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cicatrizes-de-acneO tempo que dispomos em nossas revivências, retornos, idas e vindas… são iguais ao professor devotado ou cirurgião experiente que realizará plásticas em nossas cicatrizes; punçará quistos; soldará fraturas; extrairá miomas…

Poderemos até abortar compromissos firmados segundo a lei mutável dos homens, mas aqueles chancelados pela lei imutável de Deus, que representam nossas expiações ou provas, irão à cobrança; e os juros reclamados pela Lei, através do tempo e das revivências, serão altos!

Por que adiarmos o refazimento que a lógica está a nos ditar como necessário?

  • O companheiro ou companheira arbitrária de hoje é aquele ou aquela da qual escarnecemos ontem!
  • Insanos aos nossos cuidados hoje são os mesmos que negligenciamos no passado!
  • Os intransigentes que por ora nos cobram contas não serão os que ludibriamos outrora com falsos juramentos?
  • Os que nos tiranizam hoje não são os mesmos que em outras épocas incentivamos com despotismo e orgulho?

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Desertarmos por desertar de relações matrimoniais, paternais, filiais, afetivas… poderá até ser a alternativa mais fácil; mas não será a melhor!

(Sintonia: Cap. Uniões de prova, pg. 201, Livro da Esperança, Emmanuel e Francisco Cândido Xavier, Ed. CEC) – (Verão de 2015).

P3 (25)Em alusão admirável e alegórica às dificuldades que todos nós encontramos no acirramento doméstico, Emmanuel e Chico hoje se referem ao purificador familiar como disfarce da consangüinidade, calvário doméstico e matemática das causas e dos efeitos:

Realces por nossa conta, passamos a discorrê-los:

Disfarce da consangüinidade: Sob nosso teto estão albergados ‘parentes de sangue’ das mais diversas naturezas. Disfarçados sob mesma ‘tipagem sangüínea’, desafetos milenares, ofendidos e ofensores, uns cobram a conta; outros terão de saldá-la. Não há escapatória!

Calvário doméstico: Calvário, Gólgota, cruz… são todos termos sacrificais; e no  ‘aparelho purificador doméstico’ não haverá termo mais adequado para que se cicatrizem diferenças familiares encobertas pelo santo véu do esquecimento. Se a curta encarnação de Jesus não foi fácil e a cruz foi apenas o termo de uma fase, não seremos nós, grânulos comparados ao Mestre, que teremos ‘vida fácil!’

Matemática das causas e dos efeitos: Na contabilidade divina, nossa marcha pelos desafios domésticos peregrina como sendo colheita de efeitos de nossas próprias causas. Quais causas? Não sabemos, mas devemos trabalhar com suspeitas, cálculos, para que no livro caixa não restem déficits!

Num início de ano em que, olhando para a ‘virada’, estivemos mais tempo reunidos com nossos consangüíneos, o período é ótimo para refletirmos sobre o tema.

UM FELIZ E NOVO ANO NOVO! SUCESSO NO DESAFIO!

(Sintonia: Cap. No caminho da elevação, pg.199, Livro da Esperança, Emmanuel e Francisco Cândido Xavier, Ed. CEC) – (Verão de 2015).