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xlarge_home-page-october1. Não somos os melhores nem os piores secretários das tarefas a nós afetas; secretariamos estritamente dentro de nossa escala evolutiva; não façamos além do que possamos e tão pouco deixemos de fazer o que já podemos. Possuímos, sim, parceiros que conosco dividirão tarefas da causa comum, já que alguns farão coisas que outros ainda não podem nem sabem realizar.

2. Não nos elejamos os mais eficientes propagandistas da causa; também não nos consideremos os contrapropangandistas, aqui representados pelos fanáticos deslumbrados. Os desvairados correrão o risco de ‘não venderem a mercadoria.’A naturalidade será a ferramenta adequada da propaganda.

3. Nossos princípios não estarão imunes a equívocos; também os equívocos freqüentes não deverão vitimar nossos princípios. A cada equívoco uma reflexão, um autoperdão, um soerguimento e a retomada natural da perseguição aos princípios.

4. Não almejemos atingir altíssimos padrões de ensinos superiores, nem arquitetemos aflições gratuitas através do desleixo, da prostração e da indiferença aos Iluminados. A regularidade poderá estar nas conquistas lentas, graduais, mas perseverantes.

5. Abominemos a pretensão de sermos bons exemplos sempre, mas também não sejamos sempre a imagem da escória e da destruição. O equilíbrio poderá estar na franqueza e transparência de nossas vidas, não aparentando o que não somos, mas sendo exatamente o que não aparentamos…

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Como vemos, poderemos ser ao mesmo tempo, nosso maior amigo e o pior inimigo. Nas questões de moralidade, não optemos por extremismos. Busquemos o equilíbrio!

(Sintonia: Cap. Você mesmo, pg. 95, Agenda cristã, André Luiz e Francisco Cândido Xavier, Ed. FEB) – (Outono de 2015).