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“Em todos os tempos vemos o trabalho dos legítimos missionários prejudicado pela ignorância que estabelece espantalhos para a massa popular.” (Emmanuel).

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O Mestre, “subido ao monte”, sobre a barca ou à margem do lago, era o Missionário. Os que o conspurcavam e experimentavam, espantalhos.

Sábias inteligências, políticos, condutores (tiranizados), juízes, administradores, os ‘missionários do povo’, se comportam como espantalhos.

Jesus, molde, fôrma, “guia e modelo” é o Missionário. Ídolos modernos, explícitos ou disfarçados; ditaduras de comportamentos e moda são espantalhos.

Quem gasta energias em educação de verdade é missionário; quem acha que educação é de ordem política é espantalho.

Quem ajuda o povo a pensar, a crescer e a se aprimorar, é missionário. Quem o manipula, perturba e engabela é espantalho.

Quem estabelece o círculo vicioso do bem, do benefício e da elevação, é missionário. Acólitos do “quanto pior, melhor” são espantalhos.

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Missionários, adeptos da Regra de Ouro constroem a felicidade real e indiscutível. Para espantalhos, ética da reciprocidade não lhes referenda o ego.

Para missionários “Pai nosso” e família Universal é coletivo: na linguagem individual dos espantalhos isso é utopia!

Então… Missionários ou espantalhos? Iluminação ou ignorância?

(Sintonia: Xavier, Francisco Cândido, ditado por Emmanuel, Fonte viva, Cap. 104, Diante da multidão; 1ª edição da FEB) – (Inverno de 2017).

Sempre que se fala em educador, se tem a nítida compreensão da pessoa unicamente responsável pela formação de pessoas… Há controvérsias!

“Do latim ‘educare’, que significa auxiliar, conduzir, possibilitar”, educar significa colaborar com aquele que está querendo ‘se’ educar.

Da mesma forma que Orientadores Espirituais tentam mostrar o melhor caminho moral, o caminho quem percorre é ‘cada um’; e ‘sozinho e Deus!’

Cabe no assunto dizer que um palestrante, expositor, escritor… Não deverá ter a pretensão que sua oratória atinja multidões. Muito pelo contrário, se atingir meia dúzia de ‘ovelhas’, estará excelente; também, se atingir uma só, o objetivo estará cumprido.

Ninguém salva almas, mas almas ‘se’ salvam. No máximo são auxiliadas a se salvarem!

Educadores, escritores, palestrantes, expositores – influenciadores em potencial -, deverão, junto ao âmago de sua sinceridade e humildade, esboçar o que desejarão para sua atividade: Se contribuir, colaborar, conduzir, influir, possibilitar ou se, e tão somente… ‘Cartaz’!

Se este último, estará totalmente na contramão de ‘educare’…

Há flores que crescem em penhascos inatingíveis. E porque ninguém as admira, deixam de ser exuberantes? Precisam elas de ‘cartaz’?

“Faça aquilo que há de melhor em você e entregue o produto de seu trabalho nas mãos d’Aquele que sabe o que fazer com o resultado”.

 (Sintonia e expressões em itálico são do capítulo Presunção, pg. 61 de Conviver e melhorar de Francisco do Espírito Santo Neto/Lourdes Catherine, Ed. Boa Nova) – (Outono de 2012; calorzinho prá bermudas!).