Pensamento: “Escultor” do corpo

“Cogito, ergo sum”, penso, logo existo. Quando René Descartes (1596-1650), afirmou isto, evidenciou a mim e ao mundo que: Primeiro – Este ‘corpinho lindo’ que possuo, por si só não se sustenta; que a alma não é um mito. Segundo – Que meu pensamento, inevitavelmente, me transformará em obra de arte ou num monstro… Senão, vejam: […]