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Por qual tipo de estresse estamos passando? Percebe-se, hoje, que nem todo o estresse é negativo e que tal circunstância poderá ter duas facetas contraditórias:

Poderemos estar com eustresse; mas, também poderemos estar com distresse.

O eustresse (ou eustress) caracteriza-se por uma euforia: quando estamos plenos e então nos invade a sensação de satisfação e/ou outros sentimentos positivos:

Na maioria dessas situações estamos com uma super excitação: um grande e bom plano a realizar; resultados animadores; expectativas satisfatórias…

Traduz-se, muitas vezes, quando nos recostamos e afirmamos: “estava tão excitado que nem consegui dormir…”

O distresse (ou distress), pelo contrário é negativo; é quando estamos, literalmente, estressados: são agonias, insatisfações, maus resultados, desilusões (a falta de expectativas), que nos causam problemas e sofrimentos; muitos até com extrema agudeza.

Qual, então, o nosso estresse? Positivo, aquele do “emoticon” sorridente ou o outro, carrancudo, infeliz?

Nem todo o estresse é mau! Nós construímos o bom, positivo; e o mau, negativo!…

(Primavera de 2018).

“… As estradas terrestres estão cheias [de] atormentados pelos interesses imediatistas sem encontrarem tempo para [o] alimento espiritual (…). Atravessam a senda, famintos de ouro e sedentos de novidade emocional.” (Emmanuel).

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Vivemos o momento Planetário das novidades. Nunca tivemos tanta tecnologia (útil e inútil): a legítima faca de dois gumes; porém necessária à transição.

Dado a ainda maldade do Planeta (ou dos Planetários?), utilizamos tal tecnologia em sua maioria para o mal: possuímos, ainda, interesses imediatistas. A transição pede o seu uso adequado.

Ainda estamos famintos de ouro, reluzente em cada “nova novidade” que aparece a cada dia: só que não matam nossa fome!

Ainda estamos sedentos de tais atrativos, cada vez “mais atraentes”, mas continuamos com sede!

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A transição “começará a começar” quando soubermos parar…

… E “parar” não significa “parar”:

Paradoxalmente (contraditoriamente), “parar” significa nos voltarmos para o útil, o bom, o belo, o necessário!

Precisa a transição de introspecção? Claro que precisa! Mas muito mais de transa (pacto, entendimento, acordos…) e ação.

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A Paz está, muitas vezes, em meio a santas agitações!…

(Sintonia: Xavier, Francisco Cândido, Fonte Viva, ditado por Emmanuel, Cap. 147, Refugia-te na paz, 1ª edição da FEB) – (Primavera de 2018).