Posts Tagged ‘Boas influências’

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Muito verdadeiros, os provérbios “ajuda-te que Deus te ajudará” e “o sol nasceu para todos” encontram respaldo em Mateus 7, 7, “pedi e se vos dará. Buscai e achareis. Batei e vos será aberto…” Dessa forma o Mestre das Boas Conversas me anunciaria que de nada adiantará o sol nascer para mim se dele fugir ou desejar que Deus me ajude sem ‘pedir’, ‘buscar’ ou ‘bater’.

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E hoje a conversa estando relacionada com auto-respeito, concluo que ‘fechar a guarda’ aos inimigos íntimos e ocultos, sabe, aqueles que só eu e Deus sabemos, será a melhor forma de me auto-respeitar e não correr o risco de ficar desmoralizado perante mim e minha Divindade.

Toda vez que escorrego no “vigiai e orai” esses inimigos ocultos capturam minha mente me tornando vulnerável escravo não só em compactuar com o mal, mas com bloqueios na realização do bem.

É lógico que Deus, a Bondade Suprema e Soberana, não se azeda, não se amofina, não se ofende e tão pouco se aborrece com meus escorregões perante os ocultos do mal. Tendo Deus ‘mais o que fazer’ o grande prejudicado serei eu que, refém de meus desvios, estarei impedido de prestar atenção a todas as idéias claras, sintéticas e simples murmuradas pela Vida Maior ao meu ouvido.Orando

O indivíduo que, de certa forma, impede o fluxo da Corrente Divina, longe de perder o respeito de sua Divindade, – já disse que Deus soberanamente não se azeda com isso – abortará, sim, os Divinos Planos, ou adiará o fruto de talentos inatos e singulares, programados somente à sua individualidade.

Quando o [autodesrespeito] se instala em nossa casa mental, passamos a não mais prestar atenção aos avisos e intuições que brotam espontaneamente do reino interior. As vozes de inspiração divina são sempre idéias claras, providas de síntese e simplicidade que a Vida Providencial murmura no imo de nossa alma, me diria hoje o Orientador.

Quando me respeito, respeitam-me todos os outros! E aqui me refiro ao respeito em não permitir intrusos contrários às lides que me são afetas e nas quais acredito. ‘Todos os outros’ poderão ser desencarnados e encarnados que eu não permita me desviarem a atenção aos avisos e intuições de meu reino interior.

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Quando renunciamos ao controle de nós mesmos, outros indivíduos tomarão as rédeas de nossa vida… E não tenho dúvidas que esses outros indivíduos, em sua maioria, serão desencarnados…

Na conquista do auto-respeito, é menos difícil controlar as influências de encarnados do que dos desencarnados!

 (Sintonia e expressões em itálico são do cap. Respeito, pag. 69 de Os prazeres da alma, de Hammed/Francisco do Espírito Santo Neto, Ed. Boa Nova) – (Verão de 2013).

É próprio da Lei de Sociedade eu influir e ser influenciado. Pessoas que tiverem ascendência ou prestígio sobre as demais as estarão influenciando.

Se, como diz Emmanuel, “queiramos ou não, é da Lei que nossa existência pertença às existências que nos rodeiam”, meu primeiro ‘policiamento’ recairá sobre o ‘tipo’ de influências que desejarei exercer ou receber.

Visto que eu poderei não agradar a todos, tão pouco todos me agradarem, é necessário que eu pare e pense: ‘Ops’! Não estou sendo uma boa influência; ou a influência do que “me rodeia” não me serve; ou minha influência e a dele em nada estarão contribuindo para a felicidade e progresso da sociedade comum.

Nesse caso, útil é o consenso sobre uma lógica como instrumento mais razoável à vivência em sociedade.

Dado, entretanto a heterogeneidade de uma comunidade, seus gostos, modos, atitudes, culturas e comportamentos diversos, o consenso ideal poderá se tornar um pouco difícil.

Surge, aí, a primeira dificuldade da vivência em sociedade, já que pessoas de caracteres, sensos e ‘desconfiômetros’ diferentes, estarão comungando dessa sociedade.

Influências também entram no circuito da lei de ação e reação: Se eu creditar boas ações às pessoas sobre as quais tenho ascendência, logo, logo as mesmas pessoas as estarão compartilhando, inclusive comigo, a título de retorno.

Influências não se ditam; se mostram! Os bons atos quando mais praticados do que verbalizados, terão o poder de acreditar a ascendência que possuo sobre alguém.

Heróis de minha comunidade terão o poder de exercer influências sobre mim, assim como eu poderei exercê-las. O cuidado que se precisa ter é o tipo de ‘atos heróicos’ que estarão influenciando reciprocamente.

Quando Emmanuel me fala de uma Lei, refere-se às Leis Naturais e não só à de Sociedade, mas a um conjunto de Leis interdependentes. Como negar que o progresso da sociedade – ou a Lei de Progresso -, não seja impactado pelas minhas influências e as dos que “me rodeiam”? Se as influências forem boas, a sociedade progredirá na direção do bem; se más, rumará ao caos.

Em meados do século XX, as influências de um só homem, doente, fanático e preconceituoso, provocaram um colapso mundial…

Do tipo de influência que eu semear ou acolher, dependerá o adiantamento ou o atraso do Planeta. Não poderei desejar a ‘promoção’ da Terra se minhas influências forem claudicantes!

Normalmente, sou rápido na crítica às influências alheias, mas muito lento para compreender que minhas influências poderão não ser as melhores…

Influencio-te, influencias-me, é totalmente natural, ou, como diria Emmanuel, pertenço-te, pertences-me! Se o que eu te compartilhar for tão edificante quanto o que comigo compartilhas, a sociedade anda, o progresso anda, o Planeta anda!

(Sintonia e expressões em itálico são do cap. Vida comunitária, pg. 55 de Mensagens de esperança e paz, de Waldenir A. Cuin, Ed. EME) – (Inverno de 2012).

A prece é o grande escudo contra assédios. Substituir preocupações desordenadas, infundadas e confusas sobre coisas que nem sei se acontecerão por uma prece consoladora é jogar na lixeira ‘notícias’ malfadadas que estão querendo entrar em minha máquina mental.

Da mesma forma que diariamente me banho, troco de roupa e escovo os dentes três vezes, minha ‘caixa de entrada de mensagens’, coletora de minha alma, precisará estar ‘aliviada’ de pensamentos que me molestem.

‘Documentos’ que revelem revolta, medo, tristeza, incredulidade, deverão ser descartados, abrindo vaga para os da serenidade, alegria confiança e destemores. Quando a minha máquina mental me fizer aquela costumeira pergunta, ‘tem certeza que deseja excluir estes quatro itens’ – supra mencionados -, deverei, sem titubear, clicar na opção ‘sim’.

Esvaziar minha mente de insanidades físicas ou mentais e substituí-las por pequenos atos de amor ao próximo é só uma das maneiras de esvaziar minha caixa de entrada mental. Problemas existem ao meu redor e infinitamente maiores que os meus!

Não devo duvidar que acessos a ‘material’ duvidoso poderão infectar a memória de minha alma; desviar freqüências incorretas e entrar em adequadas é permitir que meu rádio receptor fique livre de chiados inconvenientes e de mensagens inaudíveis.

Se for verdade que, invariavelmente, ajo sob influência de desencarnados, por que não me acercar das boas?…

Elevar a sintonia ou entrar na adequada pressupõe, é claro, também uma faxina e descarte adequados. Dessa forma estarei fortalecendo minha máquina espiritual e conservando-a manutenida.

Manter minha caixa de entrada e a máquina espiritual limpas, evitar ‘certos’ assédios ‘não tão certos’, organizar minhas preces diárias e, principalmente, possuir uma fixação pelo bem, entre outras, são ações que manterão minha lixeira’ vazia.

(Sintonia com capítulos diversos de Recados do meu coração de José Carlos De Lucca/Bezerra de Menezes, Ed. InteLítera) – (Inverno de 2012).