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8“Há momentos de profunda exaustão em nossas reservas mais íntimas (…). Instala-se a sombra dentro de nós, como se espessa noite nos envolvesse.” (Emmanuel).

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Reporta-se Emmanuel, aqui, à fome da alma, afirmando-nos que, se necessitamos do pão do corpo, muito mais necessitamos o do Espírito.

A fomeA fome é a desesperança. Quando esta se retrai, profunda apatia nos toma conta, pois nada nos conforta, atrai ou consola. Noss’alma, à míngua, fica enfraquecida, prestes a desfalecer.

As causas Somos os efeitos de nossas próprias causas: Como tal somos efeitos de nossas próprias indecisões, desapontamentos. Somos os próprios indecisos e desapontados conosco mesmos.

A comida – Como primeiro ‘tira gosto’ a profunda compreensão e o autoperdão a nós próprios. Depois o consolo de que nem solidão, nem abandono fazem parte dos divinos Planos.

Alimentados com tal promessa, convicções novas e aspirações elevadas começarão a fazer parte da nutrição que nos reabilitará a alma.

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Toda tempestade é seguida pela atmosfera tranqüila [e] não existe noite sem alvorecer. A fome da alma é apenas essa noite intempestiva. O “nunca te deixarei, nem te desampararei” (Paulo aos Hebreus, 13:5), é comida sagrada!

(Sintonia: Fonte viva, Cap. 41 Na senda escabrosa, ditado por Emmanuel a Chico Xavier, 1ª edição da FEB) – (Outono de 2016).