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As-de-Copas

Meus amigos: Não tenho a pretensão que estas curtas sejam pérolas… Se forem pétalas e conseguirem iluminar o dia de umzinho só, dar-me-ei por satisfeito. Um abraço!

Amar, servir… – Dr. Inácio Ferreira fumou muito, mas amou e serviu muito mais. Menos mal!

Amor – Entendo o amor como gratuito. O amor comprado, cobrado, mendigado, enfim, o não correspondido, sempre abalará minha fé na humanidade.

Amor, desamor… – Se o amor ultrapassa crenças, ideologias, convenções, o desamor desconsidera a todas!

Astúcia – Não persigo somente o bem… Persigo, também, a astúcia dos que estão no encalço do mal.

Defesa – Se, em minha defesa vierem meus próximos… Ótimo! Mas não me iludo; confio em meu livre arbítrio para me defender e em minha consciência para arbitrar.

Defesa (2) – Dispor-se a arbitrar em favor de alguém poderá ser desgastante; a isenção é mais cômoda.

Desamor – Sendo o cigarro prejudicial ao perispírito, imagina o dano que o desamor provoca no espírito.

Desamor (2) – Não fumo, mas me policio para que o desamor não me torne um impotente afetivo ou que cause um câncer em minha sensibilidade.

(Verão de 2011/12).

Para tornar minha vida mais leve, nivelar-me-ei aos pequeninos, indagarei de seus gostos, perguntarei sobre sua escola e seus amiguinhos. Dir-lhes-ei pieguices como, por exemplo, se têm namorados, a despeito de suas tenras idades… Dirão que sim e então morrerei de rir deles e eles rirão de mim.

Exercitarei novamente o perdão, e novamente, novamente… Se precisar, todas as horas de todos os dias numa luta frenética e incessante; e quando a julgar inglória, me esforçarei em recomeçar tudo novamente.

Procurarei abandonar meus fanatismos, considerando que as lições do Mestre, a Mensagem do Criador e as orientações dos Bons Espíritos não estão tão somente no Evangelho ou em literaturas sérias, mas nos fatos simples da vida, nas mensagens da Natureza, dos seres menores, nos ciclos renovadores…

Acreditarei que o amor sempre cobrirá a multidão de minhas mazelas e que somente o ‘desamor’ não será coberto por meu amor.

Raciocinarei, finalmente, sempre com um amor gratuito, procurando despir-me de cobranças e indagações que poderão abalar minha fé na humanidade.

Se acredito, meu amigo, que tais propósitos serão bons para mim, não posso afirmar que o serão para ti, mas, se quiseres tentar… Um bom proveito!

(Verão de 2011/12).