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tumblr_n13ljslu2i1qjcbjio1_400Três “invasores” poderão destruir nossas vidas: referimos-nos à “depressão, ao ressentimento e à exaltação.” Tais circunstâncias se nos apresentam como o mal, a doença.

Benfeitores, entretanto, nos informam que para cada uma delas há remédios adequados:

Para a depressão, a oração é o grande (às vezes o único) remédio.

Para o ressentimento nos é indicado o raciocínio lógico de que nada devemos esperar dos outros. Como eles não esperam de nós.

E para a exaltação, a meditação nesses momentos de ‘braveza’: é como se fôssemos convidados a ‘contar até cem.’

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Como vemos não estamos órfãos quando não o desejamos estar: para cada mal, um remédio!

(Sintonia com Momento Espírita, “Os três inimigos”) – (Outono de 2017).

Quando Hammed – Espírito – me diz que “somos também Natureza; possuímos as estações da alegria, do entusiasmo, da moderação e do desânimo, assim como as da primavera, do verão, do outono e do inverno”, o amigo me consola e entendo que minha depressão – e a da humanidade – é natural e ‘tem jeito’…

Possuindo a Natureza diversidade, interdependência e reciclagem, a multiplicidade de elementos a reorganiza e reequilibra. Nela tudo está conectado com tudo.  Todo elemento liberado é reintroduzido no ambiente.

Se sou único, cada um do restante dos 7 bilhões de terráqueos também o são. Cada um, portanto, é ‘distinto’ e apto a, com suas peculiares faculdades, colaborar com as outras 6.999.999.999 almas. Dessa forma eu usufruo da diversidade dessa imensidão de talentos diferentes, compreendendo que nem todas são boas e nem todas são más. Como o reciclador eu precisarei me beneficiar do ‘aproveitável’ e ‘condescender’ ao que ‘ainda’ não me serve.

Meus dias não serão sempre ensolarados, com brisa mansa. Terei dias naturalmente sem sol e até com tufões.

Minha depressão – e a tua, meu querido amigo/a -, portanto, além de natural, ‘tem jeito’!

 (Expressões em itálico, subsídios e sintonia são do capítulo Depressão, pg. 191 de As dores da alma de Francisco do Espírito Santo Neto/Hammed, Ed. Boa Nova. Os negritos são meus) – (Outono de 2012).