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Pao_TrigoA semente não logra ser fruto de um dia para o outro. Para que chegue à nossa mesa, como pão bendito, precisará do concurso de uma cadeia de obrigações: Lavrador, semeador, irrigador, insumos, colheitadeira, beneficiador, moagem, padeiro… todos envolvidos no processo…

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As pessoas se revelam nos locais relativos às suas faixas evolutivas. Um agricultor dificilmente ocupará um laboratório e o médico certamente não se salientará na lavoura.

Ao desenvolvermos nossas obrigações intransferíveis no local que nos for adequado, jamais seremos inúteis ou desprezíveis, visto estarmos ocupando a faixa que nos é devida.

Como criaturas de Deus, todos somos iguais; degrau, ou grau evolutivo, entretanto, nos confere obrigações intransferíveis, pois entre a estaca de partida e o ponto de meta, cada um de nós permanece, em determinado grau evolutivo, com aquisições específicas por fazer.

Os elementos mais simples da Natureza nos ditarão exemplos da singularidade de cada um: Laranjeiras produzirão somente laranjas; figueiras, figos; o solo adequado à videira poderá não sê-lo a outras culturas; o arroz, particularmente, se desenvolve em lavoura encharcada; na casa física o piso não substitui o teto; na produção de energia elétrica, fios, tomadas e lâmpadas possuem funções específicas…

Por mais que nos alavanque o incentivo dos amigos, a responsabilidade por nossa etapa é intransferível. O avanço ou ‘promoção’ em nossa faixa evolutiva supõe uma nova e diferente obrigação. Como ‘somos responsáveis por aqueles que cativamos’, a cada novo aprendizado, uma nova responsabilidade.

Não existem tarefas apagadas ou brilhantes; existem tarefas! E adequadas tanto aos humildes como aos brilhantes! Quem dá brilho à tarefa, somos nós, os tarefeiros!

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“O mais soberbo jequitibá da floresta começou na semente humilde.” (Emmanuel)

(Sintonia: Cap. Cada servidor em sua tarefa, pg. 153, Livro da Esperança de Emmanuel/Francisco Cândido Xavier, editora CEC) – (Inverno de 2014).