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lavapes2Jesus de Nazaré, na qualidade de “melhor guia e modelo” oferecido pelo Pai à humanidade, “em todos os tempos”, revela-se como o melhor ciclo de serventia colocado à disposição da Terra:

Desde a formação do Planeta; durante sua encarnação redentora; e após esta, em Espírito de Verdade, obra sem cessar, a exemplo do Criador – o “Homem” com agá maiúsculo. Por isso, o Nazareno afirmaria nas escrituras de Marcos: “O Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir.” (10:45).

Tudo, na Natureza do Pai obra, servindo ciclicamente:

A semente germina, cresce, floresce e frutifica; e os frutos oferecerão novas sementes dando continuidade ao ciclo de serventia.

A fonte gera o córrego; este o riacho; e o riacho o grande rio que se lançará ao mar. Antes disso, serve por todos os meios: mata a sede; gera energia; encurta distâncias… As águas, evaporadas, empançarão nuvens; e as nuvens se precipitarão, formando torrentes.

Animais de todas as espécies, em seus ciclos de serventia, alimentarão, tracionarão, embelezarão, educarão…

Miríades de insetos minúsculos transportarão polens, patrocinando princípios vitais.

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O homem, usuário de seu livre arbítrio – ou usurário?! – é o único que poderá escolher quebrar os ciclos de serventia. A criatura que escolhe somente ser servida cristaliza-se. Já os que toleram, respeitam e servem se desenvolvem. Mas…

… Para os primeiros, é só uma questão de tempo, pois, ciclos e ciclos domarão suas inclinações!

(Sintonia : Xavier, Francisco Cândido, ditado por Emmanuel, Fonte viva, Cap. 82, Quem serve, prossegue; 1ª edição da FEB) – (Outono de 2017).

n683“Entre os chamados para o espiritismo, muitos se transviaram; reparai, pois, vosso caminho e segui a verdade.” (ESE, XX, 4).

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Pertencemos ainda ao cristianismo dogmático, paramentado, exteriorizado ou já conseguimos ingressar na Nova Era, a do cristianismo redivivo, simplificado, raciocinado, preservado pelos apóstolos logo após a ‘partida’ do Mestre?

Apadrinhamos o apocalipse, o ‘não tem jeito’, a desagregação, ou somos a viga robusta, sustentáculo da opinião de que a Nova Era prevê evolução lenta, porém constante?

Conformamo-nos junto às ‘batatas podres’ ou somos partícipes da célula sadia, capaz de influenciar e renovar ambientes?

Somos partidários da destruição, da indisciplina do pessimismo, ou já conseguimos tremular a bandeira do refazimento, da ordem da esperança?

Estamos ligados ainda à hipocrisia do desejo de sermos faróis para a humanidade ou preferimos a honestidade da chama dos pequenos serviços que iluminam e aquecem?

Sabemos e temos muito ou somos muito?

Nosso serviço é alardeante ou já nos firmamos através do anonimato, da simplicidade e da transparência, compreendendo ser esta a melhor propaganda da doutrina?

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Optamos pela alternativa “B”?  Se ‘já somos’, ‘já tentamos’, ‘já conseguimos’, ‘já desejamos’, ‘já nos firmamos’, ‘já preferimos’…

… é possível que já entendamos o que é ser espírita e começamos a reparar nossos caminhos e seguir a Verdade!

(Sintonia: Cap. Ser espírita, pg.187, Livro da Esperança, Emmanuel/Francisco Cândido Xavier, editora CEC) – (Primavera de 2014).