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“Em todos os tempos vemos o trabalho dos legítimos missionários prejudicado pela ignorância que estabelece espantalhos para a massa popular.” (Emmanuel).

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O Mestre, “subido ao monte”, sobre a barca ou à margem do lago, era o Missionário. Os que o conspurcavam e experimentavam, espantalhos.

Sábias inteligências, políticos, condutores (tiranizados), juízes, administradores, os ‘missionários do povo’, se comportam como espantalhos.

Jesus, molde, fôrma, “guia e modelo” é o Missionário. Ídolos modernos, explícitos ou disfarçados; ditaduras de comportamentos e moda são espantalhos.

Quem gasta energias em educação de verdade é missionário; quem acha que educação é de ordem política é espantalho.

Quem ajuda o povo a pensar, a crescer e a se aprimorar, é missionário. Quem o manipula, perturba e engabela é espantalho.

Quem estabelece o círculo vicioso do bem, do benefício e da elevação, é missionário. Acólitos do “quanto pior, melhor” são espantalhos.

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Missionários, adeptos da Regra de Ouro constroem a felicidade real e indiscutível. Para espantalhos, ética da reciprocidade não lhes referenda o ego.

Para missionários “Pai nosso” e família Universal é coletivo: na linguagem individual dos espantalhos isso é utopia!

Então… Missionários ou espantalhos? Iluminação ou ignorância?

(Sintonia: Xavier, Francisco Cândido, ditado por Emmanuel, Fonte viva, Cap. 104, Diante da multidão; 1ª edição da FEB) – (Inverno de 2017).

IF“Mens sana in corpore sano”, – Uma mente sã num corpo são… A expressão é de autoria do romano antigo Juvenal que ainda diria mais: “… O único caminho de uma vida tranqüila passa pela virtude [caminho esse que] desconheça a ira, nada cobice e creia mais…” (Wikipédia, a enciclopédia livre).

É possível que a saúde de minha alma me ajude a entender melhor a falta de saúde de meu corpo. Invertendo a minha possibilidade, diria que sem a saúde da alma dificilmente compreenderei os porquês das doenças de meu corpo…

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Autor da expressão “doenças não existem; existem doentes”, em um dos capítulos de sua obra O Evangelho é um santo remédio, Joseval Carneiro a utiliza como uma força de expressão que talvez deseje evidenciar que, sempre que profundamente doente da alma, ou que não consiga harmonizá-la, o indivíduo passa a sentir sintomas que o relacionem como doente fisicamente. Ou todos os desequilíbrios de sua alma passam também a desequilibrar sua roupagem física, o uniforme de trabalho de sua alma.

Se eu, apesar de apresentar alguns sintomas de doente físico, entender que os provoquei nesta ou em vidas anteriores, atitudes que me fizeram cúmplice de tais sintomas, já é um meio caminho andado para que, se ao menos não ficar curado, entenda os porquês de minha anomalia física.

Sanear minha alma e despi-la de ‘trejeitos’ inconvenientes, de mazelas incompatíveis com a evolução, é o grande passo para o estado salutar de meu corpo.

Lógico que aqui não estou me referido àquela dorzinha aqui e acolá própria da decrepitude de uma vestimenta já muito usada, ‘surradinha’ e até puída, mas de males que se cronificaram nesta ou em outras vivências mal vividas e que poderão se manifestar e atrapalhar a que hoje vivo.

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Toda a saúde a mais que eu tiver na alma poderá me facilitar o entendimento da saúde de menos que hoje eu tenha no corpo…

(Primavera de 2013).