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“Busquemos o equilíbrio com Jesus e fugiremos ao extremismo, escuro sinal da desarmonia ou da violência.” (Emmanuel).

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“Sim, sim! Não, não!” Sermos sinceros não significa sermos rudes. A mentira rouba-nos a confiança; deixa-nos à deriva do crédito: mesmo as pequenas, geram enormes conflitos!

Fariseus e Jesus eram personagens contraditórios; paradoxais! No entanto, o Mestre, o Divino contraditório, compreende e não anula a Lei do decálogo; mas passa a não tolerar as leis do humano Moisés. Convém entendermos que os sacerdotes (fariseus) eram remanescentes da época mosaica.

“Lázaro, vem para fora!” O tempo na carne é transitório: porém não deverá se extinguir antes do prazo; possivelmente não terá prorrogação!

“A César o que é de Cesar e a Deus o que é de Deus!” Vivemos em Planeta com leis civis, que precisam ser observadas. Ideal seria que tais leis se aproximassem, ao máximo, das Leis Morais.

Bravatas labiaisSentenciado e crucificado, o Supliciado não esbraveja, pois tudo está num script previamente estabelecido pelo Pai…

… E assim o divino contraditório ia entendendo, explicando, exemplificando e separando o que era do Pai e o que era humano; mas sempre experienciando no tempo de sua encarnação.

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Não convinha, ao Mestre, extremismos ou desequilíbrios, visto que, se assim fosse, não nos ditaria nem harmonia, nem mansidão!…

(Sintonia: Xavier, Francisco Cândido, Fonte Viva, ditado por Emmanuel, Cap. 134, Busquemos o equilíbrio, 1ª edição da FEB) – (Outono de 2018).

“… Para que a tranqüilidade te banhe o pensamento, é necessário que a compaixão e a bondade te sigam todos os passos. Assume contigo mesmo o compromisso de evitar a exasperação.” (Emmanuel).

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A tranqüilidade, (importante instrumento da paz) é ferramenta escassa em nossos dias:

Andamos apressados, apreensivos, impacientes, desassossegados; e isso gera a intranqüilidade, avessa à Paz.

Bravos (desassossegados, agressivos, violentos) se salientam no momento atual: porque falam alto; não se fundamentam; equivocam-se e equivocam; são irritadiços…

Mansos são anônimos; aparentam não pertencer à categoria deste Planeta: são ponderados; fundamentados; mostram-se honestos em seus acertos; são a imagem da tranqüilidade!

Evitar a exasperação torna-se, pois, necessário a um exercitamento: é como se devêssemos praticar, diariamente, a Bem Aventurança “os mansos possuirão a Terra.”

O Espírito que se exercita nesse sentido, é semelhante a um “homem de bem” que se coloca no posto avançado e elevado da serenidade, observa as dificuldades de seus assemelhados com a única intenção de socorrê-los.

Tal qual o sol, que aquece a bons e maus, ou a chuva que dessedenta justos e injustos, o manso (pacífico) torna-se um olheiro atento:

Unge-se dos sagrados exemplos da Mãe Natureza, sempre divina em seus fundamentos e promotora da tranqüilidade.

Não imaginemos, entretanto, serem os outros os únicos beneficiados dessa generosidade:

Muito pelo contrário, esse homem bom e já pacificado, é o maior herdeiro de sua compreensão e bondade.

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Viver no Mundo, sem a ele pertencer, vencendo exasperações, é já “herdar a Terra” (um Planeta Regenerado) por antecipação.

Não cai a mesma chuva redentora sobre dois maus e um bom? Por acaso o Pai privará dois injustos de receber sol e só o proporcionará ao justo?

O Homem bom, generoso, manso, tranqüilo, pacífico, porque já não se exaspera, consegue entender tais caprichosidades do Pai.

O manso vive; o exaltado vegeta! O manso é herdeiro; o enfurecido é, ainda, desafortunado! Não há contra indicação em viver sem exasperar-nos!

(Sintonia: Xavier, Francisco Cândido, Fonte Viva, ditado por Emmanuel, Cap. 123 Viver em paz; 1ª edição da FEB) – (Primavera de 2017).