca, mas também não as espanta, não move um recurso, não se comove, não serve, não…

Os autores do estudo de hoje vêm nos informar que o bem é um exercício e que para treiná-lo precisaremos desinstalar-nos de desculpas as mais esfarrapadas para que não ‘faltemos ao treino’, quais sejam confessarmo-nos incompetentes, alegamos cansaço, afirmarmo-nos sem tempo, declararmo-nos enfermos…

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Na verdade, realizamos inúmeros cálculos para lançar-nos ao bem; para o mal, inimaginamos as conseqüências.

Responderemos, sim, por todo o bem que soubermos e pudermos fazer e não o fizermos sob as mais fúteis desculpas!

(Sintonia: Cap. Exercício do Bem, pg. 108, Livro da esperança, de Emmanuel/Chico, CEC Editora) – (Inverno muito frio de 2014).

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Se eu tiver que ir de ré, que seja para frente;

Se eu tiver que espalhar algo aos quatro ventos, que proclame que pessoas me amam e se interessam por mim;

Se eu tiver que ajoelhar, e que não seja para orar ou por ter caído, que eu aproveite e amarre o sapato de meu irmão;

Se eu tiver que chorar, que também soluce, e que minhas lágrimas não só salguem o meu rosto, mas que sejam cheias de emoção, reconhecimento ou louvor;

Se eu tiver que me embriagar, que me inebrie do conforto que recebo de todos os meus amigos;doutores-da-alegria-e-brincadeiras

Se eu desejar ficar desleixado, que eu relaxe meu stress minha impaciência, minha afobação… Aquela minha algariação!

Se eu precisar deixar cair de minhas mãos o evangelho ou o livro de que mais goste, que seja para elas socorrerem, soerguerem, transportarem…

Se eu tiver que me arrazoar, que use o coração para fazê-lo;

Se eu tiver que dizer que te amo, que te faça, antes, qualquer bem para provar o meu amor; e, finalmente,

Se eu tiver que empregar a força que a utilize no combate aos meus defeitos que me tornam menos digno perante mim, perante ti e perante minha Divindade.

(Verão de 2013).

Tenho dúvidas se as pessoas que dizem ‘amar’ o façam de verdade, que sejam ‘relacionáveis’ na lista do bem.

Não tenho dúvidas que pessoas que agem ‘com paixão’, amem de verdade e sejam do bem.

Agir ‘com paixão’ – compasivamente -, desencadeará em mim, uma série de boas atitudes, práticas…

Sinto que amar é algo teórico, desgastado, e malversado atualmente.

Para eu agir ‘com paixão’ primeiro preciso ‘estar de bem’ comigo mesmo, pois não emprestarei algo de mim que não possua.

A sensibilidade é gêmea da compaixão; raramente o compassivo

será insensível e este agirá ‘com paixão’.

Sensibilidade e compaixão são estopins que deflagrarão a carga principal do bem.

Chego ao umbigo da questão: Ter compaixão é emprestar algo de mim que nunca se extinguirá… Sabe a vertente? Quanto mais água dela retiro, mais – e generosa e gratuitamente – ela renovará sua água limpa.

O Divino Rabi era compassivo e generoso porque era igual à vertente: Comportou-Se assim com a ‘pecadora’, com Zaqueu, com o centurião, com Dimas, com os dez leprosos, ao multiplicar pães e peixes…

Sugiro, meus amigos, reavaliarem conceitos sobre amor, bem, generosidade, sensibilidade e ‘com paixão’!

“Ser bom é tomar atitudes com compaixão, lançando mão da própria dignidade e, ao mesmo tempo, promovendo a dignidade alheia”.

(A sintonia e a citação são do capítulo Ser bom, pg. 25 de A imensidão dos sentidos de Francisco do Espírito Santo Neto/Hammed, Ed. Boa Nova) – (Outono de 2012).