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36-3O crime de insubmissão, preconizado no Art. 183 do CPM, acontece quando “deixar de apresentar-se o convocado à incorporação dentro do prazo que lhe foi marcado ou, apresentando-se, ausentar-se antes do ato oficial da incorporação.”

“… Pedes o socorro de médicos humanos ou de benfeitores espirituais, mas, ao surgirem as primeiras melhoras, abandonas o remédio ou o conselho salutar e voltas aos mesmos abusos que te conduziram à enfermidade…” (Emmanuel).

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Socorrer-nos de médicos e de Benfeitores Espirituais, simultaneamente, é ótimo: significa alistar-nos na cura real; de dentro para fora… Tal qual alistar-nos no exército do Cristo.

Entretanto, cólera, desânimo, desalento, maledicência, inutilidade e até a indignação… segundo Emmanuel, nos tornam insubmissos do serviço ao Cristo e à nossa evolução:

Cólera é uma indignação que se torna cascurrenta; desânimo é o desequilíbrio (afrouxamento, deserção) entre o nosso potencial e os Planos que Deus tem para nós; desalento é uma inconformidade, filha de nosso orgulho; e brutalidade é a instintiva primitividade. Exclamamos: ‘não sou viciado, pois não bebo, não fumo, não jogo!’ Mas somos linguarudos: é a maledicência! E a inutilidade nos fará desperdiçar a preciosidade das horas!

O mesmo Benfeitor nos ensinará que há como reparar nosso ‘crime’ de insubmissão ao Cristo: desculpando, ajudando, compreendendo, humilhando-nos, harmonizando-nos, meditando, estudando. São antídotos que nos fazem retornar à ‘caserna’ do Mestre: humilhar-se, desculpar e compreender, é domar nosso ‘eu’; daí surge a harmonia, favorecendo ajudas; e meditar, estudar, ensinar… são introspecções que favorecem o progresso intelectual.

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Medicações e conselhos superiores solicitam-nos perseverança: esta nos conduz à cura. Permanecer constante nas fileiras do Cristo é perseguir a cura!

Cristo: ou lhe damos as costas; ou nos tatuamos com seus atos!…

(Sintonia: Fonte viva, de Francisco Cândido Xavier, ditado por Emmanuel, em seu Cap. 86 Estás doente? 1ª edição da FEB) – (Outono de 2017).

er7_re_mj_ressucita_570kbps_2015-02-17a85dbe12-1d23-4855-8882-14e01f2cb330-thumb“Há companheiros que dormem indefinidamente, enquanto se alonga debalde para eles o glorioso dia de experiência sobre a Terra. (…) De maneira geral, assemelham-se a mortos preciosamente adornados.” (Emmanuel).

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A letargia, de causa fisiológica ainda não identificada, leva o indivíduo a um estado enfermiço em que as funções vitais parecem suspensas; a inércia é absoluta; e ao corpo é dada uma aparência de morte. (Wikipédia).

Enquanto que a Natureza obra de uma forma perfeita pelos desígnios do Criador; enquanto que os ciclos da semeadura, germinação, floração e frutificação acontecem; enquanto que os animais procriam, nascem, crescem, acasalam e procriam novamente; enquanto os cursos d’água brotam, se avolumam, contornam montanhas, delas se precipitam e finalmente confraternizam com o mar…

… Nós, da espécie humana e muitos dos que nos intitulamos ‘filhos de Deus’, e nos ‘rotulamos cristãos’, ainda não aproveitamos as horas que perfazem os dias; os anos que reúnem dias; e a bendita reencarnação que é feita de determinados anos. Outras vezes despertamos e sem muito esforço pedimos que esse Deus nos ajude ou que Cristo nos envie seus Emissários: comportamos-nos como os letárgicos de Deus

Paulo irá sacudir os gentios de Éfeso (Ásia Menor, atual Turquia), exortando-os: “Levanta-te dentre os mortos e o Cristo te iluminará.” Não tenhamos dúvidas que a advertência do Apóstolo, nestes dias de letargia planetária, também é endereçado a nós. Continuará Paulo de Tarso: “Desperta, tu que dormes!” Em realidade o Planeta está em estado patológico porque nós estamos com a ‘doença do sono.’

Tem cura? Sempre tem! Conhecemos tanto a profilaxia como o remédio principal; mas quem disse que temos a vontade de usá-los? Abnegado, Emmanuel irá declinar os nomes de tais remédios e solicitar que nos salvemos a nós mesmos; que os mais ‘despertos’ informem aos mais ‘sonolentos’ que: fazer algo em benefício do progresso coletivo; trabalhar na sementeira e na seara do bem; buscar recursos, mesmo que improvisados; e trabalhar o entendimento dos irmãos fragilizados, é, ao mesmo tempo, a prevenção, o remédio e a cura.

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Levanta-te dentre os mortos e o Cristo te iluminará, gera uma cadeia de reação: O esforço de despertar; que promove o auxílio do Mestre amoroso (a iluminação); que irá produzir o trabalho cooperativo; e que conceberá um clarão maior a todos.

(Sintonia: Fonte viva, Cap. 66, Acordar e erguer-se, ditado por Emmanuel a Chico Xavier, 1ª edição da FEB) – (Primavera de 2016).