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O ESDE é um imenso tabuleiro onde verificamos as peças se movimentarem em impetuosidade fantástica.

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Diuturnamente esbarramos na Casa Espírita com inúmeros companheiros se deslocando às diversas turmas, em busca de aprendizado doutrinário: foram e são amigos que fizemos ao longo dos estudos em pretéritas turmas.

Como verdadeiras “rainhas, reis, torres, peões, cavalos…” movimentam-se no Estudo Sistematizado, Aprendizes e Mediúnicas, na busca do segundo ensinamento do Espírito de Verdade: “Espíritas, instruí-vos!” (ESE, VI, 5):

Não que hajam esquecido o primeiro ensinamento (“Amai-vos!”), pois com muita alegria vemos num primeiro plano os abraços, as saudações e os beijos fraternais e sinceros: e constatamos que isso foi o que ficou de mais verdadeiro de todos esses encontros; verificamos, também que o Benfeitor Maior estava certo quando instruiu o importante Cap. de O Evangelho Segundo o Espiritismo.

Houve falhas? E como as houve! Parafraseando Haroldo Dutra Dias em uma de suas magníficas exposições, diríamos: “que graça haveria se tudo fosse perfeito? Se tivéssemos nos ‘saído bem’ em todas as ocasiões? Como corrigiríamos nossas imperfeições?”

E houve momentos nos quais o “Divino Calceteiro” colocou-nos pedras ao longo da jornada para que reconstruíssemos de uma melhor forma as veredas: e os novos caminhos ficaram “mais novos” e machucamos bem menos nossos pés… O Divino Obreiro, o “Empreiteiro Maior” sempre é Providencial!

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Que esse magnífico tabuleiro continue a operar! Que as peças se movimentem; evoluam! Que todas as belas jogadas das discussões se realizem! Que a doutrina ganhe com as discordâncias sadias!…

Que haja, sempre, o “xeque-mate” das verdades; e nunca os choque e mate!…

(Primavera de 2018).

PENSAERDediquemos [consideremos] algum esforço à graça da lição e a lição nos responderá com as suas graças (…). Considerar significa examinar, atender, refletir e apreciar… (Emmanuel).

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O que não falta à doutrina dos Espíritos são lições: Não bastassem as cinco obras básicas da codificação, que por si seriam suficientes ao aprendizado e ao consolo, somos brindados com inúmeras obras complementares sob as mais diversas apresentações. Nunca tivemos à nossa disposição tantas publicações a considerar, todas cheias de muita luz para os dias escuros que estamos vivendo. Autores de ‘calibres’ diversos, embora nivelados pelo compromisso sério da informação apresentada, nos colocam às mãos, todos os dias, sob as mais variadas formas de esclarecimentos midiáticos, lições aptas a nos responderem com as suas graças.

Todavia é possível que distraídos e levianos, nossa janela ainda esteja aferrolhada ao esplendor da noite ou à luz do dia; ou a tenhamos aberto e não tenhamos visto a magnitude das estrelas ou o poder do sol; ou a música seja sublime e a acústica de nossa alma não lhe absorva a melodia; ou, finalmente, a palavra seja inspirada e não retenhamos sua claridade.

Considerarmos (examinarmos, atendermos, refletirmos e apreciarmos) todas essas lições será nos abrirmos ao esplendor do firmamento, às melodias e às inspirações que desencarnados e encarnados colocam à nossa disposição, tais quais tarefas escolares que precisaremos realizar para sermos aprovados perante nós mesmos em bendita revivência que ora nos é ofertada.

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Uma coisa será nossas prateleiras estarem abarrotadas de todas essas obras, com suas lições explicitamente claras, renovadoras, consideráveis… Outra coisa será não acessá-las, ou em o fazendo, não desejarmos ou não conseguirmos entendê-las.

Dessa forma, será impossível a lição [nos abraçar e] nos responder com as suas graças…

(Sintonia: Fonte viva, Cap. Ante a lição, ditado por Emmanuel a Chico Xavier, 1ª edição da FEB) – (Primavera de 2015).

Revista-Atrevidinha-82-Na-Escola-AlunaNota10-1Acautelamo-nos quanto aos estabelecimentos em que adquirimos gêneros para nossa cozinha. Examinamos rótulos, informações sobre o produto e datas de validade;

Vacinamo-nos periodicamente, precavendo-nos contra vírus os mais variados;

Visitamos periodicamente médicos e dentistas. Examinamos, com regularidade, sistemas de nosso organismo, em salas de imagem e laboratoriais;

Prevenimo-nos com dieta apropriada e ingestão de líquidos;

Exercitamos nosso corpo físico-mental com corridas, caminhadas, pilates, alongamentos, hidroginástica, yoga; e

Filtramos nossa água; providenciamos assepsias; evitamos ambientes com radiação ou predispostos a microorganismos; evitamos contágios duvidosos!

Capacitamo-nos já a todas estas precauções. Mas será que…

… Precavemo-nos quanto ao que lemos? Ou quanto ao que estudamos?

Pensemos nisso! Façamos de 2015 o ano da prevenção!

UM FELIZ E NOVO ANO NOVO!

(Sintonia: Cap. Ler e estudar, pg.197, Livro da Esperança, Emmanuel e Francisco Cândido Xavier, Ed. CEC) – (Primavera de 2014).