Posts Tagged ‘Esperança’

“… O êxito seguro não é de quem o assalta, mas daquele que sabe agir, perseverar e esperar. Esperar significa persistir sem cansaço e alcançar expressa triunfar definitivamente.” (Emmanuel).

* * *

Entre objetivo e meta, há o ritual da ação, perseverança e espera. Espera supõe paciência.

Objetivo e êxito – princípio e fim – possuem, pois, imperativos. Nada é tomado de assalto; a ‘ferro e fogo.’

Traçado o objetivo, acionamos esforços; estes nos colocarão em ação; e ação é aliada obrigatória da esperança.

A perseverança nos esforços é azeitada pela esperança; espécie de expectativa – fundamentada – de coroamento, vitória, colheita, triunfo!

Nada de ansiedade – afoiteza! Ansiedade não rima com confiança; soa mais com incredulidade:

Esperar, portanto, longe de significar inação, é fruto de nossa fé, alicerçada a planejamento, suor, tenacidade, constância.

Com ou sem cansaço? Com! Este faz parte dos imperativos do êxito: planejamento, tenacidade, constância, vitória… tudo nos cansará:

Superiores nos informam que “o limite entre a ação e o repouso é ‘o das forças’”. Repousar é apenas intervalo. Êxito exigirá a continuidade após o descanso.

* * *

Paulo, em 6:15, ao exortar os Hebreus a “esperar com paciência” se refere a uma obstinação pacífica; ou que os imperativos do êxito são, justamente, a ação, perseverança e espera.

(Sintonia: Xavier, Francisco Cândido, ditado por Emmanuel, Fonte viva, Cap. 103, Esperar e alcançar; 1ª edição da FEB) – (Inverno de 2017).

“Capacete é indumentária de luta, esforço, defensiva.” (Emmanuel).

* * *

O que têm a ver esperança e salvação com luta, esforço, defensiva? Qual sua co-relação?

Salvação é uma aspiração: ‘desejamos’ nos salvar! Embora outros nutram tal expectativa a nosso respeito, só nós sustentamos tal desejo.

Mas, tal qual a fé, a esperança precisa de acólitos: está, então, alavancada pela luta, esforço e defensiva:

Luta e esforço pressupõem vigiar, que é a parte mais prática do “vigiai e orai.” Lutamos e nos esforçamos com serviço, tolerância e respeito a nós e ao próximo.

Defensiva, a parte mais teórica; o “orai.” Se vigiar nos blinda contra más influências, oração e contemplação completam nossa imunização.

* * *

Não há Agente externo de salvação; há um Roteiro: nós nos salvamos!

A Boa Nova do Mestre é o roteiro. Este não nos salva, se não o desejarmos. Possuímos a esperança; mas esta precisa de suporte:

A caridade (respeitar, tolerar, servir), apresenta-se como suporte da fé e da esperança. Ela é o capacete que nos dá segurança e autentica nossa evolução; contém os imperativos da salvação.

(Sintonia: Xavier, Francisco Cândido, ditado por Emmanuel, Fonte viva, Cap. 94, Capacete da esperança; 1ª edição da FEB) – (Outono de 2017).